Danni caminhou devagar até o espelho de corpo inteiro, os quadris balançando em um ritmo preguiçoso. Vestia apenas uma lingerie preta minúscula que mal continha seus seios monumentais — copo 36G, pesados, redondos, com auréolas largas e escuras que pareciam chocolate derretido. Os mamilos já estavam duros, projetando-se contra o tecido fino como se pedissem para serem libertados.
Ela levou as mãos aos seios, apertando-os devagar, sentindo o peso delicioso transbordar entre os dedos. Um gemido baixo escapou de seus lábios cheios quando ela puxou o sutiã para baixo, deixando os peitos saltarem livres. Balançou o tronco de leve, vendo-os ondularem pesadamente no reflexo. “Olha só pra eles…”, murmurou para si mesma, voz rouca, quase um ronronar. “Tão grandes… tão macios… tão cheios de leite que nunca sai.”
Virou de lado, empinando a bunda redonda e firme. A calcinha fio-dental desaparecia entre as nádegas fartas, revelando a curva perfeita que fazia qualquer um querer agarrar com as duas mãos. Ela deu um tapa forte na própria carne, o som ecoando no quarto silencioso, e sorriu ao ver a marca rosada surgir na pele escura.
Então veio a parte que ela mais gostava.
Danni sentou na beirada da cama king-size, abriu bem as coxas grossas e puxou a calcinha para o lado. Seus lábios íntimos eram carnudos, escuros, inchados de excitação — uma “fat pussy” como os títulos gostavam de chamar. Ela passou dois dedos pela fenda molhada, abrindo-se devagar, expondo o interior rosa contrastando com a pele externa quase preta. O clitóris já estava inchado, pulsando visivelmente.
“Quer ver tudo, né?”, ela falou olhando diretamente para a lente invisível. “Quer ver como eu fico bem abertinha…”
Com as duas mãos ela agarrou os grandes lábios e os puxou para os lados, abrindo-se completamente. A entrada brilhava de umidade, contraindo de leve como se chamasse algo para dentro. Danni gemeu alto ao enfiar três dedos de uma vez, o som molhado preenchendo o quarto. Os seios balançavam a cada estocada forte que dava em si mesma, os mamilos roçando nos próprios braços.
Ela deitou de costas, ergueu as pernas bem alto e segurou os tornozelos, mantendo a buceta escancarada para o ar. A câmera pegava tudo: os lábios abertos, o clitóris latejando, o ânus franzido logo abaixo, os seios caindo para os lados do peito como duas montanhas macias. Começou a se masturbar com mais força, a outra mão apertando um dos mamilos até doer gostoso.
“Porra… olha como eu tô molhada… olha como essa buceta gorda engole tudo…” Ela ria entre gemidos, voz tremendo. “Quer meter aqui, né? Quer sentir esses lábios grossos apertando seu pau enquanto eu rebolo em cima…”
O orgasmo veio rápido e violento. Suas coxas tremeram, a barriga contraiu, e um jato quente escapou dela, molhando os lençóis. Danni gritou, mantendo-se aberta até o último espasmo, os dedos ainda dentro, sentindo as paredes pulsarem ao redor deles.
Quando finalmente relaxou, deixou as pernas caírem abertas, o peito subindo e descendo rápido, os seios enormes espalhados, brilhando de suor. Olhou para a câmera mais uma vez, lambeu os próprios dedos devagar, saboreando o gosto salgado e doce.
“Gostou do show?”, perguntou com um sorriso safado. “Porque eu ainda nem comecei de verdade…”
E então ela se virou de quatro, empinando a bunda para a lente, pronta para a próxima pose.
Fim.





Uma xana com par de peitos...hummm
Caralho quem é essa morena
Huuumm que dlç!🤤🤤 Bati uma punheta gostosa imaginando vc assim 😈😈🔥🔥