Ela virou o rosto por cima do ombro, os cachos castanhos caindo bagunçados sobre os olhos escuros e famintos. Um sorriso lento, quase cruel de tão safado.
“Você só fica olhando, amor?” A voz saiu rouca, carregada. “Ou vai vir aqui e fazer alguma coisa com essa bunda que você não para de encarar?”
Ela rebolou devagar, um movimento circular preguiçoso que fez a carne balançar. As coxas grossas se abriram um pouco mais, revelando o contorno inchado dos lábios já molhados pressionando contra o tecido rendado. Gotas de excitação escorriam pela parte interna da perna; ela nem se deu ao trabalho de esconder.
Hanna deslizou uma mão por trás, dedos longos abrindo as nádegas ainda mais. O cuzinho apertado piscou na luz fraca, rosado e convidativo, enquanto a outra mão descia entre as pernas e puxava a calcinha para o lado. Dois dedos entraram sem cerimônia na buceta encharcada, o som molhado ecoando no quarto silencioso.
“Olha como eu fico molhada só de imaginar você me abrindo toda…” Ela gemeu baixo, empurrando os quadris para trás como se estivesse cavalgando um pau invisível. “Você ia aguentar meter fundo nessa bundona? Ia aguentar me fazer quicar até eu implorar?”
Ela se virou de lado, deitando de costas agora, pernas bem abertas. Os seios pesados caíram para os lados, mamilos duros apontando pro teto. Com uma mão apertou o próprio peito com força, deixando marcas vermelhas na pele morena, enquanto a outra continuava fodendo a buceta em estocadas rápidas e barulhentas.
“Vem, porra… me come como se fosse a última vez.” Os olhos dela travaram nos seus, mesmo através da tela. “Quero sentir você gozando dentro, enchendo tudo, escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu aperto seu pau com essa buceta gulosa.”
Hanna acelerou, os dedos curvados batendo exatamente no ponto certo. O corpo inteiro tremia — barriga macia contraindo, bunda se contraindo no colchão, seios balançando violentamente. Um gemido longo e quebrado escapou quando o orgasmo a atravessou: as costas se arquearam, os dedos do pé se curvaram, e um jato quente escapou entre os dedos, molhando lençol e coxas.
Ela caiu de volta, ofegante, ainda com a calcinha de lado e a buceta pulsando à mostra. Um sorriso preguiçoso voltou ao rosto enquanto lambia os próprios dedos devagar, olhando direto pra você.
“Da próxima vez… traz o pau duro. Porque eu quero muito mais que os meus dedinhos, amor.”
E piscou, deixando a promessa pairando no ar quente do quarto.





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