Foi quando a porta rangeu.
Ela entrou quase na ponta dos pés, como se tivesse medo de ser pega. Cabelos ruivos presos num rabo de cavalo meio bagunçado, óculos enormes de armação preta escorregando no nariz pequeno, saia plissada do uniforme um pouco mais curta do que o regulamento permitia, meias até o joelho e a blusa branca com os primeiros botões abertos "sem querer". Sweetie. A aluna que tirava 10 em tudo... menos em comportamento.
— Professô... — a voz dela saiu fininha, quase um miado. — Eu... eu não tô entendendo nada dessa matéria. Pode me ajudar?
Eu levantei os olhos do monte de provas. Ela estava parada na frente da minha mesa, mordendo o canto do lábio inferior, balançando o corpo de leve de um lado pro outro. As coxas grossas se apertavam uma contra a outra como se ela estivesse segurando um segredo.
— Sweetie, as aulas de reforço acabaram há meia hora. E você nunca pediu ajuda antes.
Ela deu um passinho à frente, inclinou o tronco e apoiou as mãozinhas na borda da mesa. A blusa abriu mais um botãozinho sozinha. O sutiã de renda preta apareceu, contrastando com a pele branquinha.
— É que... eu não quero estudar hoje. — Ela baixou a voz num sussurro conspiratório. — Eu quero outra coisa.
Meu pau deu um pulo dentro da calça social antes mesmo do cérebro registrar o que ela tinha dito.
— Isso não é apropriado, aluna.
Ela riu baixinho, um som doce e sujo ao mesmo tempo. Tirou os óculos devagar, limpou as lentes na saia e colocou de volta, me olhando por cima da armação.
— O senhor sempre fala isso... mas seu pau fica duro toda vez que eu me abaixo pra pegar lápis no chão. Eu vejo, sabia?
Ela contornou a mesa sem pedir licença. Parou bem entre minhas pernas abertas. As mãozinhas pequenas subiram pelas minhas coxas, arranhando de leve o tecido.
— Me dá uma nota boa, professor... mas não no caderno. — Ela se ajoelhou devagar, os olhos grandes brilhando atrás dos óculos. — Me dá no fundo da boquinha primeiro.
Eu devia ter parado. Devia ter mandado ela embora. Em vez disso, minha mão foi parar no rabo de cavalo dela e puxou de leve, trazendo o rosto perto da minha braguilha já esticada.
Ela abriu o zíper com os dentes. O pau saltou pra fora, grosso e latejando. Sweetie lambeu os lábios como se estivesse vendo o melhor doce do mundo.
— Caralho... é maior do que eu imaginava — murmurou antes de engolir a cabeça inteira sem aviso.
A boquinha quente e molhada desceu até a garganta num movimento só. Ela engasgou de propósito, os olhos lacrimejando, mas não parou. Subia e descia babando tudo, fazendo barulhinho de sucção que ecoava na sala vazia. Uma mãozinha apertava minhas bolas, a outra se enfiava debaixo da própria saia, se esfregando por cima da calcinha.
— Porra, Sweetie... — escapei entre dentes.
Ela tirou o pau da boca só pra falar, baba escorrendo no queixo:
— Me chama de putinha, vai. Eu gosto.
— Sua putinha nerd safada... chupa direito.
Ela gemeu alto e voltou a engolir tudo, agora mais rápido, mais fundo. Os óculos escorregaram até a pontinha do nariz. Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos e fodi a boquinha como se fosse uma bucetinha, batendo na garganta até ela lacrimejar de verdade.
De repente ela se levantou, ofegante. Virou de costas, jogou o corpo sobre a mesa de provas, empinando a bunda. A saia subiu sozinha. A calcinha preta estava encharcada, grudada na pele.
— Me fode aqui mesmo, professor. Me enche de porra enquanto corrige minhas provas ruins.
Puxei a calcinha pro lado. A bucetinha rosada brilhava, os lábios inchados e abertos. Enfiei de uma vez, sem dó. Ela gritou misturando dor e prazer, as unhas arranhando a madeira da mesa.
— Isso! Me arromba! — pedia ela, rebolando contra mim.
Eu segurava os quadris dela com força, metendo fundo, sentindo a buceta apertada pulsar em volta do pau. Os óculos dela caíram na mesa, ela nem ligou. Só gemia alto, pedindo mais forte, mais rápido.
Virei ela de frente, levantei as pernas dela pros meus ombros. Agora eu via tudo: o rostinho corado, os peitinhos balançando pra fora da blusa aberta, a bucetinha engolindo meu pau inteiro a cada estocada.
— Vou gozar dentro, sua vadia... vou encher essa bucetinha de aluna safada.
— Goza, professor! Me engravida de nota 10! — ela gritou, gozando primeiro, o corpo tremendo todo, esguichando na minha barriga.
Não aguentei. Enterrei até o talo e gozei forte, enchendo ela de jatos quentes enquanto ela me apertava lá dentro, ordenhando cada gota.
Quando tirei, a porra escorreu pelas coxas dela, pingando no chão da sala. Sweetie sorriu, ainda ofegante, passou dois dedos na buceta melíflua e levou pra boca, chupando devagar.
— Acho que mereço um 10 agora, né professor?
Eu só consegui rir rouco, ajeitando a calça.
— Merece é suspensão... mas vai ganhar o 10. E amanhã... traz o uniforme de novo.
Ela piscou, colocou os óculos de volta e saiu rebolando, deixando um rastro de porra e perfume doce no corredor vazio.
Fim de aula.





Quero ver a nota da foda na bundinha dela💘