Chris não perdeu tempo com delicadeza. Abriu a calça com um puxão bruto e o pau saltou pesado, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele segurou a base com força e bateu com ele na palma da mão duas vezes, o som ecoando dentro do carro como um tapa.
— Tira tudo. Quero ver a puta muçulmana inteira hoje.
A voz dele saiu rouca, quase um rosnado. Ariel sentiu o clitóris pulsar só de ouvir. Ela puxou o hijab devagar, quase cerimonialmente, deixando os cachos pesados caírem. Depois abriu a abaya inteira, como quem rasga um envelope. Os seios grandes despencaram livres, pesados, as auréolas escuras e largas contrastando com a pele morena. Os mamilos estavam tão duros que pareciam doer.
Chris agarrou os dois peitos com as mãos abertas, apertando com crueldade até a carne transbordar entre os dedos. Ariel gemeu alto, um som que misturava dor e tesão. Ele torceu os mamilos com força, puxando para baixo como se quisesse arrancá-los.
— Abre essa buceta gorda pra mim. Mostra o que meu pau vai destruir hoje.
Ela ergueu os quadris, as coxas grossas se abrindo com um som úmido. Não tinha calcinha, nunca tinha quando se encontravam. A xota estava inchada, os lábios externos gordos e escuros, o clitóris projetado pra fora como um botão vermelho e brilhante. Um fio grosso de lubrificação escorria devagar, pingando no couro do banco.
Chris se abaixou e cuspiu direto na entrada, um cuspe grosso e barulhento. Depois enfiou três dedos de uma vez, sem aviso, sem preliminar. Ariel gritou, o corpo arqueando tanto que a cabeça bateu no teto. Ele girou os dedos dentro dela, abrindo caminho, sentindo as paredes quentes e viscosas se contraírem em espasmos.
— Isso… geme alto, sua vadia casada. Quero que o deserto inteiro saiba que você tá levando rola de outro homem.
Ele puxou os dedos e os enfiou na boca dela. Ariel chupou com desespero, lambendo o próprio gosto misturado com a saliva dele. Enquanto isso, Chris se posicionou entre as pernas abertas dela, segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa nos lábios da buceta, de cima a baixo, sujando tudo de pré-gozo.
— Pede.
— Me fode… — a voz dela saiu trêmula, quase chorosa. — Me arregaça a buceta, Chris… me faz esquecer que tenho marido… me usa como uma puta de rua…
Ele empurrou tudo de uma vez. Sem dó. O pau grosso rasgou caminho, abrindo-a até o limite. Ariel gritou tão alto que ecoou nas dunas. As unhas cravaram nos ombros dele, deixando marcas vermelhas. Chris não parou. Começou a socar com força, estocadas longas e brutais, as bolas batendo com violência contra o cuzinho dela a cada metida.
O carro balançava tanto que parecia que ia tombar. Os peitos dela quicavam descontrolados, batendo um no outro. Chris agarrou os mamilos e puxou com força enquanto metia, usando-os como alças.
— Goza, sua cadela. Goza pensando no seu marido rezando enquanto você leva porra na buceta.
Ariel perdeu o controle. O orgasmo veio como um soco. As coxas tremeram violentamente, a buceta se fechou em torno do pau dele como um torno. Um jato quente escapou, esguichando no abdômen dele, no banco, no volante. Ela gritava em árabe, misturando xingamentos, pedidos de perdão e súplicas pra ele não parar.
Chris não parou. Virou-a de bruços no banco reclinado, empinando aquele rabo grande e cheio. A bunda tremia sozinha. Ele cuspiu no rego, abriu as nádegas com as duas mãos e mirou o cuzinho apertado.
— Hoje você leva nos dois buracos, habibti.
Ariel tentou protestar, mas a voz saiu engasgada quando ele forçou a cabeça do pau contra o anel apertado. Entrou devagar no começo, depois meteu tudo com um empurrão cruel. Ela gritou de novo, lágrimas escorrendo, mas empinou mais, oferecendo.
— Isso… toma no cu, sua puta infiel… toma tudo…
Ele socava o cu dela com a mesma brutalidade de antes, uma mão agarrando o cabelo cacheado como rédea, puxando a cabeça dela pra trás. A outra mão descia tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas que brilhavam ao luar.
Quando sentiu que ia gozar, Chris puxou o pau do cu dela com um estalo molhado e enfiou tudo na buceta de novo, alternando buracos numa sequência rápida e insana. Ariel já não conseguia falar, só gemia e babava no encosto do banco.
— Goza dentro… enche… me engravida de filho que não é do meu marido… — ela implorou com a voz destruída.
Ele enterrou até o talo e explodiu. Jatos grossos e quentes enchendo a buceta, transbordando, escorrendo pelas coxas grossas dela. Ariel gozou junto, o corpo convulsionando, a buceta ordenhando cada gota enquanto um segundo esguicho saía, misturando-se com a porra que escorria.
Ficaram assim, ofegantes, colados. O pau dele ainda pulsando dentro dela. Quando finalmente saiu, um rio branco e grosso escorreu da buceta aberta, pingando no banco, misturando-se com o esguicho dela.
Ariel se virou devagar, os olhos vermelhos, a maquiagem borrada, o hijab jogado no chão como trapo. Ela pegou o tecido com dedos trêmulos e o colocou de volta na cabeça, cobrindo os cabelos bagunçados e molhados de suor.
Olhou pra Chris com um sorriso exausto e pervertido.
— Amanhã… quero que você me foda no mesmo horário… mas dessa vez… — ela passou a mão na buceta melíflua, levando os dedos à boca e chupando devagar — …quero que você me filme. Quero ver depois… sozinha… enquanto meu marido dorme do meu lado.
Chris apenas sorriu, limpando o pau na abaya dela antes de guardar.
Ela ligou o carro.
Os faróis cortaram a noite.
A poeira subiu.
E o deserto guardou mais um segredo sujo.



