Naquela tarde quente de sábado, os três estavam na casa do Lucas — o quintal vazio, os pais viajando, cerveja gelada na geladeira e um clima que já vinha se construindo há semanas no grupo do zap.
Ela chegou vestindo um cropped branco quase transparente e aquele mesmo short que aparecia nas fotos que eles trocavam escondido. Sem calcinha por baixo. Eles sabiam. Ela queria que soubessem.
— Então… quem vai ser o primeiro? — perguntou com um sorrisinho de quem já tinha decidido que ninguém ia ser o primeiro, nem o último.
Lucas foi o que chegou mais perto primeiro, segurando ela pela nuca e beijando com força, língua invadindo sem pedir licença. Enquanto isso, o Pedro já estava atrás, mãos grandes subindo por dentro do cropped, apertando os mamilos dela entre os dedos até ela soltar um gemidinho abafado na boca do amigo.
O terceiro, o Caio, era o mais quieto, mas também o mais safado. Ele se ajoelhou na frente dela, abriu o botão do short com os dentes e puxou tudo para baixo de uma vez. A bucetinha lisinha, já brilhando de excitação, ficou exposta para os três ao mesmo tempo.
— Caralho, olha como ela tá molhada já… — murmurou ele antes de enfiar a língua inteira, chupando o clitóris com vontade enquanto segurava as coxas dela abertas.
Molly gemeu alto, as pernas tremendo. Lucas aproveitou para tirar o cropped dela por cima da cabeça e enfiar um dos peitinhos na boca, mordendo de leve enquanto Pedro abria a calça e esfregava a rola dura na bunda dela por trás, melando a pele com o pré-gozo.
Eles a levaram para o sofá grande da sala. Não teve delicadeza, nem preliminares longas. Era tesão acumulado demais.
Caio deitou de costas e puxou Molly para sentar na cara dele. Ela se esfregou no rosto do garoto sem pudor, molhando o queixo dele inteiro enquanto Lucas se posicionava na frente, segurando o pau na mão e batendo de leve nas bochechas dela antes de enfiar até o fundo da garganta.
— Isso, engole tudo, sua putinha… — Lucas grunhiu, segurando a nuca dela com força.
Pedro não aguentou esperar. Cuspiu na mão, passou no pau e começou a esfregar na entradinha apertada do cuzinho dela. Molly choramingou com a boca cheia, mas empinou mais a bunda, liberando caminho.
Quando Pedro começou a entrar devagar no cu dela, Molly quase desmaiou de prazer. A sensação de estar tão cheia — língua no clitóris, pau na garganta, outro pau abrindo o cuzinho apertado — era demais. Ela gozou forte, tremendo inteira, esguichando um pouco no rosto do Caio que só chupava mais forte.
Eles trocaram de posição mais vezes do que ela conseguiu contar.
Em algum momento ela estava de quatro no chão, Caio metendo forte na buceta por trás enquanto Lucas fodia a boca dela e Pedro se masturbava vendo tudo, esperando a vez de voltar pro cuzinho.
Depois ela cavalgou o Lucas de frente, sentindo ele pulsar dentro dela, enquanto Pedro e Caio batiam as duas picas na cara dela, melando os lábios, o queixo, as bochechas.
Quando os três estavam perto do fim, colocaram ela de joelhos no meio deles, como uma oferenda.
— Abre a boca e a língua pra fora — mandou Lucas, voz rouca.
Molly obedeceu, olhos brilhando, safada e entregue.
Um jorro quente atrás do outro. No rosto, na língua, no pescoço, pingando nos peitinhos pequenos. Ela engoliu o que conseguiu, o resto escorreu devagar pelo corpo enquanto ela lambia os lábios, sorrindo com cara de quem tinha ganhado o melhor prêmio da tarde.
Os quatro ficaram ofegantes, suados, rindo baixo.
— A gente repete amanhã? — perguntou ela, ainda de joelhos, passando o dedo no rosto e levando o sêmen à boca como se fosse cobertura de bolo.
Os três se olharam e responderam ao mesmo tempo:
— Porra, claro que repete.
E Molly apenas sorriu, já pensando em qual short ainda mais curto ela ia usar na próxima vez.




