Christina e Monika estavam ali, nuas exceto pelas meias 7/8 pretas rasgadas até a metade da coxa. Corpos idênticos de tanto treino e fome: peitos pesados e firmes, mamilos escuros já duros de tanto beliscão e chupada, cinturas marcadas, bundas redondas que tremiam a cada tapa. Cabelos pretos longos grudados na pele suada, rímel escorrendo em rios pretos pelas bochechas, batom borrado formando manchas vermelhas e roxas ao redor da boca.
Elas se entreolhavam com aquele sorriso de quem já sabe que vai ser destruída e ama cada segundo.
Sem aviso, o cerco fechou.
Quatro caras avançaram em Christina como predadores. O negro de quase dois metros agarrou os cabelos dela com as duas mãos, puxou para trás até o pescoço formar um arco doloroso e enfiou até as bolas de uma vez. O pau era grosso demais; a garganta dela cedeu com um som úmido e gorgolejante. Lágrimas instantâneas, baba grossa escorrendo pelo queixo, mas ela manteve a boca escancarada, língua pressionando a veia pulsante enquanto engasgava ritmadamente.
Ao mesmo tempo, outro homem — careca, barrigudo, pau curvo — segurou os quadris dela com força bruta e meteu na buceta encharcada sem aviso. O impacto fez o corpo dela avançar, empalando ainda mais a garganta no primeiro cara. Antes que ela pudesse se recuperar, um terceiro já estava esfregando a cabeça grossa entre as nádegas. Cuspiu duas vezes no cuzinho apertado, segurou firme e forçou a entrada. Christina berrou, o som abafado pelo pau que fodia sua cara, corpo convulsionando enquanto os três buracos eram preenchidos ao mesmo tempo. Ritmo descompassado, estocadas brutas, mãos anônimas dando tapas fortes nas nádegas até ficarem vermelhas.
Monika, deitada de costas com as pernas dobradas até quase encostar os joelhos nos ombros, já tinha dois dentro dela. Um metia na buceta com estocadas longas que faziam os ovários dela doerem de tanto impacto; o outro arrombava o cu com movimentos curtos e violentos, como se quisesse rasgar. Ela gemia rouco, unhas cravadas nas costas do de cima, deixando sulcos vermelhos. Um terceiro se ajoelhou sobre o rosto dela: bolas pesadas batendo na testa enquanto enfiava até a garganta. Ela relaxou completamente, deixou ele foder a cara como se fosse só mais um orifício. Mãos puxavam os mamilos até esticarem a pele, davam tapas abertos nas coxas internas, dedos entravam na boca junto com o pau, forçando-a a engasgar mais.
A rotação era implacável.
Quando alguém gozava — jatos quentes e grossos na cara, na garganta, enchendo a buceta até transbordar, enchendo o cu até pingar em fios brancos —, outro tomava o lugar no mesmo segundo. Porra escorria pelas coxas das duas em riachos grossos, pingava no colchão formando poças, misturava-se ao suor e à baba. Christina, com o rosto já coberto por pelo menos sete cargas diferentes, olhos semicerrados de tanto sêmen, voz rouca e quebrada, ainda conseguia falar:
— Mais fundo… me rasguem… quero sentir os dois buracos queimando…
Monika, agora de lado em posição de conchinha forçada, com um pau enterrado no cu até as bolas, outro esticando a buceta ao limite e um terceiro sendo masturbado por ela enquanto chupava um quarto, ria entre gemidos guturais:
— Vocês são muitos… mas ainda não é o bastante. Podem vir todos de uma vez, caralho.
Em certo ponto as duas foram empilhadas. Christina de bruços sobre Monika, bucetas coladas, bundas empinadas na mesma direção. Um homem metia alternadamente nas duas bucetas, trocando de buraco a cada estocada violenta, o pau saindo coberto de porra e creme branco. Outro enfiava no cu de uma, saía pingando e entrava no da outra sem limpar nada. Os gemidos delas viraram um só uivo contínuo, línguas se encontrando entre uma gozada e outra, trocando sêmen alheio como se fosse saliva.
Depois veio o DP triplo em Christina: dois na buceta ao mesmo tempo, esticando as paredes até o limite da dor, e um terceiro forçando o cu já arrombado. Ela gritava, corpo tremendo em espasmos, gozando sem parar enquanto lágrimas e porra escorriam juntas. Monika, enquanto isso, era usada em um trem-bala: deitada de barriga para baixo, cabeça pendurada na borda do colchão, chupando uma fila de cinco enquanto era fodida por trás em DP dupla. Cada homem que gozava na garganta dela saía e outro entrava imediatamente, sem dar tempo nem de respirar.
Horas se passaram. Posições se dissolviam em um borrão de carne, porra e gritos. Sanduíche duplo, airtight completo, correntes de sêmen escorrendo do queixo até os peitos, depois sendo lambidas pelas duas entre beijos viscosos.
Quando o último homem — um cara magro de óculos que tinha ficado se masturbando nas sombras o tempo todo — finalmente se aproximou, as duas já estavam quase imóveis, exaustas, corpos brilhando como se tivessem sido envernizados com porra e suor. Ele gozou ao mesmo tempo nas duas caras, um jato grosso que acertou olhos, narizes, bocas abertas. Elas nem piscaram.
Caíram de lado, coladas uma na outra, peitos arfando rápido, coxas tremendo. Monika passou a língua devagar nos lábios da amiga, coletando uma mistura de porra de pelo menos quinze homens diferentes, e levou para a boca de Christina.
— Semana que vem… — sussurrou rouca — a gente traz mais vinte.
Christina sorriu devagar, os dentes brancos contrastando com o rosto destruído.
— E mais pesado. Quero sair andando de maca.
As luzes frias continuaram acesas, iluminando os corpos saciados, as poças no colchão, as marcas vermelhas nas nádegas e coxas. Um a um, os homens saíram em silêncio, zíperes subindo, deixando para trás apenas o cheiro acre de sexo extremo e a certeza de que aquilo era só o começo.
Fim.




