— Demorou — ela disse, já entrando sem convite, jogando a mochila no canto.
Não trocamos mais palavras. Ela me empurrou contra a parede da sala, mãos pequenas mas decididas abrindo meu zíper com pressa. O pau já estava duro só de olhar pra ela subindo as escadas na minha frente, a bunda redonda marcando no jeans apertado.
Ajoelhou ali mesmo, no tapete surrado. Sem preliminares, sem gracinha. Abocanhou inteiro de uma vez, garganta relaxada, nariz encostando na virilha. O som molhado ecoava alto — gluck, gluck, gluck — enquanto babava sem pudor, fios grossos de saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos pequenos que balançavam livres por baixo da camiseta. Olhava pra cima o tempo todo, olhos lacrimejando de esforço, mas sem parar. Chupava como se quisesse me engolir inteiro, língua rodando na cabeça, garganta apertando ritmicamente. Eu segurava o cabelo rosa como rédea, guiando o ritmo, empurrando mais fundo até ela engasgar e soltar um gemido abafado de aprovação.
— Porra… assim… engole tudo — rosnei, e ela acelerou, uma mão apertando minhas bolas, a outra se esfregando por cima da calcinha já encharcada.
Não aguentei muito tempo naquele boquete assassino. Puxei ela pelos cabelos cor-de-rosa pra cima, boca inchada e brilhando.
— Quero teu cu agora.
Ela sorriu torto, limpou o canto da boca com o dorso da mão.
— Então vem.
Virou de costas, apoiou as mãos no encosto do sofá, empinou a bunda. Desci o short e a calcinha de uma vez só. O cuzinho já estava lubrificado — ela tinha se preparado antes de vir. Rosado, piscando, convidativo. Cuspi na mão, espalhei, posicionei a cabeça e empurrei devagar no começo. Ela soltou um “aaah foda-se” longo quando a glande passou o anel apertado. Depois empurrei até o talo de uma vez. O grito dela virou gemido rouco.
Comecei devagar, sentindo cada centímetro daquele cu quente e apertado me engolir. Mas ela não queria devagar. Empurrou contra mim, rebolando, pedindo mais forte.
— Mete fundo, caralho… me arromba…
Aumentei o ritmo. O barulho da pele batendo, o sofá rangendo, os gemidos dela ficando cada vez mais altos e descontrolados. Segurei a cintura fina com uma mão, a outra subiu até o cabelo rosa, puxando pra trás como se fosse uma coleira. Ela arqueou as costas, empinando mais, o cuzinho se abrindo e fechando em volta do pau a cada estocada.
— Vai gozar dentro… quero sentir quente… enche meu cu…
A voz dela tremia, mas era ordem, não pedido. Acelerei até o limite, bolas batendo na buceta molhada que pingava no chão. Senti o aperto ficar insuportável, o calor subindo rápido demais.
— Porra… vou gozar…
— Dentro! — ela gritou, empurrando contra mim uma última vez.
Explodi. Jatos grossos e quentes enchendo o interior dela, pulsando fundo enquanto eu gemia alto. Ela tremia inteira, o cuzinho contraindo em espasmos, ordenhando cada gota. Fiquei lá dentro até amolecer, sentindo o sêmen quente escorrendo devagar quando saí.
Ela virou, cabelo rosa grudado no rosto suado, sorriso safado.
— Boa noite pra você também.
Pegou a mochila, deu um tapa na minha bunda e saiu pelo mesmo corredor, deixando um rastro de perfume doce misturado com sexo.
A porta fechou. O silêncio voltou.
Mas o cheiro dela ficou.
E o cabelo rosa ainda dançava na minha cabeça.





Delicia de conto, que maravilha, que surpresa gostosa, uma ninfetinha linda, gostosa, deliciosa e bem safadinha, louca por uma boa e gostosa foda, por uma putaria bem gostosa, que delicia. votado e aprovado