Gozei no Meu Irmão

A tarde estava morna em São Paulo, daquele tipo que faz o ar parecer melado e deixa a pele úmida antes mesmo de qualquer esforço. Adel tinha acabado de tomar banho. O cheiro de sabonete de lavanda ainda pairava no quarto pequeno, misturado com o perfume doce e um pouco enjoativo do creme corporal que ela passava nas pernas toda vez que queria se sentir particularmente safada.

Ela vestiu só o moletom cinza oversized que tinha roubado do armário do irmão mais velho, meses atrás, depois de uma daquelas noites em que eles cruzavam a linha que não deviam. O tecido era macio, gasto nas mangas, e caía até o meio da coxa. Por baixo? Nada. Nem calcinha, nem sutiã. Só a pele morena recém-depilada, lisa como seda, e o calor que subia devagar do ventre toda vez que pensava no que estava prestes a acontecer.

Adel se jogou na cama de bruços, o celular apoiado no travesseiro. Abriu a câmera frontal só para se olhar. Os olhos azuis, quase irreais contra a pele bronzeada, brilhavam com aquela mistura de safadeza e culpa proibida. Ela mordeu o lábio inferior e desceu o olhar pelo próprio corpo refletido na tela.

— Caralho, como eu tô gostosa hoje… — murmurou pra si mesma, voz rouca de quem sabia que o irmão, Lucas, estava no quarto ao lado, provavelmente já duro só de imaginar.

Ela dobrou uma perna, deixando o pé direito apontado para o teto. Os dedos longos, unhas pintadas de vermelho escuro, se abriram devagar. Sabia exatamente o efeito que seus pés causavam nele — aquele fetiche doentio que eles compartilhavam desde adolescentes, quando tudo começou com "brincadeiras inocentes". O arco alto, a pele macia sem uma marca sequer, o dedão ligeiramente mais comprido que os outros… tudo perfeito para ele babar. Ela flexionou os dedos, depois apontou com força, contraindo a sola até aparecerem aquelas linhas delicadas que pareciam convidar a boca dele.

Com a outra mão, puxou o moletom para cima devagar. O tecido subiu pelas coxas grossas, revelando primeiro a curva da bunda, depois a linha perfeita onde as nádegas se encontram com a parte de trás das coxas. Quando o moletom chegou na cintura, ela abriu as pernas em V preguiçoso. A buceta apareceu na tela do celular: lábios cheios, cor-de-rosa escuro contrastando com a pele morena, completamente depilada, brilhando de umidade natural — e de excitação pelo que viria.

Adel levou dois dedos até a boca, chupou devagar, deixando bastante saliva, e depois desceu a mão. Não tocou o clitóris de imediato — gostava de enrolar, de provocar. Passou as pontas dos dedos pela virilha, contornou os grandes lábios, pressionou de leve a entrada sem entrar. Um gemidinho baixo escapou, alto o suficiente para que Lucas ouvisse através da parede fina.

Ela virou de lado, ainda filmando. Agora dava pra ver o bico do peito esquerdo escapando pela gola larga do moletom. Ela pegou o mamilo entre polegar e indicador, apertou com força suficiente pra doer gostoso, e soltou. O peito balançou levemente. Repetiu o movimento várias vezes até o mamilo ficar vermelho-vivo e inchado.

— Porra… olha isso… — sussurrou, quase rindo de tesão, sabendo que ele estava escutando.

Então decidiu chamar ele de verdade. Mandou uma mensagem rápida: "Vem cá, maninho. Tô te esperando."

Lucas entrou no quarto segundos depois, a porta se fechando com um clique. Ele era alto, moreno como ela, olhos castanhos cheios de fome proibida. Vestia só uma cueca boxer preta, o pau já marcando o tecido, grosso e pulsando. Eles eram irmãos de sangue, mas isso só tornava tudo mais sujo, mais intenso — o tabu que os fazia gozar mais forte.

— Caralho, Adel... você não para, né? — grunhiu ele, se jogando na cama ao lado dela, as mãos já subindo pelas coxas dela.

Ela riu baixo, virando o celular para filmar os dois. — Vem, me mostra o quanto você quer essa irmãzinha safada.

Lucas não perdeu tempo. Agarrou os tornozelos dela com mãos firmes, puxando as pernas para cima, expondo os pés perfeitos. Ele lambeu a sola do pé direito devagar, do calcanhar até a base dos dedos, o gosto salgado de creme e suor misturado com o cheiro dela o deixando louco. Chupou o dedão com vontade, como se fosse um pau, mordendo de leve, enquanto olhava nos olhos azuis dela. Com a outra mão, ele enfiou dois dedos na boca dela, forçando ela a chupar, depois desceu para a buceta, esfregando a saliva entre os lábios inchados.

Enquanto isso, a mão livre dela encontrou o pau dele pela cueca. Ela apertou com força, sentindo a rigidez, o pré-gozo já vazando. — Tira isso, maninho. Quero sentir meu irmão me fodendo cru.

Lucas arrancou a cueca, o pau saltando livre — grosso, veias saltadas, cabeça vermelha de tesão. Ele se posicionou entre as pernas dela, mas primeiro brincou: esfregou a cabeça do pau nas solas dos pés dela, deixando trilhas de pré-gozo, enquanto ela gemia alto, os quadris se mexendo sozinhos.

— Porra, Lucas... me come logo, seu filho da puta... — rosnou ela, puxando ele pelo cabelo.

Ele obedeceu, enfiando tudo de uma vez, fundo, esticando a buceta apertada dela. O barulho molhado ecoou no quarto, misturado com os gemidos roucos dos dois. Ele metia com força, segurando os tornozelos dela abertos, as solas dos pés viradas para o rosto dele, lambendo e mordendo enquanto bombava. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem violentamente sob o moletom embolado.

Adel mudou de posição: ficou de quatro, bunda empinada para ele, pés dobrados para trás de forma que as solas aparecessem bem abertas. Era uma posição desconfortável, mas ela sabia que era mortal para o fetiche dele — e para o dela, imaginando o pau do próprio irmão a destruindo por trás.

Com uma mão sustentando o corpo, ela esfregava o clitóris com fúria, enquanto ele entrava e saía como um animal, o saco batendo contra ela a cada pancada. — Vai... me fode... me fode com força, maninho... enche essa buceta de porra da família...

Lucas rosnava, apertando a bunda dela com violência, deixando marcas vermelhas. — Você é minha, porra... minha irmã putinha... toma tudo...

Quando sentiu que estava perto, ela deitou de costas outra vez, pernas bem abertas, pés apontados para cima, envolvendo o pau dele com as solas enquanto ele metia mais fundo. Os dedos dos pés se contraíram forte, as solas enrugando de tensão. Ele esfregava o clitóris dela com o polegar, em movimentos rápidos e curtos, enquanto com a outra mão apertava o peito dela com brutalidade, torcendo o mamilo.

O orgasmo veio em ondas violentas para os dois.

Primeiro o abdômen dela se contraiu, depois as coxas tremeram, os pés se esticaram tanto que os dedos quase encostaram na cabeceira da cama. Um jato quente escapou dela, molhando o pau dele e os lençóis. Ela gritou alto, voz embargada, olhos azuis revirando: — Goza dentro, Lucas... me enche, caralho!

Ele obedeceu, gozando em jorros quentes, pulsando fundo na buceta da irmã, rosnando como um bicho enquanto mordia o ombro dela com força suficiente para deixar marcas.

Depois ficaram ali, ofegantes, moletom embolado na barriga dela, pernas entrelaçadas, pés ainda tremendo de leve, um sorriso safado surgindo nos dois enquanto olhavam para a câmera que ainda gravava.

— Gostou do show, maninho? — sussurrou ela, lambendo os próprios dedos melados misturados com a porra dele antes de encerrar a gravação.

E assim, com os corpos ainda pulsando e o quarto cheirando a sexo, lavanda e incesto proibido, Adel salvou o vídeo. Sabia que, mais tarde, quando estivesse com saudade dessa loucura familiar, ia abrir de novo… e talvez assistir com ele, para repetir tudo de novo, sem remorso.

Foto 1 do Conto erotico: Gozei no Meu Irmão

Foto 2 do Conto erotico: Gozei no Meu Irmão

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Foto 4 do Conto erotico: Gozei no Meu Irmão

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Gozei no Meu Irmão

Codigo do conto:
254225

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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