O homem se chamava Victor.
Cinquenta e poucos anos, cabelo grisalho bem cortado, relógio que custava mais que o carro do Lucas, e um jeito calmo de falar que escondia uma safadeza cirúrgica.
Ele pagava as contas da faculdade dela, comprava lingeries que ela usava só pra ele e, de vez em quando, dava uma "mesada" generosa que Kitty gastava em coisas que o namorado nunca poderia comprar.
Naquela noite, o acordo era simples.
Victor queria foder a garota na frente do namorado.
Lucas queria ver.
E Kitty… Kitty queria os dois ao mesmo tempo, cada um do seu jeito.
Quando Victor chegou no apartamento pequeno que ela dividia com Lucas, já trouxe o clima junto.
Terno impecável, perfume caro, e uma sacola de papel preto fosco que colocou em cima da mesinha de centro como se fosse a coisa mais natural do mundo.
— Abre — ele disse para Kitty, voz baixa e firme.
Dentro tinha uma coleira de couro vermelho sangue, fina, elegante, com uma argolinha prateada.
Sem dizer nada, ela se ajoelhou na frente dele, levantou o cabelo longo e preto, oferecendo o pescoço.
Victor prendeu a coleira devagar, o clique da fivela ecoando no silêncio tenso da sala.
Lucas estava sentado na poltrona do canto, pernas abertas, calça jeans já marcando a ereção dolorida, olhos vidrados.
Victor puxou a guia uma única vez, só pra testar.
Kitty gemeu baixinho, mais de tesão do que de dor.
— Tira a calcinha, gatinha. Mostra pro teu menino como você fica molhada quando sabe que vai levar rola de verdade.
Ela obedeceu devagar, rebolando de propósito enquanto descia a renda preta pelas coxas.
Quando a peça caiu no chão, dava pra ver o brilho escorrendo pela parte interna da perna.
Lucas engoliu em seco.
Victor abriu o zíper da calça social com a calma de quem tem todo o tempo do mundo.
O pau dele pulou pra fora, grosso, pesado, com veias marcadas e a cabeça já úmida.
Não era só maior que o do namorado — era de outro nível.
O tipo de pau que muda a forma da buceta por alguns dias.
Ele sentou no sofá, pernas abertas, e deu dois tapinhas fortes na própria coxa.
— Vem cá. De costas pro teu namoradinho. Quero que ele veja direitinho cada centímetro desaparecendo dentro de você.
Kitty subiu no colo dele, de frente pra Lucas.
Posicionou a cabecinha grossa na entrada melada, segurou o pau com as duas mãos como quem segura algo precioso e começou a descer devagar.
O gemido que saiu dela foi longo, rouco, quase animal.
Quando chegou na metade, Victor segurou os quadris dela com força e puxou pra baixo de uma vez, fazendo-a engolir tudo.
— Caralho… — Lucas murmurou, quase sem querer, a mão já dentro da calça.
Victor começou a meter devagar, deixando ela sentir cada veia, cada pulsação.
Depois foi acelerando, segurando a guia da coleira como rédea, controlando o ritmo.
— Olha pra ele, Kitty — Victor mandou, voz grave. — Olha pro teu namorado enquanto eu te fodo do jeito que ele nunca vai conseguir.
Ela obedeceu, olhos vidrados encontrando os de Lucas.
Boca entreaberta, sobrancelhas franzidas de prazer, lágrimas de tesão escorrendo pelo canto dos olhos enquanto o pau mais velho batia no fundo dela sem dó.
— Você gosta, né, sua putinha? — Victor rosnou no ouvido dela, alto o suficiente pra Lucas ouvir tudo. — Gosta de ser fodida na frente dele… de mostrar como abre gostoso pra um macho de verdade…
— Gosto… — ela choramingou, quicando mais rápido — Gosto muito… ele nunca chega tão fundo… nunca me deixa tão cheia…
Lucas gemia junto agora, punheta rápida e desesperada, o rosto vermelho de vergonha e tesão.
Victor virou o rosto dela com a mão no queixo, obrigando-a a olhar pra ele.
— Goza no meu pau, gatinha. Mostra pro teu menino como você goza gostoso quando é tratada como merece.
Foi o que bastou.
O corpo dela convulsionou, buceta apertando em espasmos violentos, um jorro quente escorrendo pelas bolas dele.
Victor segurou firme nos quadris, metendo fundo mais umas cinco, seis vezes, até que o gemido dele se misturou ao dela — gozando dentro, enchendo ela até transbordar, o excesso escorrendo pelas coxas dela e pingando no sofá.
Quando finalmente a soltou, Kitty desabou de lado, pernas abertas, buceta vermelha e escorrendo porra branca grossa.
Victor se levantou, guardou o pau ainda meio duro dentro da calça, ajeitou o terno como se nada tivesse acontecido.
Olhou para Lucas, que ainda tremia, a mão melada, o pau mole de tanto gozar.
— Semana que vem eu volto — disse calmamente. — E quero ver você filmando dessa vez.
Ele pegou a sacola, deixou um envelope grosso em cima da mesa e saiu sem dizer mais nada.
Kitty ficou ali, ofegante, coleira ainda no pescoço, olhando para o namorado com um sorrisinho cansado e safado.
— Amor… — ela sussurrou, voz rouca — você gostou?
Lucas só conseguiu assentir, ainda sem ar.
Ela abriu as pernas um pouco mais, deixando ele ver a porra escorrendo devagar.
— Então vem cá… limpa com a língua.
A noite ainda não acabou.





Quem me dera ela ser eu!!!!