Hiro pairava sobre ela, nu da cintura para baixo, o pau monstruoso balançando pesado entre as pernas musculosas. Grosso como um antebraço, veias inchadas pulsando como serpentes sob a pele esticada, a glande vermelha e babando pré-porra grossa que escorria até o saco depilado e cheio. Ele segurava um chicote de couro trançado na mão direita, o rosto marcado por um sorriso sádico, os olhos escuros fixos na putinha tremendo debaixo dele.
— Você é uma vadia patética, Kira — rosnou ele, a voz grave ecoando no quarto fedorento. — Tão pequena, tão frágil... Mas adora ser destruída por algo que mal cabe em você.
Kira gemeu alto, os olhos castanhos suplicantes rolando para cima enquanto ele traçava a ponta do chicote pela barriga dela, descendo até roçar a clitóris inchada. Ela era minúscula — 1,55 m de pura submissão japonesa, pele leitosa marcada por hematomas antigos, cabelos pretos emaranhados grudados no suor do rosto. Seus dedos dos pés se contraíam nas algemas, unhas pintadas de vermelho implorando por atenção.
Hiro largou o chicote e agarrou o pauzão com uma mão, batendo a glande pesada contra a cara dela. O impacto molhado fez saliva voar, e Kira abriu a boca faminta, língua esticada como uma cadela no cio. Ele enfiou sem piedade, forçando a cabeça grossa pela garganta apertada dela, ignorando os engasgos violentos que faziam lágrimas escorrerem pelos olhos maquiados borrados.
— Engole tudo, sua puta — grunhiu ele, segurando a nuca dela com força bruta, fodendo a boca como se fosse uma boceta descartável. O som era nojento: gluck-gluck-gluck, saliva grossa misturada com bile escorrendo pelos cantos dos lábios esticados ao limite, pingando nos peitos tremendo.
Kira engasgava, o corpo convulsionando nas amarras, mas os quadris dela se erguiam involuntariamente, a buceta contraindo vazia, implorando por mais humilhação. Hiro alternava: tirava o pau babado da garganta dela, batia na cara vermelha com ele — plap-plap-plap — depois enfiava de novo, mais fundo, até sentir a contração do esôfago apertando como um punho.
— Olha pra você... Chorando como uma vadia quebrada — zombou ele, cuspindo no rosto dela enquanto bombava. — Mas aposto que sua xoxota tá encharcada só de pensar no que vem depois.
Ele puxou o pau para fora com um pop úmido, o membro latejando vermelho, coberto de fios de saliva grossa. Kira tossiu, ofegante, a boca inchada e vermelha, mas os olhos brilhavam com luxúria masoquista. Hiro desceu a cama, posicionando-se entre as pernas abertas dela, as algemas rangendo contra os postes de metal.
Primeiro, ele esfregou a glande enorme na entrada da buceta, esticando os lábios rosados ao redor da grossura impossível. Kira gritou quando ele forçou a entrada, centímetro por centímetro, rasgando-a por dentro com um prazer agonizante. — Grande... Demais... Me quebra! — berrou ela, as unhas cravando nas palmas enquanto o pau invadia, esticando as paredes apertadas até o limite, o útero sentindo a pressão brutal.
Hiro não parou. Socava fundo, cada estocada fazendo o corpo dela quicar nas amarras, os peitinhos balançando violentamente, os piercings tilintando. Ele agarrou os pés dela, pequenos e delicados, forçando-os para cima e lambendo as solas suadas, mordendo os dedinhos enquanto fodia mais forte. — Seus pezinhos fedorentos... Tão sujos, tão perfeitos pra uma escrava como você — murmurou ele, chupando o dedão como se fosse um pau minúsculo, enquanto o quadril martelava sem misericórdia.
Kira gozou primeiro, o corpo arqueando em espasmos, esguichando jatos quentes pela coxa dele, molhando a cama imunda. Mas Hiro continuou, virando-a de bruços com as algemas ainda presas, empinando a bundinha redonda marcada por vergões vermelhos do chicote anterior.
Agora era a vez do cu. Ele cuspiu na roseta apertada, forçando dois dedos grossos para dentro, esticando sem lubrificante, fazendo-a uivar de dor e prazer misturados. — Relaxe, sua anal-whore — ordenou, alinhando o pauzão e empurrando. A entrada resistiu, mas ele forçou, a glande rompendo o anel apertado com um pop doloroso, enchendo o reto dela com grossura pulsante.
— Aaaah! Me fode no cu, mestre! Me enche de porra! — gritou Kira, o rosto enterrado no travesseiro sujo, lágrimas misturadas com maquiagem escorrendo enquanto ele socava fundo, as bolas batendo contra a buceta ainda pulsante.
Hiro acelerou, o suor pingando das costas dele, as mãos apertando a bunda dela com força suficiente para deixar marcas. Ele gozou como um animal, jatos grossos e quentes inundando o cu apertado, vazando pelos lados enquanto ele bombava mais algumas vezes, esvaziando tudo.
Puxando para fora, o pau saiu sujo, latejando, e ele forçou Kira a virar, enfiando na boca dela de novo. — Limpa sua bagunça, vadia — rosnou, fodendo a garganta até ela engolir cada gota restante.
Exausta, Kira sorriu debilmente, o corpo marcado e melado de fluidos. — Mais... Me use mais... — sussurrou, os olhos implorando por outra rodada de degradação.
Hiro riu baixo, pegando o chicote de novo. — Ah, a noite mal começou, sua putinha quebrada.
E os sons de carne batendo, gemidos roucos e chicotadas ecoaram pelo quarto, sem fim à vista.



As orientais, como são lindas, dedicadas, deliciosas, carinhosas, são mulheres que sempre tem alguma coisa mais a oferecer e a pedir que se faça, são divinas. votado e aprovado