Naquela quinta-feira ela deveria estar na monitoria de Anatomia, mas a mensagem que recebeu às 16:47 mudou tudo.
“sala 407. 18h. sem calcinha. traz a buceta molhada q eu quero cheirar primeiro.”
Remetente: Vic.
Vitória, 24 anos, tatuada até o pescoço, cabelo raspado dos lados e topete roxo desbotado, corpo de academia misturado com anos de jiu-jitsu. Braços fortes, mãos grandes, unhas curtas pintadas de preto fosco. Sempre cheirava a tabaco, suor limpo e algo doce que ninguém conseguia identificar.
Beatriz chegou primeiro. Trancou a porta com a chave copiada que Vic tinha conseguido meses atrás. Tirou o moletom largo, a regata preta justa, a calça jeans rasgada. Ficou só de coturnos pretos surrados e um cinto de couro grosso que nem se deu ao trabalho de tirar.
Sentou na carteira do professor com as pernas bem abertas, coturnos apoiados nas cadeiras da frente, formando um corredor de carne exposta. A buceta já estava escorrendo antes mesmo de Vic chegar — lábios escuros e carnudos, clitóris piercingado inchado e vermelho, um tufo preto curto e bem aparado que terminava exatamente onde começava a fenda. O líquido escorria devagar pelas nádegas e pingava no tampo de madeira.
Quando a porta rangeu, Vic entrou sem dizer nada. Botas pesadas. Jaqueta de couro aberta. Camiseta regata cinza colada no corpo suado. Olhou para Beatriz como quem avalia uma presa já caída.
— Abre mais — foi a primeira frase.
Beatriz obedeceu na hora. Puxou os lábios grandes com as duas mãos, expondo o interior rosa-escuro brilhante, o piercing brilhando sob a luz fraca da lâmpada fluorescente. O cheiro subiu forte: tesão puro, salgado, quase metálico.
Vic se aproximou devagar, se agachou entre as pernas abertas. Não tocou ainda. Só aproximou o rosto até ficar a centímetros da buceta escancarada e respirou fundo, várias vezes, como quem cheira uma droga pesada.
— Caralho… tá fedendo a puta necessitada desde cedo, né?
Beatriz só gemeu, tremendo.
Vic esticou a língua e deu uma lambida lenta, da entrada do cu até o piercing do clitóris — uma passada única, pesada, deixando um rastro de saliva grossa. Depois enfiou o nariz inteiro entre os lábios, esfregando, inalando, grunhindo baixo.
— Abre o cu também. Quero ver os dois buracos piscando pra mim.
Beatriz levou as mãos às nádegas, puxou forte para os lados. O anel escuro se abriu, mostrando o interior rosado e apertado. Vic cuspiu direto no buraco, uma cusparada grossa que escorreu para dentro. Enfiou o dedo médio sem aviso — até o talo. Beatriz deu um grito rouco, as coxas batendo uma na outra.
— Cala a boca e empina mais.
Vic começou a bombear o dedo no cu com força, enquanto a boca atacava a buceta. Chupava o clitóris inteiro, piercing e tudo, sugando como se quisesse arrancar. Os dentes roçavam de leve, depois com mais pressão. Beatriz se contorcia, as unhas cravando na própria coxa.
Vic tirou o dedo do cu, trouxe molhado até a boca de Beatriz e enfiou sem pedir licença.
— Chupa teu próprio cu, vadia.
Beatriz sugou o dedo inteiro, gemendo em torno dele, língua rodando no gosto salgado e terroso.
Vic se levantou, abriu o zíper da calça cargo preta. Não usava nada por baixo. A buceta dela era mais peluda, lábios menores mas clitóris enorme, quase do tamanho de uma mini-ereção. Pingava tanto que escorria pelas coxas musculosas.
Ela agarrou o cabelo longo de Beatriz, puxou a cabeça para trás e esfregou a buceta inteira no rosto dela — nariz, boca, queixo, tudo coberto de tesão viscoso.
— Lambe. Lambe até eu gozar na tua cara.
Beatriz obedeceu como se fosse a única coisa que sabia fazer. Língua longa e rápida no clitóris, depois enfiando fundo na entrada, depois voltando ao cu de Vic, lambendo em círculos famintos. Vic gemia alto, sem se importar se alguém ouvia do corredor.
— Dedos. Três na buceta. Agora.
Beatriz enfiou três dedos de uma vez na buceta de Vic, curvando forte contra o ponto G. A outra mão subiu até o cu dela — dois dedos entraram sem resistência, o anel já acostumado a ser invadido.
Vic fodia a cara de Beatriz enquanto era penetrada nos dois buracos. O som era obsceno: estalos molhados, gemidos abafados, botas rangendo no chão.
— Mais forte… abre minha buceta, caralho…
Beatriz obedeceu, enfiando quatro dedos na buceta de Vic, esticando os lábios ao limite. Vic gritou, o corpo inteiro tremendo. Gozou jorrando — um esguicho forte que molhou o rosto, o pescoço e os peitos de Beatriz. Não parou. Continuou esfregando, forçando mais um jato, depois outro.
Quando terminou, Vic puxou Beatriz pela nuca e a beijou com violência — língua, dentes, mordendo o lábio inferior até sangrar de leve.
— Agora vira de quatro na mesa. Quero foder teu cu até tu implorar pra parar.
Beatriz subiu na mesa de madeira, empinou a bunda alta, coturnos firmes no tampo. Vic cuspiu no buraco exposto, esfregou o piercing do próprio clitóris contra o anel de Beatriz, depois enfiou dois dedos, depois três, depois a mão inteira começou a pressionar.
— Relaxa… abre esse cu moreno pra mim…
Beatriz gritava, chorava de tesão, empurrava para trás querendo mais. Vic fodia com a mão, abrindo e fechando o buraco, enquanto a outra mão batia forte no clitóris piercingado de Beatriz.
O segundo orgasmo veio como um trovão. Beatriz urrou, o corpo convulsionando, esguichando tanto que formou uma poça na mesa. Vic continuou fodendo o cu durante todo o gozo, prolongando a tortura até Beatriz desabar, ofegante, buraco entreaberto pulsando, vermelho e inchado.
Vic se deitou ao lado dela na mesa suja, puxou Beatriz para o colo, dedos ainda dentro do cu dela, mexendo devagar.
— Amanhã de novo — murmurou Vic, mordendo a orelha. — Mas dessa vez eu trago o strap-on de 22 cm. E tu vai engolir ele inteiro antes de eu arrombar teu cu na frente da janela.
Beatriz só conseguiu assentir, o corpo mole, a buceta ainda latejando, o cu escancarado e satisfeito.
A sala 407 cheirava a sexo bruto, suor e promessa de mais destruição.
E elas sabiam que voltariam. Sempre voltariam.





QUE DELICIA DE CU