A Surra que Virou Festa

O silêncio da casa era quebrado apenas pelo som molhado de línguas se encontrando e dedos deslizando. Ana, aos 38 anos, corpo escultural de ébano brilhante, tinha a pequena Coco deitada de bruços no sofá da sala, shortinho de ginástica arrancado até os tornozelos. A loirinha de 19 anos gemia baixinho enquanto Ana enfiava dois dedos na bucetinha apertada dela, o polegar roçando o cuzinho enrugado só pra provocar.

— Shhh, minha putinha… mamãe não quer que a outra escute — Ana sussurrou, mordendo a orelha da enteada.

Coco rebolava, empinando a bundinha branca, implorando mais fundo. Fazia três semanas que as duas vinham se comendo escondido, sempre que Mocha, a esposa oficial de Ana, saía para o trabalho ou academia. Mocha era uma morena imponente, curvas generosas, olhar que fazia qualquer uma baixar a cabeça — inclusive Ana, que adorava ser colocada no lugar dela na cama.

Mas hoje Mocha chegou cedo.

A porta da frente abriu com violência. Passos firmes ecoaram pelo corredor. Ana congelou com os dedos ainda dentro de Coco, que soltou um gritinho de susto.

— Que porra é essa aqui? — A voz de Mocha cortou o ar como chicote.

Ana tentou improvisar. Puxou os dedos devagar, deixando um fio de lubrificação brilhando, e deu um tapa estalado na nádega de Coco, fingindo autoridade.

— Essa vadiazinha sujou o sofá de novo com tinta da arte dela. Tô dando uma surra pra aprender.

Coco, ainda de bunda empinada e buceta exposta, piscou confusa, mas entrou na peça. Mordeu o lábio e murmurou um “desculpa, madrasta…” bem convincente.

Mocha cruzou os braços, os seios pesados subindo com a respiração acelerada. Ela caminhou devagar até as duas, os saltos batendo no piso como sentença.

— Tinta, é? — Mocha se agachou, passou o dedo na entrada melíflua de Coco e levou até o nariz. — Cheira mais a puta excitada do que a tinta acrílica, Ana.

Ana engoliu em seco. Mocha se levantou, agarrou os cabelos cacheados da esposa e puxou sua cabeça pra trás.

— Você anda comendo minha enteada pelas minhas costas… e acha que eu não ia descobrir?

— Mocha, eu… — Ana começou, mas levou um tapa forte no rosto que a fez gemer de surpresa e tesão misturados.

— Cala a boca. — Mocha virou-se pra Coco. — E você, sua pirralha safada… acha que pode roubar minha mulher sem pagar o preço?

Coco abriu a boca pra responder, mas Mocha já estava puxando a loirinha pelos cabelos loiros, forçando-a a ficar de quatro no chão.

— Vocês duas vão aprender juntas.

Mocha sentou no sofá, abriu as pernas largas e puxou a saia justa pra cima, revelando que não usava calcinha. A buceta negra e inchada já brilhava de excitação.

— Primeiro, surra. Depois, pedido de desculpas… com a boca.

Ela agarrou Ana pelo pescoço e deitou a esposa sobre as próprias coxas grossas. O primeiro tapa na bunda de Ana ecoou alto. Ana gemeu alto, o corpo tremendo.

— Conta, vadia.

— Um… obrigada, amor…

Outro tapa, mais forte. A pele escura de Ana ficou vermelha rapidamente.

— Dois… obrigada…

Enquanto isso, Coco assistia de joelhos, os olhos vidrados, a bucetinha pingando no chão. Mocha percebeu.

— Vem cá, sua pirralha. Lambe minha buceta enquanto eu castigo sua cúmplice.

Coco obedeceu na hora. Enfiou a carinha entre as coxas de Mocha, lambendo com vontade, o nariz roçando o clitóris grosso. Mocha gemia alto, dando tapas ritmados em Ana, cada estalo fazendo a MILF rebolar e soluçar de tesão.

Depois de vinte palmadas ardidas, Mocha empurrou Ana pro chão, ao lado de Coco.

— Agora as duas. Me façam gozar gostoso… se fizerem direito, talvez eu deixe vocês se comerem na minha frente.

Ana e Coco se entreolharam, os rostos corados, e atacaram juntas. Ana chupava o clitóris de Mocha com devoção, enquanto Coco lambia e enfiava a língua no buraco melado. Mocha segurava as duas cabeças, fodendo os rostos delas alternadamente.

— Isso… minhas putas… chupem direitinho… mamãe vai perdoar vocês…

Quando Mocha gozou, foi violento. O corpo tremeu, ela apertou as coxas em volta das cabeças delas, molhando o rosto das duas com jatos quentes. Ana e Coco lamberam tudo, se beijando com a boca cheia do gosto de Mocha.

Mocha, ainda ofegante, abriu um sorriso predador.

— Agora deitem de quatro, bundas empinadas. Quero foder vocês duas com os dedos até implorarem.

Ana e Coco obedeceram na mesma hora, bundas coladas, uma preta perfeita e firme, a outra branquinha e delicada. Mocha enfiou quatro dedos em cada uma ao mesmo tempo, socando forte, o som molhado enchendo a sala.

— Quem é a putinha da mamãe agora? — Mocha perguntou, curvando os dedos pra acertar o ponto G das duas.

— NÓS! — elas gritaram juntas, gozando quase ao mesmo tempo, os corpos se contorcendo, os gemidos se misturando.

Mocha puxou os dedos melados e fez as duas chuparem, limpando tudo.

— Boa garotas… a partir de hoje, nada de esconderijo. Quando eu quiser, vocês duas vêm correndo… e quando eu mandar, se comem na minha frente enquanto eu assisto.

Ana e Coco, exaustas e satisfeitas, apenas assentiram, os olhos brilhando de tesão e submissão.

A casa nunca mais foi a mesma.

E elas nunca mais quiseram que fosse.

Foto 1 do Conto erotico: A Surra que Virou Festa

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Comentários


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coroa55bh Comentou em 24/01/2026

Momentos de prazer!! viver e aproveitar.....bom castigo!

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gatabisolteira Comentou em 23/01/2026

Estou disponível e desejosa para festas assim! Meninas é só entrar na DM!

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paupeladobh Comentou em 23/01/2026

Tem coisa melhor que 3 fêmeas no cio trepando gostoso?! Sonho de todo macho ! Votado de pau duro pra vc!




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
luna-blood

Nome do conto:
A Surra que Virou Festa

Codigo do conto:
252913

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/01/2026

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
5