— Shhh, minha putinha… mamãe não quer que a outra escute — Ana sussurrou, mordendo a orelha da enteada.
Coco rebolava, empinando a bundinha branca, implorando mais fundo. Fazia três semanas que as duas vinham se comendo escondido, sempre que Mocha, a esposa oficial de Ana, saía para o trabalho ou academia. Mocha era uma morena imponente, curvas generosas, olhar que fazia qualquer uma baixar a cabeça — inclusive Ana, que adorava ser colocada no lugar dela na cama.
Mas hoje Mocha chegou cedo.
A porta da frente abriu com violência. Passos firmes ecoaram pelo corredor. Ana congelou com os dedos ainda dentro de Coco, que soltou um gritinho de susto.
— Que porra é essa aqui? — A voz de Mocha cortou o ar como chicote.
Ana tentou improvisar. Puxou os dedos devagar, deixando um fio de lubrificação brilhando, e deu um tapa estalado na nádega de Coco, fingindo autoridade.
— Essa vadiazinha sujou o sofá de novo com tinta da arte dela. Tô dando uma surra pra aprender.
Coco, ainda de bunda empinada e buceta exposta, piscou confusa, mas entrou na peça. Mordeu o lábio e murmurou um “desculpa, madrasta…” bem convincente.
Mocha cruzou os braços, os seios pesados subindo com a respiração acelerada. Ela caminhou devagar até as duas, os saltos batendo no piso como sentença.
— Tinta, é? — Mocha se agachou, passou o dedo na entrada melíflua de Coco e levou até o nariz. — Cheira mais a puta excitada do que a tinta acrílica, Ana.
Ana engoliu em seco. Mocha se levantou, agarrou os cabelos cacheados da esposa e puxou sua cabeça pra trás.
— Você anda comendo minha enteada pelas minhas costas… e acha que eu não ia descobrir?
— Mocha, eu… — Ana começou, mas levou um tapa forte no rosto que a fez gemer de surpresa e tesão misturados.
— Cala a boca. — Mocha virou-se pra Coco. — E você, sua pirralha safada… acha que pode roubar minha mulher sem pagar o preço?
Coco abriu a boca pra responder, mas Mocha já estava puxando a loirinha pelos cabelos loiros, forçando-a a ficar de quatro no chão.
— Vocês duas vão aprender juntas.
Mocha sentou no sofá, abriu as pernas largas e puxou a saia justa pra cima, revelando que não usava calcinha. A buceta negra e inchada já brilhava de excitação.
— Primeiro, surra. Depois, pedido de desculpas… com a boca.
Ela agarrou Ana pelo pescoço e deitou a esposa sobre as próprias coxas grossas. O primeiro tapa na bunda de Ana ecoou alto. Ana gemeu alto, o corpo tremendo.
— Conta, vadia.
— Um… obrigada, amor…
Outro tapa, mais forte. A pele escura de Ana ficou vermelha rapidamente.
— Dois… obrigada…
Enquanto isso, Coco assistia de joelhos, os olhos vidrados, a bucetinha pingando no chão. Mocha percebeu.
— Vem cá, sua pirralha. Lambe minha buceta enquanto eu castigo sua cúmplice.
Coco obedeceu na hora. Enfiou a carinha entre as coxas de Mocha, lambendo com vontade, o nariz roçando o clitóris grosso. Mocha gemia alto, dando tapas ritmados em Ana, cada estalo fazendo a MILF rebolar e soluçar de tesão.
Depois de vinte palmadas ardidas, Mocha empurrou Ana pro chão, ao lado de Coco.
— Agora as duas. Me façam gozar gostoso… se fizerem direito, talvez eu deixe vocês se comerem na minha frente.
Ana e Coco se entreolharam, os rostos corados, e atacaram juntas. Ana chupava o clitóris de Mocha com devoção, enquanto Coco lambia e enfiava a língua no buraco melado. Mocha segurava as duas cabeças, fodendo os rostos delas alternadamente.
— Isso… minhas putas… chupem direitinho… mamãe vai perdoar vocês…
Quando Mocha gozou, foi violento. O corpo tremeu, ela apertou as coxas em volta das cabeças delas, molhando o rosto das duas com jatos quentes. Ana e Coco lamberam tudo, se beijando com a boca cheia do gosto de Mocha.
Mocha, ainda ofegante, abriu um sorriso predador.
— Agora deitem de quatro, bundas empinadas. Quero foder vocês duas com os dedos até implorarem.
Ana e Coco obedeceram na mesma hora, bundas coladas, uma preta perfeita e firme, a outra branquinha e delicada. Mocha enfiou quatro dedos em cada uma ao mesmo tempo, socando forte, o som molhado enchendo a sala.
— Quem é a putinha da mamãe agora? — Mocha perguntou, curvando os dedos pra acertar o ponto G das duas.
— NÓS! — elas gritaram juntas, gozando quase ao mesmo tempo, os corpos se contorcendo, os gemidos se misturando.
Mocha puxou os dedos melados e fez as duas chuparem, limpando tudo.
— Boa garotas… a partir de hoje, nada de esconderijo. Quando eu quiser, vocês duas vêm correndo… e quando eu mandar, se comem na minha frente enquanto eu assisto.
Ana e Coco, exaustas e satisfeitas, apenas assentiram, os olhos brilhando de tesão e submissão.
A casa nunca mais foi a mesma.
E elas nunca mais quiseram que fosse.





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