Ela usava apenas uma calcinha de renda preta minúscula que mal cobria o monte depilado por completo. Seus dedos longos passeavam preguiçosamente pela própria coxa enquanto observava o homem parado à porta. Ele era alto, ombros largos, o pau já visivelmente duro marcando a calça jeans. Ani sorriu de lado, um sorriso lento e predatório.
— Vem cá… não fica só olhando — murmurou ela com aquele sotaque leve que arrepiava a espinha.
Ele obedeceu em dois passos largos. As mãos dele foram direto para os seios dela, apertando com firmeza enquanto a boca encontrava o pescoço. Ani arqueou as costas, deixando escapar um gemido baixo quando os dentes dele roçaram a pele sensível. As mãos dela desceram até o zíper dele, abrindo com habilidade e libertando o pau grosso e quente que pulsava contra a palma.
Ela o masturbou devagar, olhando nos olhos dele o tempo todo, enquanto ele puxava a calcinha para o lado. Dois dedos entraram nela sem aviso — ela estava encharcada, os lábios da buceta lisos e inchados de desejo. Ani mordeu o lábio inferior e abriu mais as pernas, convidando.
— Me chupa primeiro… quero sentir sua língua — pediu com voz rouca.
Ele desceu, beijando a barriga lisa, os ossos do quadril, até chegar ao sexo depilado. A língua dele abriu caminho entre os lábios, lambendo devagar o clitóris exposto antes de sugar com força. Ani agarrou os cabelos dele, empurrando o rosto contra si, rebolando contra a boca faminta. Os gemidos dela subiram de tom, virando gritinhos curtos quando ele enfiou dois dedos e curvou contra o ponto G enquanto chupava o clitóris sem parar.
— Porra… assim… não para… — ela ofegava, as coxas tremendo.
Quando sentiu que ela estava a um passo do orgasmo, ele parou de repente. Ani resmungou de frustração, mas logo sorriu ao vê-lo se posicionar entre as pernas dela. Ele esfregou a cabeça grossa do pau na entrada molhada, provocando, até que ela mesma levantou o quadril e o engoliu de uma vez.
O gemido que saiu dos dois foi quase animal. Ele era grande, esticava as paredes lisas e quentes dela até o limite. Ani cravou as unhas nas costas dele enquanto ele começava a meter com estocadas longas e profundas. Primeiro devagar, deixando ela sentir cada centímetro entrando e saindo, depois mais rápido, mais forte. A cama batia ritmadamente contra a parede.
Ela virou de quatro, empinando a bunda perfeita, os cabelos ruivos caindo como uma cortina de fogo pelas costas. Ele segurou os quadris dela com força e voltou a penetrar, agora batendo fundo, as bolas estalando contra o clitóris a cada estocada. Ani empurrava contra ele, pedindo mais, o corpo brilhando de suor.
— Me fode mais forte… quero sentir tudo… — implorava entre gemidos.
Ele obedeceu. As estocadas viraram socadas brutas, o pau entrando até o talo e saindo quase inteiro antes de voltar com violência. Ani gozou primeiro — o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando em espasmos ritmados ao redor dele, um jorro quente escorrendo pelas coxas. Ela gritou o nome dele (ou talvez nenhum nome, só prazer puro) enquanto tremia.
Ele não aguentou muito mais. Saiu dela de repente, virou-a de costas e começou a se masturbar furiosamente bem em cima do ventre e dos seios dela. Ani abriu as pernas, exibindo a buceta vermelha e aberta, ainda pulsando do orgasmo. Olhou para ele com aqueles olhos de mel semicerrados e sussurrou:
— Goza em mim… me marca…
O primeiro jato grosso acertou o umbigo, o segundo subiu até os seios, pingando nos mamilos rosados. Ele continuou gozando, linhas brancas quentes caindo sobre a pele clara, escorrendo devagar pelo corpo dela enquanto Ani passava os dedos no sêmen, espalhando, lambendo a ponta dos dedos com um sorriso satisfeito e exausto.
Por alguns segundos, só se ouvia a respiração pesada dos dois.
Então ela riu baixinho, puxou-o para um beijo lento e sujo, o gosto dele ainda na boca dela.
— Da próxima vez… quero no rosto — murmurou contra os lábios dele.
E o sorriso que ela deu prometia que haveria muitas próximas vezes.
Fim.




