Ela estava de quatro no colchão nu, sem lençol, joelhos abertos até doer, a bunda empinada como quem implora por porrada. A calcinha vermelha de algodão já tinha sido arrancada e estava jogada num canto, embolada e encharcada. Entre as nádegas morenas brilhava o cuzinho apertado, ainda seco, mas pulsando de antecipação nervosa.
Sara, de pé atrás dela, não usava nada além de uma cinta de couro preto com uma pica de silicone grossa e preta, 22 cm, veias marcadas, cabeça achatada e cruel. Ela cuspia na palma da mão e esfregava devagar no pau falso, olhando fixo pro buraco que já se contraía só de ser observado.
— Abre mais essa bunda, sua puta preguiçosa — Sara rosnou, voz baixa e rouca. — Quero ver o cu piscando antes de eu rasgar ele.
Lívia obedeceu na hora, levou as mãos pras nádegas e puxou com força, expondo tudo: a buceta inchada pingando fio grosso no colchão, o clitóris vermelho e duro, o cuzinho franzido implorando sem querer admitir.
Sara deu um tapa estalado bem no meio da bunda, depois outro, mais forte, deixando a marca dos cinco dedos. Lívia gemeu alto, o corpo todo tremendo.
— Fala que quer no cu hoje. Fala alto, vadia.
— Quero… quero no cu, Sara… por favor… mete tudo, não aguento mais esperar…
Sara riu cruel, posicionou a cabeça grossa bem na entrada seca e empurrou sem aviso, só com a saliva que tinha cuspido antes. Lívia gritou, o corpo tentando fugir pra frente, mas Sara segurou firme pelos quadris e puxou de volta, enterrando mais uns sete centímetros de uma vez.
— Isso, engole tudo, sua cadela gulosa. Relaxa esse cu apertado ou vai doer o dobro.
Lívia choramingava, lágrimas escorrendo, mas ao mesmo tempo rebolava devagar, tentando acomodar. Sara começou a bombear devagar no começo, só pra abrir caminho, depois acelerou, o barulho molhado da buceta dela pingando misturado com o estalo da carne batendo na carne.
— Toca teu clitóris enquanto eu fodo teu cu. Quero te ver gozando com essa rola preta esticando teu rabo.
Lívia obedeceu, dedos frenéticos no clitóris, três dedos enfiados na própria buceta enquanto o cu era arrombado sem dó. Sara segurou o cabelo dela como rédea, puxou forte pra trás, obrigando Lívia a arquear as costas ainda mais.
— Olha pra mim enquanto goza, sua porca. Quero ver tua cara de puta destruída.
Os olhos de Lívia encontraram os de Sara no espelho quebrado da porta do armário. Boca aberta, baba escorrendo no queixo, olhos vidrados de tesão e dor misturados. O orgasmo veio violento, corpo convulsionando, buceta jorrando um esguicho quente que molhou o colchão e as coxas de Sara. O cu apertou tanto em volta da rola que Sara quase gozou só com a pressão.
Mas ela não parou.
Tirou o pau do cu com um estalo molhado, virou Lívia de barriga pra cima com brutalidade e subiu em cima dela, sentando a rola ainda quente direto na boca aberta.
— Limpa, sua imunda. Chupa teu próprio cu da minha rola.
Lívia engasgou, olhos lacrimejando, mas chupou com vontade, língua rodando na cabeça, descendo até onde conseguia alcançar, o gosto forte e proibido enchendo a boca. Sara fodia a garganta dela sem dó, segurando a nuca, empurrando até o nariz encostar na barriga.
— Isso… engole até o talo… deixa eu foder essa boquinha de puta até tu ficar roxa.
Quando sentiu que Lívia estava quase sem ar, Sara saiu, deu dois tapas fortes no rosto dela (não muito fortes, mas o bastante pra arder e marcar) e desceu de novo, agora mirando a buceta escancarada.
Enfiou tudo de uma vez, até bater no fundo. Lívia gritou rouco, pernas tremendo no ar. Sara metia com força, o quadril batendo violento, a cinta esfregando o próprio clitóris dela a cada estocada.
— Goza de novo, vai. Goza enquanto eu te arrombo essa buceta cheia de porra imaginária. Imagina que é um macho desconhecido te enchendo, sua vadia tarada.
Lívia gozou outra vez, mais fraco, mas ainda jorrando, o corpo todo mole de tanto prazer forçado. Sara continuou metendo até o próprio orgasmo chegar — um gemido gutural, corpo tremendo, esfregando o clitóris na base da cinta com desespero até desabar em cima de Lívia, suada, ofegante, as duas coladas num bolo quente e melado.
Depois de alguns segundos de silêncio quebrado só pela respiração pesada, Lívia sussurrou, voz destruída:
— Da próxima… quero as duas coisas ao mesmo tempo. Cu e buceta cheios. E você me sufocando com essa buceta enquanto me fodem.
Sara sorriu devagar, mordeu o lóbulo da orelha dela com força suficiente pra deixar marca.
— Combinado. Mas só se você vier já algemada e com plug no cu desde a hora que acordar.
As duas riram baixo, sacanas, sabendo que a noite mal tinha começado e que o limite delas ainda estava muito longe de ser encontrado.




