A Putinha da Mamãe

Natalia tinha 47 anos e carregava aquele corpo que não mente: pele morena clara marcada pelo sol paulistano, abdômen com relevo suave de quem já fez milhares de pranchas, mas nunca virou escrava da academia. Os peitos pequenos caídos, tipo taças A generosas, bicos grandes e escuros apontando ligeiramente pra baixo. A buceta peluda, lábios externos fartos e escuros, clitóris grande e protuberante que ela nunca escondeu — pelo contrário, adorava ver pulsar quando se olhava no espelho.

Naquela tarde abafada de sexta-feira, o filho dela, Lucas, 21 anos, chegou mais cedo do trampo. Ele ainda morava em casa, e os dois já vinham dançando nessa linha fina há meses: olhares longos demais, roçadas "sem querer" na cozinha, ela de shortinho curtinho deixando a bunda quase toda de fora enquanto lavava louça, ele de cueca boxer marcando o pau meia-bomba toda manhã.

Ele entrou pela porta dos fundos e a encontrou na sala, jogada no sofá de couro sintético, pernas abertas em V preguiçoso, o short jeans surrado subindo até a virilha. A costura central já escura de molhado. Calceta preta de algodão simples encharcada, grudada nos lábios inchados.

— Caralho, mãe… de novo? — a voz dele saiu rouca, o pau já endurecendo dentro da calça jeans.

Natalia nem se deu ao trabalho de fechar as pernas. Olhou pra ele com olhos semicerrados, tesão puro, e afastou a borda do short e da calcinha pro lado com dois dedos, expondo tudo sem pudor.

A buceta apareceu sem cerimônia: pelos pretos grossos cobrindo quase tudo, lábios externos abertos e melados, clitóris inchado e projetado pra fora como se implorasse há horas. Maior que a média, rosado-escuro, brilhando de gosma.

— Vem cá, filhinho… — murmurou ela, voz baixa e safada. — Tá vendo como a buceta da sua mãe tá pedindo rola? Tá pingando desde que você saiu de manhã pensando nesse pau que você carrega.

Lucas largou a mochila no chão e já foi abrindo o zíper enquanto andava até ela. O pau saltou pra fora — grosso, veioso, cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Ele se ajoelhou entre as pernas abertas da mãe, segurou a base da própria rola e esfregou a cabeça melada bem no clitóris dela, de cima pra baixo, devagar.

— Porra, mãe… olha como tá inchado esse clitóris de puta… parece um mini-pau querendo gozar.

Natalia gemeu alto, quadril subindo sozinho pra encontrar a fricção.

— Me fode logo, seu filho da puta… enche a buceta da sua mãe de porra… eu quero sentir esse pau me rasgando.

Ele não esperou mais. Segurou as coxas dela com força, abriu mais ainda, e meteu de uma vez até o talo. O som molhado e obsceno ecoou na sala quieta. A buceta dela engoliu tudo, apertada e quente, os pelos pubianos grudando na base do pau dele.

— Caralho… que buceta gulosa… — grunhiu Lucas, começando a socar forte, sem dó, o saco batendo nos lábios dela a cada estocada.

Natalia arreganhou mais as pernas, quase rasgando o short nas costuras. Pés apoiados na mesinha de centro, joelhos dobrados, quadril levantado do sofá. Os peitinhos caídos balançavam loucamente a cada metida violenta. Ela puxou a regata larga pra cima, expondo os mamilos duros, e começou a apertar os próprios peitos com força, amassando a carne macia, puxando os bicos até esticar a pele.

— Isso, filho… fode sua mãe como se fosse uma vadia de rua… me chama de puta… me chama de tudo…

— Puta… sua puta velha… mamãe safada… abrindo a buceta pro próprio filho… — ele respondia entre dentes, acelerando o ritmo, o pau entrando e saindo coberto de creme branco que escorria pelas coxas dela.

Ela levou a mão até o clitóris, esfregando rápido em círculos curtos enquanto ele socava. O barulho era indecente: a buceta melíflua engolindo a rola, o saco batendo, os gemidos roucos dos dois.

Lucas segurou um peito dela com força, apertando até a pele ficar branca entre os dedos, depois puxou o mamilo com os dentes, mordendo sem dó. Natalia gritou de prazer misturado com dor, as coxas tremendo.

— Goza dentro, filho… enche sua mãe de porra quente… me engravida se quiser… fode até eu não aguentar mais…

Ele perdeu o controle. As estocadas ficaram brutais, curtas e profundas, o pau pulsando dentro dela. Natalia gozou primeiro: as coxas tremeram descontroladas, a barriga se contraiu em espasmos visíveis, um jato quente escapou ao redor do pau dele, molhando a virilha dos dois e o sofá. Ela rosnava, unhas cravadas nas costas dele.

— Isso… goza na mamãe… porra… enche…

Lucas urrou, enterrou até o fundo e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a buceta da mãe, transbordando, escorrendo pelos pelos pubianos grudados, pingando no couro sintético.

Ele continuou socando devagar enquanto gozava, prolongando, sentindo as contrações dela ordenhando cada gota. Quando finalmente parou, ficou ali, pau ainda semi-duro dentro dela, os dois ofegantes, suados, fedendo a sexo.

Natalia sorriu, cansada e saciada, passou a língua nos lábios secos e murmurou:

— Ainda não acabou, né, filhinho… a putinha da mamãe aguenta mais uma rodada.

Ela contraiu a buceta em volta dele de propósito, sentindo o pau endurecer de novo dentro dela, e puxou o rosto dele pra um beijo sujo, línguas se enroscando, saliva misturada com gosto de porra e buceta.

O sol da tarde entrava pela persiana, desenhando listras douradas nas coxas abertas, no pau ainda enterrado na mãe, na gosma escorrendo.

Fim.

Foto 1 do Conto erotico: A Putinha da Mamãe

Foto 2 do Conto erotico: A Putinha da Mamãe

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
A Putinha da Mamãe

Codigo do conto:
254493

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5