Mas não era só Luna. Ao lado dela, no espelho de corpo inteiro, refletia-se Ava — a ruiva selvagem, cabelos cacheados caindo como fogo pelas costas, o vestido vermelho-alaranjado idêntico ao do conto que as inspirara, colado à bunda branca e redonda que balançava como um convite. Elas haviam lido aquilo juntas, rindo e se provocando, e agora decidiram recriar, mas do jeito delas: cru, lésbico, sem limites.
Luna se aproximou por trás, mãos possessivas nas coxas grossas de Ava, subindo a barra do vestido devagar. "Você tá pingando, sua puta ruiva", murmurou Luna no ouvido dela, voz rouca e dominante, mordiscando o lóbulo enquanto olhava o reflexo no espelho. Ava gemeu, rebolando contra o corpo de Luna, sentindo os seios da morena pressionarem suas costas. A calcinha preta de Ava já era uma bagunça úmida, os pelos ruivos cacheados brilhando de excitação.
"Mostra pra mim", ordenou Luna, virando Ava de costas para o espelho, empurrando-a para se abaixar. Ava obedeceu, pernas abertas, bunda empinada, o vestido amontoado na cintura. Luna puxou a calcinha para o lado com força, expondo a buceta inchada, rosada, escorrendo fios grossos de mel pela coxa interna. "Caralho, olha isso... você é uma vadia faminta", rosnou Luna, ajoelhando-se atrás dela e abrindo as nádegas brancas com as mãos, o cuzinho rosado piscando sob o olhar faminto.
Sem hesitar, Luna mergulhou a língua, lambendo da buceta ao cu em movimentos longos e obscenos, o som molhado ecoando no quarto. Ava gritou, mãos no chão, unhas cravando a madeira enquanto rebolava na cara de Luna. "Fode minha boca com essa bunda gorda", exigiu Luna, enfiando dois dedos na buceta de Ava sem aviso, estocando fundo, o creme branco escorrendo pelos pulsos. Ava convulsionava, os quadris largos tremendo, gemendo alto: "Porra, Luna... me come toda!"
Luna se levantou, pegando o dildo monstruoso da gaveta — 24 cm de silicone veiado, grosso como um punho. Ela cuspiu nele, espalhando com a mão, depois forçou Ava a se sentar na cadeira estofada, pernas escancaradas, saltos de volta nos pés para ficar mais puta. "Abre essa buceta peluda pra mim", mandou Luna, esfregando a cabeça grossa na entrada inchada. Ava obedeceu, dedos abrindo os lábios, clitóris pulsando visivelmente.
Luna empurrou devagar no início, a buceta de Ava se esticando em volta do monstro, lábios rosados engolindo centímetro por centímetro. "Vai, sua lésbica safada... engole tudo", grunhiu Luna, estocando mais fundo, o corpo de Ava tremendo, coxas contraídas. Com a mão livre, Luna enfiou um dedo no cu de Ava, girando e pressionando, enquanto chupava os mamilos duros através do vestido.
Ava mudou de posição, de quatro no chão, bunda empinada para o espelho, rosto colado no piso. Luna a montou como uma cadela, segurando o dildo com as duas mãos e fodendo com força, o corpo todo de Ava balançando, as nádegas brancas chocando-se violentamente. "Isso, fode essa buceta ruiva... me faz gozar na sua cara!", berrou Ava, voz quebrada, enquanto Luna enfiava o dedo inteiro no cuzinho apertado, estocando em ritmo brutal.
O orgasmo veio como um furacão. Ava convulsionou, gritando xingamentos, rindo no meio do caos, um jato quente de squirt molhando o chão e as coxas de Luna. "Sua puta... você gozou no meu chão", rosnou Luna, puxando o dildo coberto de creme grosso e forçando na boca de Ava. "Lambe tudo, prova o seu gosto."
Ava chupou faminta, olhando no espelho para as duas — cabelos grudados no suor, vestidos amarrotados, bucetas vermelhas e pulsando. Mas Luna não parou. Virou Ava de bruços, empinou aquela bunda branca e começou a esfregar a cabeça do dildo no cuzinho rosado. "Agora é a vez do seu cu, ruiva. Vou te arrombar até você implorar."
Ava gemeu, abrindo as nádegas com as próprias mãos: "Me fode, Luna... me destrói!" Luna cuspiu no buraco, empurrou devagar, o anel apertado se abrindo relutante, engolindo o monstro centímetro por centímetro. Ava gritou, corpo tremendo, mas rebolava pedindo mais. Luna estocava agora com fúria, uma mão no clitóris de Ava, esfregando rápido, a outra puxando os cabelos ruivos.
Elas gozaram juntas, corpos colados, gemidos ecoando no calor da tarde. Luna desabou sobre Ava, dildo ainda enterrado, lambendo o suor das costas dela. "Gostou do nosso show, sua vadia?", sussurrou Luna, mordendo o ombro. "Porque a gente ainda nem terminou... a noite toda é nossa."
O sol de janeiro ainda queimava lá fora, mas dentro, o fogo lésbico só começava a arder.




