De bruços, queixo nas mãos, pés balançando devagar com as meias soquete brancas do uniforme de cheerleader ainda nos tornozelos, ela sabia que o marido estava ali — sentado na poltrona do canto, calado, pauzinho trancado na gaiolinha minúscula, olhos grudados na garotinha de 18 anos que ele chamava de esposa.
Thea virou de lado devagar, abrindo as pernas num ângulo obsceno, a saia plissada do uniforme de torcida já levantada até a cintura desde que chegara do treino. Olhou direto pra ele com aqueles olhos de mel carregados de desprezo carinhoso.
— Olha só pra você aí, corno… babando na sua líder de torcida particular antes mesmo de eu tirar a calcinha — murmurou ela, voz rouca e baixa de quem ainda tem o fôlego acelerado do último chute alto. — Sabe por que eu faço isso, né? Porque esse seu pauzinho ridículo nunca vai conseguir me abrir como os caras do time conseguem.
Com dois dedos puxou a borda da calcinha branca de algodão pro lado — a mesma que usava por baixo da saia curta durante os treinos —, expondo a bucetinha lisinha de adolescente, já melada só de lembrar dos olhares dos jogadores no vestiário.
— Olha como ela tá molhada… e nem toquei ainda. Imagina quando for um daqueles touros do time de futebol americano, pau grosso, daqueles que esticam de verdade uma garotinha como eu. Não esse seu dedinho murcho que mal entra.
Ela começou a circular o clitóris pequeno e inchado devagar, gemendo baixo só pra atormentar.
— Você gosta de ver sua cheerleader de 18 anos se masturbando, né, seu corno manso? Gosta de saber que sua menininha precisa de macho de verdade pra gozar gritando nos intervalos do jogo.
Thea rolou de quatro, empinando a bunda perfeita de líder de torcida pro marido, uma mão puxando a calcinha pro lado enquanto a outra voltava pros dedos. Penetrou-se devagar, só duas falanges, entrando e saindo enquanto rebolava na direção dele, imitando os movimentos sensuais que fazia nas apresentações.
— Olha bem, amor… olha como minha bucetinha de adolescente engole fácil. Com você eu tenho que fingir que tô sentindo alguma coisa. Com um bull de verdade? Eu grito, eu tremo, eu gozo tanto que molha o uniforme inteiro.
Esticou o braço pra mesinha e pegou o dildo de vidro — longo, grosso, veias marcadas, bem maior que o pau dele. Levou à boca primeiro, chupando com vontade, babando, olhando fixo pro marido enquanto lambia como se fosse um dos jogadores depois do treino.
— Isso aqui é mais parecido com o que eu mereço. Olha o tamanho… olha como enche minha boquinha de garotinha. O seu mal encosta na garganta. Patético pra caralho.
Lambeu devagar a extensão toda, deixando saliva escorrer pelo queixo, depois posicionou entre as pernas. A ponta fria encostou na entrada quente e apertadinha; ela arfou alto, voz de adolescente safada.
— Sente falta de ver como sua líder de torcida goza de verdade, corno? Então assiste.
Empurrou devagar, centímetro por centímetro, o corpo magrinho de 18 anos se arqueando enquanto o vidro a abria muito mais do que ele jamais conseguiria. Quando chegou ao fundo, parou, respirando pesado, peitinhos subindo e descendo rápido.
— Caralho… isso sim preenche uma adolescente como eu. Sente falta disso aqui dentro da sua menininha? Porque eu sinto. Todo dia depois do treino.
Começou a se foder. Lento no começo, deixando ele ver cada estocada esticando os lábios rosados e lisos. Depois acelerou, batendo forte, o som molhado misturado com os gritinhos agudos dela.
— Isso… isso é o que eu preciso, seu inútil! Um pau que me fode de verdade, que me faz tremer, que me deixa marcada. O seu? Nem coça minha bucetinha de cheerleader.
Virou de quatro outra vez, empinando mais a bundinha firme, uma mão no dildo socando por trás, a outra no clitóris esfregando rápido enquanto balançava os quadris como nos ensaios.
— Imagina se fosse ele agora… o quarterback alto e grosso que me come no carro depois do jogo. Aquele pau preto que eu mostrei a foto pra você. Ele ia me rasgar, ia me fazer gozar gritando o nome dele enquanto você fica aí olhando, trancado, pingando na gaiola.
O ritmo ficou brutal. Gotas de tesão escorriam pelas coxas bronzeadas de treino, pingando no lençol. O rosto dela vermelho, boca aberta num gemido contínuo de garotinha safada.
— Você nunca vai me fazer gozar assim, corno. Nunca. Esse dildo já é melhor que você… imagina um homem de verdade me enchendo enquanto eu uso o uniforme.
De repente congelou. Corpo inteiro tremendo. O orgasmo veio violento; coxas magrinhas se fecharam na mão, dildo enterrado até a base. Gritou rouco, voz aguda de adolescente: buceta pulsando visivelmente em volta do vidro, esguichando um jato claro que molhou o lençol e quase chegou nos pés dele.
— Isso… isso é gozo de verdade, seu corno filho da puta! — gritou entre espasmos, voz tremendo de prazer.
Puxou o dildo devagar, deixando sair com um “plop” molhado. Ficou deitada de costas, pernas bem abertas, mostrando tudo: lábios vermelhos, inchados, abertos, um riozinho branco escorrendo pro cuzinho apertado.
Olhou direto pro marido, olhos brilhando de prazer e crueldade.
— Gostou do show, corno? Viu como sua líder de torcida de 18 anos goza gostoso quando pensa em pau grande? — passou a língua nos lábios carnudos. — Porque mais tarde… eu vou trazer um de verdade pra casa depois do jogo. E você vai assistir tudinho, sentado aí na gaiolinha. Vai lamber minha bucetinha de adolescente cheia de porra alheia depois. Vai agradecer por eu te deixar ser meu limpador.
Ela riu baixo, satisfeita, ainda com as meias soquete nos tornozelos, enquanto o sol continuava dançando na pele suada e bronzeada de cheerleader.
— Agora fica quietinho aí… e pensa no quanto você é pequeno perto do que uma garotinha como eu merece.
O ar do quarto estava pesado de sexo, humilhação e promessa de mais. Muito mais.




