Confissão de Putas

AVISO IMPORTANTE
Este conto é ficção erótica hardcore NSFW e contém temas explícitos e pesados de:
Incesto (relação entre enteada e madrasta)
Profanação religiosa (sacrilégio envolvendo padre, noviça, confissão, mosteiro e símbolos católicos)
Dominação, degradação, sexo bruto, oral, anal, gozada facial e linguagem extremamente vulgar
Se você tem sensibilidade a incesto fictício, blasfêmia religiosa, conteúdo sexual explícito ou qualquer um desses elementos, NÃO LEIA.
Prossiga apenas se for maior de 18 anos e estiver confortável com esse tipo de material adulto extremo.
Você foi avisado.

O mosteiro de São Bernardo apodrecia em silêncio nas montanhas, um túmulo de pedra onde o ar cheirava a mofo, incenso velho e segredos podres. Padre Elias não era santo coisa nenhuma. Alto, ombros de touro, mãos grandes que já tinham quebrado nariz de homem e agora quebravam resistências de carne. A batina preta escondia um corpo feito para foder e punir.

Irmã Clara, 22 anos, noviça ainda intocada pelos votos finais, tinha cara de anjo e corpo de puta reprimida. Peitos pesados que esticavam o tecido áspero do hábito, bunda redonda implorando por palmada, buceta que babava só de ouvir uma voz grave mandar. Confessava sonhos onde era rasgada, enforcada pelos cabelos, usada até chorar. E chorava mesmo — de tesão.

Naquela tarde de chuva ácida, ele a chamou à sacristia.

— Tranca a porta, sua vadiazinha santa — ordenou sem virar o rosto.

Clara obedeceu tremendo, o clique da chave soando como sentença.

Ele se virou. Olhos de predador. Pau já duro marcando a batina.

— Ouvi você se esfregando ontem à noite. Dedos enfiados na bucetinha molhada, gemendo baixo como cadela no cio. Achou que eu não ia perceber?

Ela baixou a cabeça. Coxas se apertando.

— Perdoe-me, Padre… eu sou fraca.

Ele riu baixo, som sujo.

— Fraca? Você é uma puta enrustida vestida de véu. Ajoelha. Agora.

Clara caiu de joelhos no chão gelado. Ele abriu a batina com violência, arrancou a cueca preta. O caralho saltou grosso, veiudo, cabeça roxa inchada pingando pré-gozo. Cheiro forte de macho subiu até ela.

— Abre essa boca de noviça. Vai engolir o sacramento até vomitar se eu mandar.

Ele agarrou o véu como cabresto, puxou com força e enfiou até o talo. Clara engasgou na hora, baba escorrendo pelo queixo, lágrimas borrando o rosto. Ele não deu trégua — fodia a garganta dela como se fosse buceta, bolas batendo no queixo, grunhindo.

— Engole tudo, sua porca santa. Chupa como se sua salvação dependesse disso.

O som era grotesco: gluck-gluck-gluck molhado, engasgos, baba pingando no chão de pedra.

A porta rangeu.

Lívia, a madrasta, 38 anos, corpo de puta cara: peitos enormes quase rasgando a blusa preta, cintura fina, quadril largo de parideira, buceta depilada já escorrendo só de olhar a cena. Veio buscar a enteada, mas encontrou um banquete.

— Que porra de confissão é essa, Padre? — voz rouca, sorriso de vadia experiente.

Elias nem tirou o pau da boca de Clara. Só sorriu, cruel.

— Entra e tranca, sua cadela rica. Acho que você também tá precisando levar vara grossa pra lembrar quem manda.

Lívia trancou. Andou rebolando, saltos ecoando. Parou ao lado da enteada engasgando.

— Olha só minha menininha… já engolindo rola de padre como profissional.

Ela puxou o rosto de Clara pelo queixo babado, deu um tapa leve mas ardido.

— Abre mais a boca, querida. Deixa o homem te foder a garganta direito.

Elias puxou Clara pelos cabelos, levantou ela como boneca. Rasgou o hábito na frente com as duas mãos — tecido rasgando alto. Peitos saltaram livres, mamilos duros como pedrinhas. Ele torceu um com força até ela gritar.

— Tira essa calcinha imunda — mandou.

Clara arrancou a peça ensopada. A buceta brilhava, lábios inchados, clitóris pulsando.

Lívia ergueu a própria saia. Sem calcinha. Buceta carnuda, molhada, pingando na coxa.

— Vamos ver quem aguenta mais pau, enteada ou madrasta?

Elias agarrou Clara pela nuca, jogou ela de quatro sobre o altar improvisado de madeira. Cuspiu na mão, esfregou no pau e alinhou na entrada apertada.

— Reza, noviça. Reza enquanto eu te rasgo.

Enfiou de uma vez, sem dó. Clara gritou alto, corpo arqueando, unhas arranhando a madeira. Ele segurou os quadris com força bruta e meteu fundo, estocadas que faziam os ovos baterem no clitóris dela. Cada socada arrancava um grito rouco.

Lívia se ajoelhou embaixo, chupando o clitóris da enteada enquanto o pau do padre entrava e saía, lambendo os dois ao mesmo tempo, língua imunda roçando bolas e buceta.

— Fode ela mais forte, Padre. Faz essa putinha gozar gritando blasfêmia.

Clara gozou descontrolada, esguichando no rosto da madrasta, corpo tremendo, soluços misturados com gemidos. Elias saiu dela, pau brilhando de creme branco dela.

Virou Lívia de bruços na mesa, peitos esmagados contra madeira. Abriu as nádegas dela com as duas mãos e cuspiu no cu apertado.

— Você veio sem calcinha… queria levar no cu, não é, sua vadia?

— Queria — ela gemeu. — Me fode o cu até eu não conseguir sentar.

Ele forçou a entrada sem piedade. Lívia urrou, dor e prazer misturados. Ele meteu até as bolas, segurando-a pelos cabelos loiros como rédea. Fodia o cu dela com estocadas brutais, mesa rangendo, peitos dela batendo na madeira.

— Chupa ela, Clara. Lambe a buceta da sua madrasta enquanto eu arrombo o cu dela.

Clara obedeceu, rosto enfiado entre as coxas de Lívia, chupando o clitóris inchado, enfiando língua na buceta encharcada enquanto o pau do padre destruía o ânus da mulher.

Lívia gozou berrando, apertando o cu em volta do caralho, corpo convulsionando.

Elias puxou pra fora, virou as duas de joelhos lado a lado.

— Abre a boca, as duas. Línguas pra fora.

Masturbou o pau grosso duas vezes e gozou forte — jatos grossos e quentes acertando rosto, língua, véu de Clara, peitos de Lívia. Sêmen escorrendo pelo queixo, pingando nos hábitos rasgados.

— Engole o que conseguir — ordenou.

Elas lamberam uma à outra, línguas recolhendo o gozo do rosto da outra, beijo sujo misturado com porra.

Silêncio pesado depois. Só respiração ofegante e cheiro forte de sexo, suor e sêmen.

Padre Elias ajeitou a batina calmamente.

— Pecados perdoados… até a próxima confissão. E na próxima eu quero as duas de quatro, implorando pra levar mais forte.

Clara e Lívia se olharam — olhos brilhando de tesão e cumplicidade pervertida.

O mosteiro permanecia mudo lá fora.

Lá dentro, toda semana, Deus era blasfemado em altos gemidos.

Fim.

Foto 1 do Conto erotico: Confissão de Putas

Foto 2 do Conto erotico: Confissão de Putas

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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Confissão de Putas

Codigo do conto:
254039

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5