Marcos estava ali, olhos injetados, o maxilar travado. Na mão direita segurava o próprio celular dela, que ele tinha pego na sala enquanto ela tomava banho mais cedo. A tela ainda aberta mostrava o histórico de nudes trocados nas últimas semanas.
— Sua puta… — a voz saiu baixa, quase um rosnado. — Eu sabia. Eu sentia o cheiro de porra que não era minha na sua calcinha.
Carla tentou se levantar da cama, mas ele foi mais rápido. Em dois passos estava em cima dela, o peso do corpo prendendo-a contra o colchão. Ela abriu a boca para inventar alguma desculpa, mas ele tapou com a palma calejada.
— Cala a boca. Você vai falar só quando eu mandar.
Ele a virou de bruços com violência controlada. Rasgou a calcinha de um puxão, o tecido cedendo com um estalo seco. Carla gemeu, metade medo, metade excitação traiçoeira que subia pela barriga.
— Você gosta de dar essa buceta pra qualquer macho que aparece, né? — Ele segurou os pulsos dela atrás das costas com uma só mão, a outra já abrindo o zíper da calça. — Então agora vai aprender o que acontece quando o dono descobre.
O pau dele bateu contra a bunda dela antes mesmo de entrar. Estava duro como pedra, pulsando de raiva e tesão misturados. Ele cuspiu na palma, passou entre as nádegas e esfregou a cabeça grossa na entrada apertada do cu — lugar que ela nunca tinha deixado ele tocar direito antes.
— Marcos… espera… — ela sussurrou, o rosto afundado no travesseiro.
— Esperar? — Ele riu seco. — Você esperou quando estava de quatro pro seu personal trainer?
Sem aviso, ele empurrou. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o anel apertado. Carla gritou, o corpo arqueando. Ele não parou. Centímetro a centímetro, forçando caminho, até as bolas baterem contra a buceta molhada dela.
— Isso… grita mesmo. — Ele segurou os quadris com força, as unhas cravando na carne macia. — Essa bunda é minha. Só minha. E hoje ela vai pagar tudo que você andou dando pros outros.
Começou a meter com estocadas longas e brutas. Cada saída quase completa, cada entrada até o talo. O som das coxas dele batendo contra as nádegas dela enchia o quarto — clap, clap, clap ritmado e furioso. Carla choramingava, as lágrimas escorrendo, mas a buceta escorria tanto que pingava no lençol.
Ele puxou o cabelo dela para trás, obrigando-a a olhar para o espelho do guarda-roupa. Ali estava ela: rosto vermelho, boca entreaberta, olhos vidrados de prazer envergonhado. E atrás, o marido com cara de quem estava marcando território.
— Olha pra você… — ele grunhiu, acelerando. — Olha como fica linda levando rola no cu enquanto chora. Aposto que pro outro você gemia feito cadela no cio.
Carla tentou negar, mas só saiu um gemido quando ele deu um tapa forte na nádega direita. A pele ardeu, ficou vermelha na hora. Outro tapa. Outro. Ele alternava: estocada funda + tapa, estocada + tapa. A bunda dela tremia, as marcas dos dedos aparecendo em relevo.
— Fala que é minha puta — ele mandou, a voz rouca.
— Eu… sou… sua… puta… — ela conseguiu soluçar entre as metidas.
— Mais alto.
— EU SOU SUA PUTA, MARCOS!
Ele rosnou de satisfação. Soltou os pulsos dela só para abrir as nádegas com as duas mãos, olhando o próprio pau entrar e sair do buraco agora vermelho e dilatado. A visão o deixou louco. Ele meteu mais rápido, mais forte, o saco batendo contra o clitóris inchado.
— Vai gozar assim, não vai? Gozando com o cu arrombado pelo marido que você traiu…
Carla não respondeu com palavras. O corpo dela convulsionou primeiro. A buceta apertou o nada, o cu apertou o pau dele como um punho. Ela gritou alto, o orgasmo rasgando tudo por dentro. Ele sentiu o anel piscando em volta da glande e não aguentou.
Saiu do cu dela no último segundo, segurou a base e jorrou porra quente em jatos grossos pelas nádegas, pelas costas, até respingar no cabelo. Marcando. Reclamando. Punindo.
Quando terminou, ficou parado, respirando pesado, olhando o estrago: a bunda vermelha de tapas, o cu entreaberto pingando lubrificante e restos de gozo, a esposa deitada tremendo.
Ele se deitou ao lado dela, puxou o corpo mole contra o peito e sussurrou no ouvido, ainda com voz dura:
— Amanhã tem parte 3. E dessa vez você vai implorar.
Carla, exausta, só conseguiu fechar os olhos e sorrir de leve, sabendo que, no fundo, era exatamente isso que ela queria.
Fim.





Que delícia, Luna. Muito tesão nesse conto. Vou descontar no cuzinho da minha esposa hoje à noite.
Porque se ela trai é porque falta macho para possuir a puta que tem.💘