O quarto cheirava a sexo antecipado e morango químico. A luz do abajur pintava tudo de âmbar sujo, quase cor de mijo velho. Clara já estava posicionada há uns bons vinte minutos: de quatro, testa colada no travesseiro, joelhos bem abertos, coluna quebrada num arco obsceno. Tinha passado a tarde se esfregando com bucha vegetal até a pele ficar vermelha e sensível, depois passou lâmina até não sobrar um único pelo — nem na xota, nem na roseta, nem na linha fina que subia até o umbigo. O cu dela piscava sozinho, exposto, já lubrificado com saliva dela própria de tanto que tinha se dedado antes dele chegar.
Lucas entrou sem dizer nada no começo. Só colocou a tigela de vidro grosso na mesinha de cabeceira com um baque. Dentro, um mar de gomas mordidas, coloridas, brilhando como puta barata de neon: vermelho-sangue, verde-veneno, amarelo-mijo, azul-céu-de-prostituto. O cheiro doce enjoativo invadiu o ar quente.
Ele tirou a camisa com raiva, jogou no chão. O pau já estava duro dentro da calça, marcando. Abriu o zíper devagar só pra torturar.
— Abre mais essa bunda, sua vadia gulosa.
Clara obedeceu na hora. As duas mãos foram pras nádegas, separou com força, os polegares quase dentro do cu, expondo a roseta rosada que já se contraía de expectativa. Ele pegou o frasco de óleo comestível de morango, espremeu um jato grosso direto na abertura. O líquido escorreu em fios grossos, pingando na buceta antes mesmo de chegar no cu. Lucas esfregou com dois dedos sem cerimônia, empurrando o óleo pra dentro, girando, abrindo. O som era molhado, indecente.
Primeira goma: vermelha, grande. Ele pressionou contra o anel, girou de leve. Clara soltou um grunhido rouco quando sentiu ela forçar a entrada. Não foi gentil. Ele empurrou com o indicador até o segundo nó, sentindo o músculo ceder e engolir. Ela arqueou mais, gemeu alto.
— Mais fundo, caralho… me enche.
Ele não parou. Goma atrás de goma. Algumas escorregavam fácil, outras precisavam de dois dedos pra forçar passagem. Quando o cu já estava frouxo o suficiente, ele enfiava três dedos junto com a goma, empurrando tudo pra dentro num movimento bruto. Contou mentalmente: 15, 20, 28… parou quando sentiu a resistência interna dela começar a ficar dura, lotada. O anel estava inchado, vermelho, brilhando de óleo e saliva.
O resto das gomas ele esmagou nas mãos e esfregou na bunda toda. Passou pelas nádegas, pelas coxas, na xota escancarada, no clitóris pulsando. Deixou cair de propósito em cima do cuzinho aberto, algumas rolaram pra dentro sozinhas. A bunda dela virou uma bagunça pegajosa: cores berrantes grudadas na pele morena, escorrendo devagar, pingando no lençol caro.
Ele se abaixou e lambeu como animal. Língua inteira da buceta até o cóccix, coletando açúcar e gosto dela. Quando chegou no cu, enfiou a língua sem dó, forçando pra dentro, empurrando as gomas mais fundo ainda enquanto chupava as que estavam na borda. O sabor era uma mistura doentia de morango falso, lubrificante e cu quente. Clara tremia inteira, babando no travesseiro.
— Goza, sua porca. Goza lambendo teu próprio cu doce.
Ela gozou gritando, corpo todo em espasmo, o cu se contraindo e cuspindo algumas gomas pra fora. Elas caíram meladas no colchão. Lucas pegou as que saíram, enfiou de volta com força, socando com três dedos enquanto batia na bunda com a outra mão, deixando marcas vermelhas.
— Agora vira de costas. Quero ver tua cara enquanto te fodo com elas dentro.
Clara se virou rápido, pernas bem abertas, joelhos dobrados contra o peito. A xota escancarada pingava. O cu ainda aberto, vermelho, com gomas coloridas visíveis na borda. Lucas se posicionou entre as coxas, segurou o pau pela base e esfregou a cabeça melada na entrada do cu. Empurrou devagar no começo, só pra sentir as gomas se esmagarem e se espalharem ao redor da glande. O atrito era absurdo: quente, pegajoso, elástico, doce.
Quando meteu até o talo, as duas gemeram ao mesmo tempo. Cada estocada fazia mais gomas escaparem, grudarem nas bolas dele, nas coxas dela, no lençol. O barulho era nojento e perfeito: ploc-ploc-ploc molhado misturado com o estalo da pele batendo. Ele segurou os tornozelos dela, abriu mais, meteu com força, sentindo as gomas se desfazendo, virando uma pasta quente dentro dela.
— Tá sentindo elas se esmagando no teu cu, sua puta? Tá sentindo meu pau te recheando de açúcar e porra?
Clara só conseguia gemer sílabas desconexas, olhos revirando. Ele mudou de buraco sem avisar: tirou do cu, enfiou na buceta até o fundo, depois voltou pro cu, alternando rápido, levando a pasta colorida de um buraco pro outro. No final ela gozou de novo, esguichando forte, misturando tudo: porra, óleo, gomas derretidas, xixi de tanto tesão.
Lucas gozou dentro do cu, jatos grossos que empurraram o resto das gomas pra fora junto com o sêmen branco escorrendo em fios melados e coloridos. Quando saiu, o cu dela ficou aberto uns segundos, pulsando, cuspindo uma mistura grotesca de doce, porra e óleo que escorreu devagar pela bunda e pingou no lençol destruído.
Os dois caíram de lado, ofegantes, sujos, melados. A tigela ainda tinha mais da metade das gomas.
Ele pegou uma amarela, colocou na boca dela.
— Engole. Próxima rodada começa em dez minutos. E dessa vez eu quero ver você botar todas de volta com a boca.
Clara sorriu com os lábios inchados, já lambendo os dedos dele.
Fim.




Estou com muito desejo por mais contos assim ! Gozei demais
Que tesão ! Adoro enfiar coisas no cu dela ! Lamber cú tambem ! Principalmente com cheiro forte de cu . Enfiar o dedo dentro do cu delas e sentir a meu dedo amassar a bosta dentro do cu delas . Aí que tesão ! Tirar coisas do cu dela e comer . Também provar um pouco do coco dela