Ela sabia que você estava olhando. Sempre soube.
Com um sorriso lento, quase preguiçoso, ela levou as mãos à barra da blusa e começou a subir o tecido devagar, revelando primeiro a barriga lisa, depois a curva generosa da base dos seios, até finalmente libertá-los. Pesados, redondos, com auréolas grandes e escuras que pareciam implorar por boca. Ela não jogou a blusa no chão; deixou-a cair devagar sobre os próprios ombros, como se estivesse se despindo de uma segunda pele.
— Tá gostando da vista? — perguntou com aquela voz rouca que parecia sempre estar a um gemido de distância.
Você só conseguiu assentir.
Ela virou de lado, mostrando o perfil do corpo: a cintura marcada, o quadril largo, a bunda empinada que esticava o shortinho de algodão fino. Com um movimento deliberadamente lento, enfiou os polegares na cintura do short e começou a descer. Primeiro só um pouco, revelando a faixa superior da calcinha preta minúscula. Depois mais. E mais.
Quando o short caiu até os tornozelos, ela ficou só de calcinha, de costas para você. A bunda era ainda mais impressionante ao vivo: redonda, firme, com aquelas covinhas adoráveis na parte de baixo que fazem qualquer um querer morder.
Ela se abaixou devagar para tirar o short dos pés, abrindo as pernas o suficiente para que você visse, mesmo por trás, o tecido da calcinha colado entre as coxas grossas, delineando perfeitamente os lábios grandes e carnudos que já marcavam a peça.
Yovana se virou.
A calcinha estava visivelmente molhada no centro, uma mancha escura traindo o quanto ela já estava excitada só de ser observada. Ela passou os dedos por cima do tecido, pressionando levemente contra o clitóris inchado, soltando um suspiro longo.
— Quer ver tudo? — perguntou, já sabendo a resposta.
Sem esperar, enganchou os polegares na lateral da calcinha e começou a descer. Bem devagar. Primeiro apareceu o monte de vênus cheio, com um triângulo curto e bem aparado de pelos pretos. Depois a parte superior da fenda. E então… os lábios.
Deus, aqueles lábios.
Grossos, escuros, carnudos, ligeiramente abertos como se estivessem respirando. O clitóris já despontava, vermelho e inchado, pedindo toque. Um fiozinho brilhante de excitação pendia entre os lábios maiores, esticando-se obscenamente quando ela abriu mais as pernas.
Ela se sentou na beira da cama, pernas bem abertas, pés apoiados no colchão. Com duas mãos abriu os lábios grandes, expondo completamente o interior rosa brilhante, o buraco que piscava de leve, implorando por algo dentro.
— Olha como eu tô molhada só de você me olhar… — murmurou, passando dois dedos pela entrada e levando-os até a boca, chupando o próprio gosto devagar, sem tirar os olhos de você.
Ela se deitou de costas, ergueu os quadris e continuou se abrindo com os dedos. O clitóris pulsava visivelmente a cada batida do coração. Ela o beliscou de leve entre indicador e polegar, soltando um gemido rouco que reverberou pelo quarto.
— Vem… — pediu, voz baixa e necessitada. — Quero sentir você bem fundo enquanto eu me abro toda pra você ver cada pedacinho entrando e saindo…
Ela passou a língua nos lábios, os olhos semicerrados de tesão puro.
— Mas antes… me diz: quer que eu goze primeiro me esfregando inteira na sua cara… ou quer meter logo nessa buceta que já tá escorrendo por você?
O silêncio que se seguiu foi respondido apenas pelo som molhado dos dedos dela deslizando para dentro e para fora, cada vez mais rápido, enquanto ela esperava — molhada, aberta e completamente sem vergonha — a sua escolha.




