Vitor deixou o telefone de lado por um instante, os olhos ainda grudados na imagem que acabara de ver: ela de quatro na cama, costas extremamente arqueadas, a bunda empinada como oferta, a pele brilhando de óleo ou suor (ou ambos), o cabelo longo caindo como cortina preta sobre um dos ombros. A calcinha minúscula estava puxada para o lado, revelando tudo sem pudor. Não era só nudez. Era provocação pura.
Ele sentiu o pau pulsar dentro da calça de moletom só de lembrar da legenda que ela mesma havia colocado na foto:
*"quem vem me abrir inteira hoje? ??"*
Foi então que ouviu o barulho da chave na porta.
Ela entrou sem dizer nada. Apenas fechou a porta com o calcanhar, jogou a bolsa num canto e começou a tirar os tênis enquanto mantinha os olhos fixos nele. Vestia uma legging preta colada como segunda pele e um cropped que mal cobria os peitos. Sem sutiã. Os mamilos já marcados no tecido fino denunciavam o frio da rua... ou a excitação.
— Vi que você tava olhando meu perfil — ela falou baixo, quase um ronronar. — Ficou duro só de ver as fotos, né?
Vitor não respondeu com palavras. Apenas se levantou da cama, caminhou até ela em passos lentos e, sem aviso, enfiou a mão dentro da legging, por trás, agarrando a bunda com força enquanto a outra mão subia até o pescoço dela.
— Eu não quero ver foto — murmurou com a boca colada na orelha dela. — Quero ver você abrindo tudo pra mim... igual na última que você postou.
Ela deu uma risadinha safada, empinando mais o quadril contra a mão dele.
— Então vem pegar.
Ele não perdeu tempo.
Puxou a legging dela para baixo de uma vez só, junto com a calcinha fio-dental minúscula. Ela ficou só de cropped, as coxas grossas brilhando, a buceta já visivelmente molhada mesmo na penumbra. Vitor a virou de costas, empurrou-a contra a parede e fez ela abrir as pernas. As mãos grandes deslizaram pelas nádegas, abrindo-as devagar, admirando o cuzinho apertado e a entrada brilhante logo abaixo.
— Caralho... igualzinho da foto — ele grunhiu, passando o polegar de leve no anel apertado só pra sentir ela tremer.
Ela empinou mais, olhando por cima do ombro com aquele olhar de quem sabe exatamente o que está fazendo.
— Então para de falar e me fode como se fosse tirar foto agora.
Ele abaixou a calça apenas o suficiente. O pau saltou livre, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Sem preliminares longas dessa vez. Ele cuspiu na mão, esfregou na glande e encaixou direto na entrada dela, empurrando devagar no começo, depois com mais força, sentindo ela se abrir e engolir cada centímetro.
Ela gemeu alto quando ele chegou no fundo, as unhas arranhando a parede.
— Isso... me arromba... me usa como nas fotos...
Vitor segurou os cabelos dela como rédea, puxou para trás e começou a meter com estocadas longas e pesadas, fazendo a bunda dela balançar a cada impacto. O som molhado da buceta dela engolindo ele preenchia o quarto junto com os gemidos dela cada vez mais altos e descontrolados.
Em algum momento ele a virou de frente, levantou uma perna dela sobre o ombro e voltou a meter ainda mais fundo, olhando nos olhos dela enquanto falava entre os dentes:
— Se eu tivesse celular agora... ia filmar essa carinha de puta sendo arrombada... ia postar só pra mostrar que a vadia do OnlyFans é minha quando eu quiser.
Ela gozou primeiro. O corpo todo tremendo, os olhos revirando, a buceta apertando tão forte em volta dele que quase o fez gozar junto. Mas ele segurou. Tirou de dentro dela, virou-a de costas outra vez e, com a ajuda da saliva e da lubrificação dela, começou a forçar a entrada do cuzinho.
— Devagar... — ela pediu, mas já empinando mais, traindo o próprio pedido.
Ele foi devagar só até a cabeça passar. Depois disso não teve mais delicadeza. Enterrou até o talo, segurando os quadris dela com força enquanto metia fundo, sentindo o anel apertado pulsando em volta dele.
— Isso... me fode o cu... me fode como se fosse a última foto que eu vou postar...
Ele não aguentou mais. As estocadas ficaram curtas, rápidas, brutas. Ela gemia como se estivesse sendo rasgada ao meio e adorando cada segundo. Quando sentiu ele inchar ainda mais dentro dela, ela falou com a voz rouca:
— Goza dentro... marca meu cu... deixa escorrendo pra eu mostrar depois...
Foi o que bastou.
Vitor grunhiu alto, cravou fundo e gozou forte, enchendo ela com jatos quentes enquanto tremia inteiro. Ficou parado alguns segundos, só sentindo as últimas contrações, antes de sair devagar, vendo o cuzinho dela aberto, vermelho, com o leitinho branco começando a vazar.
Ela se virou, ainda ofegante, ajoelhou na frente dele e limpou o pau dele com a língua, olhando pra cima com o mesmo olhar provocador das fotos.
— Agora sim... — ela sussurrou, lambendo os lábios — essa foto eu não posto. Essa é só nossa.
E então sorriu, aquela mesma expressão safada da galeria inteira, só que agora molhada de suor, gozo e promessas de mais.




