Ela entrou sem dizer nada. Só fechou a porta com cuidado, tirou a blusa e jogou no chão. O olhar dela foi direto para os seios de Anastasia — não havia como disfarçar a fome.
— Tá doendo de novo? — perguntou com a voz rouca, já se aproximando.
— Tá cheio… muito cheio hoje — Anastasia respondeu baixinho, quase gemendo a última sílaba.
Anastasia deslizou um pouco mais para baixo, abrindo mais as pernas sob o lençol fino. A outra mulher se ajoelhou na cama, entre as coxas dela, e segurou os dois seios com as mãos delicadas mas firmes, levantando-os levemente como se estivesse pesando o volume. Anastasia arqueou as costas no mesmo instante, um filete branco escapou do mamilo esquerdo e escorreu devagar pela curva inferior do peito.
Ela não resistiu. Abaixou a boca e capturou aquele fio com a língua antes que caísse no lençol. O gosto doce-salgado invadiu a boca dela. Anastasia soltou um suspiro longo e entrecortado.
— Chupa devagar… por favor… — pediu Anastasia, enfiando os dedos nos cabelos longos dela.
Ela obedeceu, mas só no começo.
Primeiro envolveu o mamilo com os lábios, sem sugar ainda, só aquecendo, lambendo em círculos lentos. O leite começou a pingar mais livremente, molhando o queixo dela. Quando finalmente fechou a boca e puxou com força, o jato quente acertou o céu da boca dela. Anastasia gemeu alto, as unhas cravando no couro cabeludo.
— Isso… assim… tira tudo… — Anastasia implorava, rebolando devagar contra o colchão.
Ela alternava: sugava forte por alguns segundos, depois soltava e deixava o leite escorrer pelos cantos da boca, lambendo o rastro que descia até a barriga de Anastasia. Depois voltava, mais faminta, trocando de seio, fazendo barulhinhos molhados que ecoavam no quarto silencioso.
Anastasia começou a se tocar enquanto ela mamava. Dois dedos deslizando entre os lábios inchados, o clitóris já durinho e escorregadio. Cada vez que ela puxava com mais força, Anastasia empurrava os quadris para cima, esfregando a buceta melada contra a própria mão.
— Você gosta, né? Gosta de me deixar toda molhada enquanto bebe… — Anastasia sussurrou, a voz tremendo.
Ela respondeu sem tirar a boca: um gemido abafado contra o seio, a vibração fazendo Anastasia estremecer inteira. O leite escorria agora em fios mais grossos, pingando no peito dela, no abdômen, misturando-se ao suor.
Quando os seios de Anastasia começaram a esvaziar um pouco, ela levantou o rosto, os lábios brilhando, o queixo molhado. Subiu o corpo e beijou Anastasia com força, compartilhando o gosto doce que ainda estava na língua dela. Anastasia gemeu dentro da boca dela, chupando a própria língua como se quisesse recuperar cada gota.
— Quero sentir você dentro de mim enquanto ainda tem leite saindo… — Anastasia pediu, puxando a calcinha dela para baixo e revelando o strap-on já posicionado.
Ela não respondeu com palavras. Só se posicionou, segurou os quadris de Anastasia e penetrou devagar, sentindo o calor apertado envolver cada centímetro do brinquedo. Anastasia gritou baixinho quando ela começou a se mover — estocadas lentas, profundas, sincronizadas com a boca voltando aos seios.
A cada empurrão, mais leite escapava. Pingava no peito dela, escorria pela barriga de Anastasia, molhava os lençóis. Ela chupava enquanto fodia, lambia enquanto metia mais forte. Os gemidos de Anastasia viraram choramingos contínuos, o corpo tremendo inteiro.
— Vou gozar… vou gozar com você mamando… — Anastasia avisou, a voz quase sumindo.
Ela acelerou, segurando os dois seios com as mãos, apertando enquanto sugava os dois mamilos alternadamente, o leite jorrando em pequenos esguichos a cada aperto. Anastasia arqueou o corpo inteiro, as coxas tremendo, e gozou gritando o nome dela, o líquido quente escorrendo pelos lados da buceta, misturando-se ao leite que ainda pingava dos seios.
Ela não aguentou mais. Deu mais algumas estocadas fundas, a boca cheia de leite, e gozou junto — o prazer do strap-on pressionando seu clitóris a cada movimento a levando ao limite — com um gemido rouco, o corpo todo tenso, esvaziando-se enquanto ainda lambia os últimos fios brancos que saíam de Anastasia.
Ficaram assim por longos segundos: ela ainda dentro, a boca encostada no seio agora quase vazio, as duas respirando pesado, molhadas de suor, leite e prazer.
Anastasia acariciou o rosto dela, sorrindo devagar.
— Amanhã vai estar cheio de novo… — sussurrou.
Ela só sorriu contra a pele de Anastasia, já lambendo a última gota que restava.





Que tesão esse conto né fez sentir. Mais um espetacular conto de sua autoria. Eu, como seu leitor assíduo, posso dizer que sua narrativa é muito boa. A construção do conto é fantástica... Nos faz entrar na cena como um espectador. Parabéns.