Olhos na Lente, Dedos na Buceta

O apartamento estava silencioso, exceto pelo leve clique da câmera no tripé. Ela ajustou os óculos no nariz, um gesto quase inconsciente, enquanto olhava diretamente para a lente como se fosse você ali, sentado na poltrona em frente.

Hopeless — era assim que ela assinava as fotos — usava apenas uma calcinha preta de renda fina e uma camiseta larga cinza que já tinha visto dias melhores. A barra da camiseta mal cobria a curva generosa da bunda, e cada vez que ela se mexia, o tecido subia um pouco mais, revelando a pele macia e a carne farta das coxas.

Ela começou devagar. Sentou na beirada da cama, pernas cruzadas, o joelho direito balançando preguiçosamente. A luz da janela lateral batia de lado, destacando o volume dos seios sob o tecido gasto. Sem sutiã. Os mamilos já estavam marcados, duros, denunciando o quanto ela estava gostando da própria provocação.

“Quer ver mais?” — murmurou ela para a câmera, voz baixa, rouca, como se realmente esperasse uma resposta.

Descruzou as pernas devagar, abrindo o suficiente para que a calcinha ficasse esticada contra os lábios inchados da buceta. O tecido escuro já tinha uma mancha sutil de umidade no centro. Ela passou a ponta dos dedos por cima, traçando o contorno devagar, sem pressa. A outra mão subiu até o peito, apertando o seio esquerdo por cima da camiseta até o mamilo ficar ainda mais evidente.

Então ela puxou a barra da camiseta para cima.

Os peitos caíram livres, pesados, naturais, balançando levemente com o movimento. Eram grandes o suficiente para transbordar das mãos dela, auréolas largas e rosadas, mamilos grossos apontando para frente como se implorassem por boca. Ela segurou os dois ao mesmo tempo, apertando, levantando, deixando-os cair de novo só para ver o balanço. Um gemido baixo escapou quando ela beliscou os mamilos com força, puxando até a pele ao redor ficar vermelha.

Ela se virou de lado, empinando a bunda para a câmera. A calcinha entrou entre as nádegas, revelando as curvas redondas e cheias, o tipo de bunda que faz qualquer um querer agarrar com as duas mãos e não soltar nunca mais. Ela deu dois tapas firmes na própria carne, o som ecoando no quarto. A pele tremeu, ficou rosada.

“Olha como ela fica vermelha rápido…” — disse, olhando por cima do ombro, mordendo o lábio inferior.

Deitou de bruços na cama, pernas abertas, bunda empinada. A calcinha agora estava encharcada, grudada na pele, delineando cada detalhe da buceta inchada. Ela levou a mão para trás, dedos deslizando por cima do tecido, esfregando o clitóris em círculos lentos. O quadril começou a rebolar sozinho, acompanhando o ritmo.

De repente ela rolou de costas, abriu bem as pernas e puxou a calcinha para o lado. A buceta apareceu inteira: lábios grossos, rosados, brilhando de excitação, clitóris inchado despontando no capuz. Ela separou os lábios com dois dedos, mostrando o interior molhado, rosado, pulsando.

“Quer ver eu gozar pra você?” — perguntou, voz tremendo de tesão.

Dois dedos entraram fundo de uma vez. Ela arfou alto, costas se arqueando. Começou a se foder com movimentos rápidos, o som molhado preenchendo o quarto. A outra mão voltou ao peito, apertando um seio com força enquanto os dedos entravam e saíam, cada vez mais rápido.

Os óculos escorregaram um pouco no nariz suado. Ela nem se importou.

O corpo inteiro começou a tremer. As coxas grossas se contraíram, os dedos dos pés se curvaram. “Porra… vou gozar… vou gozar…” — gemia entre dentes cerrados.

Quando o orgasmo veio, foi violento. Ela gritou baixo, corpo convulsionando, buceta apertando os próprios dedos enquanto um jato claro escorria por entre eles, molhando lençol e coxas. Os peitos subiam e desciam rápido com a respiração ofegante.

Por alguns segundos ela ficou ali, pernas abertas, mão ainda entre as coxas, dedos brilhando, peitos arfando, óculos tortos no rosto corado.

Então olhou direto para a câmera — direto para você — e deu um sorriso safado, quase inocente.

“Gostou do show? … Porque eu ainda não terminei.”

Ela se sentou, tirou a camiseta completamente e jogou de lado. Nua, exceto pela calcinha puxada para o lado, se inclinou para frente, peitos pendendo pesados, e sussurrou:

“Sua vez de mandar no próximo ângulo.”

Foto 1 do Conto erotico: Olhos na Lente, Dedos na Buceta

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Comentários


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pelotoque Comentou em 01/02/2026

Que delícia! Adoro mulheres que conhecem bem o próprio corpo e sabem proporcionar prazer a si mesmas. Sou admirador do prazer feminino que se torna ainda mais instigante quando alcançado pelas próprias mãos.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Olhos na Lente, Dedos na Buceta

Codigo do conto:
253666

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
01/02/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
5