Ela parou junto ao Altar de Obsidiana, sentindo o cheiro dele — o caçador de demônios jovem, suado, olhos famintos devorando cada curva pecaminosa. Zahra se curvou devagar, empinando tudo de propósito. O couro afundou violentamente entre as nádegas gordas, marcando o abismo carnudo como um convite ao pecado.
— Seus olhos já me fodem há minutos, caçador — ronronou ela, voz grave e carregada de enxofre. — Quer provar o que é proibido?
Ele engoliu em seco, a ereção brutal marcando a calça. Zahra arrancou a túnica, revelando o corpete aberto que mal continha as tetas imensas. Elas despencaram pesadas, balançando, mamilos grossos furando o ar. Virou de costas, agarrou as nádegas com força selvagem e abriu tudo.
— Toca. Agora.
Ele caiu de joelhos, mãos afundando na carne macia que transbordava. Apertou com desespero, sentindo o calor sobrenatural. Zahra gemeu rouco quando o polegar dele pressionou o couro contra o cu apertado e a buceta escorrendo.
Rasgou o corpete. Tetona caíram na cara dele. Ele chupou com violência, dentes raspando, baba escorrendo enquanto amassava a bunda lendária. Zahra puxou o cabelo dele com força.
— Enterra a cara nesse cu depois. Quero você sufocado na minha carne.
Apoiou as mãos no altar e empinou tudo. Ele rasgou o couro para baixo, revelando a bunda nua, perfeita, sem nada por baixo. Abriu as nádegas e enterrou a língua sem piedade — lambendo o ânus, descendo até a buceta molhada, mordendo a carne que tremia. Zahra rebolava contra o rosto dele, esmagando-o, peitos balançando loucamente enquanto urros ecoavam pela floresta.
Gozou esguichando quente no queixo dele, tremendo inteira. Ele se levantou, pau monstruoso saltando, e meteu tudo no cu dela de uma vez — fundo, sem aviso. Zahra gritou de dor e êxtase, unhas cravando na pedra. Ele socava com fúria, batendo carne em carne, uma mão torcendo o mamilo, a outra esfregando o clitóris inchado.
— Enche meu cu de porra… marca essa bruxa como sua puta!
Jatos grossos explodiram dentro, transbordando, escorrendo pelas coxas grossas. Zahra gozou de novo, esguichando no musgo enquanto ele continuava metendo, prolongando o prazer até os dois tremerem.
Quando saiu, o cu piscava aberto, vazando porra branca que pingava. Ela riu baixo, rebolando devagar para espalhar tudo, subiu o couro encharcado e vestiu a túnica rasgada.
— Amanhã, mesmo crepúsculo?
Ele assentiu, ofegante, com o gosto de enxofre e pecado na boca, a imagem daquela bunda amaldiçoada gravada na alma.
Fim.


