Cheguei e ela abriu a porta vestindo só uma lingerie preta minúscula — sutiã de renda que mal cobria os mamilos rosados e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre as nádegas firmes e pálidas. O cabelo ruivo caía solto pelos ombros, um pouco bagunçado, como se ela já tivesse se tocado esperando por mim. Os olhos azuis brilhavam com malícia enquanto me puxava para dentro pela camisa e fechava a porta com o pé.
Sem dizer uma palavra, ela me levou até o sofá da sala, aquele mesmo sofá bege onde a gente já tinha feito tanta sujeira. Empurrou-me para sentar e ficou de pé na minha frente, rebolando devagar enquanto deslizava as alças do sutiã pelos braços. Os seios médios, empinados, saltaram livres — bicos duros, implorando por boca. Ela riu baixinho quando viu minha cara e se ajoelhou entre minhas pernas.
As mãos pequenas abriram minha calça com pressa, puxando tudo para baixo de uma vez. Meu pau já estava duro só de olhar pra ela. Zoey lambeu os lábios, me encarando de baixo pra cima, e envolveu a cabeça com a língua quente e molhada antes de engolir devagar, até a garganta. O gemido que escapou de mim fez ela acelerar, chupando com vontade, babando, deixando o pau brilhando de saliva enquanto massageava as bolas com os dedos.
"Quero você dentro de mim agora", murmurou ela, a voz rouca, subindo no meu colo. A calcinha já estava de lado, a bucetinha lisinha e inchada roçando na minha glande. Ela desceu devagar, engolindo cada centímetro, os olhos semicerrados de prazer. "Caralho… tão grosso…", gemeu, começando a quicar devagar, as coxas pálidas tremendo a cada descida.
Segurei sua cintura fina e ajudei no ritmo, batendo forte para cima enquanto ela jogava a cabeça para trás, os seios balançando na minha cara. Chupei um mamilo com força, mordendo de leve, e ela apertou a buceta em volta do meu pau como resposta, quase me fazendo gozar ali mesmo.
Depois de alguns minutos cavalgando assim, ela saiu de mim, virou de costas e se apoiou no encosto do sofá, empinando a bunda perfeita. "Me fode de quatro… quero sentir tudo." Empurrei devagar no começo, sentindo ela se abrir toda, quente e molhada, até encostar no fundo. Comecei a meter com mais força, as mãos agarrando os quadris, puxando ela contra mim a cada estocada. O barulho molhado da buceta dela batendo no meu corpo enchia a sala, misturado com os gemidos altos dela: "Isso… mais forte… me arromba, porra…"
O ritmo ficou selvagem. Ela jogava a bunda pra trás, encontrando cada metida, as unhas cravando no tecido do sofá. Senti ela apertar forte, o corpo tremendo — estava gozando. "Tô gozando… caralho… não para!" Continuei socando fundo enquanto o orgasmo dela me ordenhava, o líquido quente escorrendo pelas coxas dela.
Não aguentei mais. "Vou gozar… onde você quer?"
"Dentro… me enche toda", ela pediu ofegante, olhando por cima do ombro com aquele olhar safado.
Segurei firme nos quadris e meti até o talo, gozando forte, jorrando fundo dentro dela enquanto gemia alto. Senti os espasmos da buceta dela me apertando mais, como se quisesse sugar tudo. Ficamos assim alguns segundos, ofegantes, meu pau ainda pulsando dentro dela, o sêmen começando a vazar devagar quando eu saí.
Zoey se virou, sentou no sofá com as pernas abertas e passou os dedos na buceta melíflua, mostrando o creme branco escorrendo. Sorriu, lambendo os dedos devagar.
"Da próxima vez traz a câmera… quero ver a gente assim depois."
E eu já sabia que não ia conseguir esperar muito pela próxima.




