Samantha Page estava deitada de bruços sobre o enorme colchão coberto por lençol de cetim cinza-escuro. Vestia apenas uma calcinha preta de renda tão fina que mais sugeria do que escondia, e uma camisa social masculina aberta, as mangas dobradas até os cotovelos. Seus cabelos loiros caíam em ondas bagunçadas sobre as costas, e ela mantinha o queixo apoiado nas mãos, olhando diretamente para a lente com aquele sorriso que dizia: *eu sei o que você está pensando… e eu também estou pensando nisso.*
O fotógrafo – vamos chamá-lo Lucas – circulava devagar ao redor dela. Câmera na mão, mas os olhos muito mais famintos do que o equipamento sugeria.
— Levanta um pouco mais o quadril… assim… perfeito — a voz dele saiu rouca, quase um pedido disfarçado de instrução profissional.
Ela obedeceu lentamente, arqueando as costas de um jeito que fazia a camisa subir e revelar a curva perfeita da cintura até a renda que mal cobria a metade inferior da bunda. O tecido esticou entre as coxas, delineando os lábios inchados por baixo. Samantha sabia exatamente o que estava mostrando. E sabia que ele sabia.
— Tira a camisa — ele pediu, dessa vez sem disfarçar o tom de comando.
Ela se apoiou nos antebraços, virou o rosto para o lado, olhando-o por cima do ombro enquanto os dedos deslizavam preguiçosos pelos botões. Um a um. Sem pressa. Quando a camisa finalmente caiu pelos ombros, revelando os seios cheios e os mamilos já duros pelo ar fresco e pela excitação, Lucas soltou o ar que nem percebeu que estava prendendo.
— Porra, Sam… — escapou dele, quase inaudível.
Ela riu baixo, aquele riso rouco que parecia vibrar direto entre as pernas dele.
— Você ainda tá fotografando ou já desistiu da sessão?
Ele largou a câmera sobre a mesinha com um baque seco. Caminhou até ela em três passos largos. Samantha nem tentou se virar completamente; apenas ergueu o quadril um pouco mais, oferecendo.
As mãos grandes dele desceram pelas costas dela, traçando a coluna até chegarem na renda da calcinha. Ele não tirou de imediato. Primeiro passou os polegares por baixo do elástico, puxando levemente para os lados, abrindo espaço só o suficiente para ver a pele rosada e úmida se revelando. Samantha gemeu baixinho quando sentiu os dedos dele roçarem de leve os lábios externos, sem entrar ainda, só provocando.
— Você tá encharcada desde que chegou aqui, não tá? — ele murmurou, a boca quase colada na nuca dela.
— Talvez… — ela respondeu com voz melíflua — …ou talvez você só goste de imaginar que sou uma vadia o tempo todo.
Ele deu um tapa firme na nádega direita. O som ecoou no estúdio vazio. Ela arqueou mais ainda, pedindo outro. Ele deu. Mais forte. A marca rosa começou a aparecer imediatamente na pele clara.
Sem aviso, Lucas puxou a calcinha para o lado com violência e enfiou dois dedos de uma vez. Samantha soltou um gemido alto, quase grito, as coxas tremendo. Estava tão molhada que os dedos deslizaram até o fundo sem resistência, fazendo um barulhinho obsceno a cada movimento.
— Caralho… escuta isso — ele grunhiu, mexendo os dedos em círculos largos, abrindo-a por dentro. — Escuta como você tá melíflua pra mim.
Ela empurrou o quadril contra a mão dele, querendo mais fundo, mais rápido. Lucas tirou os dedos de repente, deixando-a vazia e reclamando. Antes que ela pudesse protestar, ele já estava com a calça aberta, o pau duro pulsando contra a própria barriga.
Ele segurou os quadris dela com força, posicionando-a exatamente onde queria. A cabeça grossa roçou a entrada uma, duas vezes, espalhando a umidade. Samantha tentou jogar o corpo para trás, desesperada para senti-lo inteiro.
— Pede — ele ordenou, a voz grave.
— Me fode, Lucas… por favor… me enche toda…
Ele entrou com uma estocada lenta e profunda, sentindo cada centímetro sendo engolido pela buceta quente e apertada dela. Quando chegou ao fundo, os dois pararam por um segundo, só respirando pesado, sentindo a pulsação um do outro.
Depois disso não teve mais conversa.
Ele a fodia com força, o som da pele batendo contra pele misturado com os gemidos dela e os grunhidos roucos dele. A cada estocada ele puxava os cabelos loiros dela para trás, obrigando-a a arquear ainda mais. Os seios balançavam livres, os mamilos roçando no lençol a cada movimento.
— Você queria ser fotografada assim, não queria? — ele rosnava enquanto batia mais fundo. — Toda aberta, toda molhada, toda puta pra câmera…
— Sim… sim… queria… queria que vissem… — ela gemia, quase incoerente.
Ele deslizou a mão por baixo dela, encontrou o clitóris inchado e começou a esfregar em círculos rápidos enquanto continuava metendo com força. Samantha começou a tremer violentamente, o orgasmo subindo rápido demais.
— Goza pra mim, Sam… goza no pau… deixa eu sentir você apertando…
Ela explodiu com um grito longo, o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando tão forte ao redor dele que Lucas quase perdeu o controle ali mesmo. Ele segurou firme nos quadris dela, metendo mais algumas vezes com brutalidade até que também gozou fundo, enchendo-a com jatos quentes enquanto grunhia o nome dela entre os dentes.
Quando finalmente saíram um do outro, Samantha desabou de bruços no colchão, ofegante, com um sorriso satisfeito e preguiçoso. Ele caiu ao lado dela, passando a mão devagar pelas costas suadas.
Depois de alguns minutos de silêncio confortável, ela virou o rosto para ele e falou com voz manhosa:
— Acho que a gente esqueceu de tirar algumas fotos depois que você largou a câmera…
Lucas riu baixo, já sentindo o pau dar sinal de vida outra vez só de lembrar.
— Então a gente vai ter que fazer tudo de novo… dessa vez com mais ângulos.
Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando.
— Promete?





Espetacular seu conto. Parabéns
Top demais...
Que delicia de ensaio! Com certeza tem continuação! Bjos, Ma & Lu