Este conto contém sexo anal hardcore sem limites: penetração brutal com rola grossa até o talo, dilatação forçada e extrema, plug anal monstro de tamanho absurdo, dupla ocupação (plug no cu + pau na buceta), estocadas violentas sem piedade, gozada profunda enchendo o cu até escorrer, dor intensa misturada com prazer insano, cu aberto, inchado e hipersensível por dias.
Se você não curte dor, humilhação verbal pesada, destruição anal real e zero piedade, NÃO LEIA.
Só para quem gosta de ser arrebentado de verdade.
Você foi avisado.
Ela entrou no apartamento já com cara de quem veio pra ser destruída. O short jeans era tão curto e apertado que metade da bunda ficava de fora, as laterais da calcinha fio-dental marcando a carne. A regatinha preta fina colava nos peitos duros, mamilos furando o tecido sem vergonha. “Hoje eu quero ser arrebentada de verdade”, jogou, virando de costas, empinando até o short subir mais e expor quase tudo. “Pode vir com força, sem piedade.”
Ele nem respondeu. Só avançou, agarrou as nádegas com as duas mãos como se fossem dele por direito, abriu com violência, enfiou o rosto entre elas e deu uma lambida longa e possessiva do cuzinho até a buceta encharcada. Depois se levantou, segurou o pescoço dela com uma mão e falou bem perto do ouvido:
“Você vai implorar pra eu parar. E eu não vou parar.”
Jogou ela de bruços na cama, rasgou o short com um puxão seco — o tecido rasgando alto —, arrancou a calcinha de uma vez e deixou a regatinha levantada nos ombros. De quatro, exposta, já tremendo. Ele pegou o lubrificante, despejou um jato frio direto no cu piscando e enfiou três dedos sem aviso. Entrou até a base, girou, abriu em tesoura, forçando o anel a ceder rápido. Ela gritou, o corpo arqueando, mas empinou mais, traindo o quanto queria aquilo.
“Olha pro espelho, sua vadia. Quero que veja sua cara de puta sendo aberta.”
Ela obedeceu, olhos vidrados, boca aberta babando no lençol. Ele mostrou o pau: grosso pra caralho, veias saltadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Encostou a glande no anel já vermelho e empurrou sem dó. A entrada foi lenta só no começo — dois, três centímetros —, depois ele travou os quadris dela e meteu até o talo num movimento bruto. O grito dela foi rouco, animalesco. Ele segurou firme e começou a socar de verdade: saída quase toda, entrada violenta até bater os ovos na buceta molhada.
Cada estocada fazia as nádegas tremerem, a pele ficando vermelha dos tapas que ele dava enquanto metia. “Aguenta, caralho. Você pediu pra ser fodida como buraco de posto.”
Puxou o cabelo dela pra trás, obrigando-a a encarar o reflexo: rosto destruído de prazer e dor, lágrimas escorrendo, boca babando, cu esticado ao redor da rola grossa que entrava e saía sem parar. Ele alternava: socava fundo, parava todo dentro, girava o quadril pra esfregar as veias nas paredes internas, depois metia mais rápido, mais forte, até o som molhado e os tapas ecoarem pelo quarto.
Depois de uns 25 minutos de destruição anal sem pausa, ele saiu de repente. O cu dela ficou aberto, vermelho vivo, pulsando, incapaz de fechar. Ele pegou o plug — um monstro preto de 7 cm de diâmetro na parte mais larga, base larga pra não escapar. Lubrificou só na ponta e começou a forçar.
“Não… porra… tá muito grosso…” ela choramingou, mas empinou mais.
“Calada.” Ele empurrou com força. Quando a parte mais larga passou o anel, ela gritou alto, o corpo todo convulsionando. Ele não parou: girou, empurrou mais, até a base bater na pele ardida. O cu estava grotescamente dilatado ao redor do brinquedo.
Sem tirar o plug, ele voltou a meter na buceta. A pressão dupla era insana — o plug comprimia as paredes e fazia o pau dele sentir tudo mais apertado. Ela gozou na terceira estocada, esguichando forte, pernas tremendo tanto que quase caiu. Ele segurou pelos quadris e continuou socando, ignorando os orgasmos seguidos, os gritos virando soluços roucos.
“Mais… mais forte… me fode até eu apagar, caralho…”
Ele tirou o plug num puxão violento — o anel esticou ao máximo e voltou com estalo audível, deixando-a escancarada. Voltou pro cu agora hipersensível, metendo até bater fundo, sem dó. As últimas estocadas foram brutais: segurou o pescoço dela contra o colchão, socou com força total, ovos batendo, até gozar jatos grossos e quentes bem no fundo, enchendo o intestino enquanto ela tremia num orgasmo que parecia não acabar.
Quando terminou, saiu devagar. O cu ficou aberto uns bons segundos, vermelho escuro, inchado, sêmen grosso escorrendo em fios lentos pelas coxas. As nádegas cheias de marcas de dedos, vermelhas e quentes.
Ela tentou se virar, gemeu alto de dor só de encostar a bunda no colchão e caiu na risada rouca, destruída.
“Porra… eu disse que aguentava…”
Ele passou a mão de leve na carne inflamada, sorrindo sádico.
“Você não vai cagar direito por três dias, sua putinha. E sabe o que vem semana que vem?”
Ela ergueu os olhos marejados, sorriso torto de quem já estava viciada na dor.
“A rola maior… e o dobro de brinquedo.”
Ele deu um tapa leve (mas ardido) na bunda aberta.
“Exato. E dessa vez eu filmo. Pra você ver depois quantas vezes você implorou pra eu parar… e continuou empinando.”
Ela riu baixo, já se contorcendo de antecipação apesar da dor insana.
“Então marca na porra da agenda. E traz dois plugs dessa vez.”
Fim.




