Ela começou vestida de vermelho — aquele tom vinho escuro que grudava na pele clara salpicada de sardas como sangue fresco. O vestido era curto pra caralho: subia pelas coxas a cada passo, deixando à mostra a curva das pernas finas e a promessa da bunda pequena e empinada. Sem calcinha por baixo. Nunca usava quando planejava isso.
Parou bem no centro do quarto, de frente para a janela aberta. Olhou direto para o prédio em frente, procurando olhos. Encontrou alguns. Um homem de camisa social parou de digitar no notebook e ficou olhando. Uma garota na varanda vizinha baixou o celular devagar, boca entreaberta.
Jia sorriu — um sorriso lento, safado, de quem sabe exatamente o que está fazendo.
Passou as mãos pelos cabelos ruivos flamejantes, jogando-os para trás para expor o pescoço longo e vulnerável. Depois agarrou as alças finas do vestido e puxou as duas ao mesmo tempo. O tecido desceu num só movimento, roçando os mamilos já duros como pedrinhas rosadas antes de se amontoar nos tornozelos. Seus peitinhos pequenos ficaram livres, empinados, auréolas clarinhas quase sumindo na pele leitosa. Ela não cobriu nada. Pelo contrário: levou as mãos até eles, apertou com força, puxou os bicos até ficarem vermelhos e doloridos, gemendo alto o suficiente para atravessar a rua.
Virou de lado, mostrou o perfil: cintura fina, barriga lisa, a curva delicada dos quadris estreitos. Depois virou de costas para a janela, empinou a bundinha pequena e perfeita, abriu as pernas em V e se curvou para frente, deixando a bucetinha lisinha e molhada completamente exposta para quem estivesse olhando. A faixa fina de pelos ruivos apontava como uma seta suja para o clitóris inchado e vermelho.
Ela se endireitou, caminhou até a cama — mas não deitou. Colocou um joelho na beirada, virou o tronco de modo que a janela ficasse bem atrás dela e abriu as pernas o máximo que conseguiu. Dois dedos entraram de uma vez na buceta encharcada, sem preliminares, sem delicadeza. O som molhado ecoou no quarto silencioso. Ela fodia a si mesma com brutalidade, cotovelo dobrado, pulsando rápido, o outro braço esticado para trás agarrando a nádega e abrindo ainda mais para exibir o cuzinho apertado e rosado.
Olhava para trás por cima do ombro, direto para os prédios. Via silhuetas paradas. Celulares apontados. Um cara na varanda de baixo já estava com a mão dentro da calça. Isso a fez gemer mais alto — um gemido rouco, animalesco.
Tirou os dedos brilhando de gozo, levou até a boca e chupou devagar, lambendo cada gota enquanto encarava quem a assistia. Depois se virou de frente para a janela de novo, sentou na beirada da cama com as pernas bem abertas, pés apoiados no colchão, joelhos dobrados para os lados. Pegou o maior dildo que tinha — preto, grosso, veias marcadas, uns 22 cm — e cuspiu em cima dele antes de esfregar na entrada da buceta.
Enfiou de uma vez. Até o talo. Gritou. O corpo miúdo se curvou para trás, costas arqueadas, peitinhos tremendo, barriga contraindo. Começou a cavalgar o pau falso com violência, subindo e descendo, batendo a bunda no colchão a cada estocada. A buceta fazia barulho de sucção obscena, gozo escorrendo pelas coxas, pingando no chão. Ela não parava de olhar para fora. Queria que vissem tudo: o pau entrando e saindo, os lábios inchados agarrados no silicone, o clitóris pulsando vermelho, os peitinhos balançando, o rosto angelical contorcido em puro tesão sujo.
“Olha pra mim… olha como eu gozo pra vocês…” murmurou entre gemidos, voz rouca, quase inaudível lá fora, mas ela sabia que os lábios se moviam, que a boca aberta formava as palavras obscenas.
Quando o orgasmo veio, foi violento. Corpo inteiro convulsionando, buceta apertando o dildo com tanta força que quase o expulsou, jato de gozo espirrando no colchão. Ela gritou alto — sem se importar com vizinhos, sem se importar com nada. Caiu de costas na cama, pernas ainda abertas, dildo meio enterrado, gozo escorrendo em fios grossos, peito subindo e descendo rápido, suor brilhando na pele clara.
Ficou ali alguns segundos, ofegante. Depois se levantou devagar, andou nua até a janela aberta, se apoiou no parapeito com os dois braços, empinando a bundinha suada e vermelha de tanto bater. Olhou para os prédios, viu as silhuetas ainda paradas, alguns aplaudindo discretamente, outros filmando.
Sorriu — um sorriso largo, safado, triunfante.
E sussurrou para o ar quente da rua:
“Quem quer ver de novo amanhã?”
O sol continuava descendo, mas o quarto estava muito mais quente agora. E Jia ainda não tinha terminado.




