Ela conheceu ele num app. Chamava-se Viktor, 34 anos, tatuagens subindo pelo pescoço, pau grosso nas fotos que mandava sem pedir. Disse que adorava novinhas virgens, que gostava de rasgar devagar, de ouvir choramingo misturado com gemido. Sofia sentiu a calcinha encharcar só de ler. Marcou no apartamento dele, mesmo sabendo que era arriscado. Queria. Precisava. A virgindade pesava como uma corrente que ela queria arrebentar com violência.
Chegou de moletom largo e meias de renda preta até o meio da coxa. O aquecedor estava ligado, mas o corpo dela tremia mesmo assim. Viktor abriu a porta sem camisa, pau já semi-duro marcando a calça de moletom cinza. Não falou muito. Só puxou ela pra dentro, trancou a porta e mandou:
— Tira tudo, virgem. Quero ver o que vou destruir hoje.
Sofia obedeceu tremendo. Primeiro o moletom, revelando os peitinhos minúsculos, mamilos apontando como balas. Depois a calça jeans apertada, descendo devagar, rasgando um pouco nas coxas magras. Ficou só de calcinha branca simples e as meias. Viktor se aproximou, agarrou a nuca dela com uma mão e enfiou a outra dentro da calcinha sem aviso. Dois dedos grossos separaram os lábios peludos, sentindo a barreira fina do hímen e o calor molhado.
— Caralho… tão apertadinha. Nem cabe um dedo direito — grunhiu ele, forçando mais um dedo. Sofia gritou baixo, as pernas fraquejando. Doeu. Mas a buceta traiu, pingando mais mel nos dedos dele.
Ele rasgou a calcinha com um puxão violento. Jogou ela de quatro no chão frio da sala, de frente pro espelho grande da parede. — Olha pra você mesma enquanto eu abro essa bucetinha virgem.
Sofia viu: bunda empinada, nádegas brancas separadas pelas mãos grandes dele, cu rosado piscando de nervoso, buceta peluda escancarada, lábios grandes inchados, clitóris duro aparecendo entre os pelos. Viktor cuspiu direto no buraco, esfregou a cabeça grossa do pau na entrada minúscula. O pau era pesado, veias saltadas, mais de 22 cm, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
— Vai doer pra caralho, novinha. Mas você vai implorar por mais — disse, segurando os quadris dela com força.
Empurrou de uma vez. A cabeça rasgou o hímen num estalo molhado. Sofia berrou, corpo arqueando, lágrimas escorrendo. O pau entrou uns 10 cm e parou, travado na carne apertada. Sangue misturado com mel escorreu pelas coxas dela, manchando as meias pretas. Viktor não parou. Segurou a nuca dela contra o chão e meteu mais fundo, forçando cada centímetro. O cu dela piscava desesperado a cada estocada.
— Isso… grita, virgem… grita enquanto eu fodo esse buraco que nunca foi fodido — rosnou.
Sofia chorava e gemia ao mesmo tempo. A dor era lancinante, queimando, rasgando. Mas o clitóris latejava, a buceta começava a sugar o pau invasor. Viktor acelerou. Estocadas brutas, bolas batendo na buceta peluda, som molhado e violento enchendo o apartamento. Ele puxou os cabelos loiros dela pra trás, obrigando ela a olhar no espelho: rosto corado, lágrimas, boca aberta em grito silencioso, peitinhos tremendo, bunda vermelha das palmadas que ele dava a cada metida.
— Olha como sua bucetinha tá engolindo pau agora… toda arrombada, toda minha — disse, enfiando um dedo no cu dela sem aviso. Sofia gritou mais alto, corpo convulsionando. O cu apertado piscava em volta do dedo enquanto a buceta era socada sem dó.
Ele virou ela de costas, pernas bem abertas, pés nas meias apontando pro teto. Axilas lisas e pálidas expostas, mamilos duros como pedras. Apertou um deles com força, torcendo, enquanto metia até o talo. O pau batia no fundo, esticando o útero. Sofia gozou pela primeira vez na vida assim: gritando, corpo tremendo, buceta contraindo forte em volta do pau, jorrando um líquido quente que molhou a barriga dele e escorreu até o cu.
— Porra… gozando na primeira foda… vadia virgem safada — ele riu, não parando. Continuou socando, forçando mais um orgasmo dela, depois outro. A buceta vermelha, inchada, peluda grudada de gozo e sangue, pulsava sem parar.
Por fim, Viktor segurou os pulsos dela acima da cabeça com uma mão, meteu fundo e gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo o útero virgem recém-aberto. Escorreu pra fora quando ele tirou, misturado com sangue, pingando no chão. Sofia ficou ali, pernas abertas, buceta escancarada pulsando devagar, cu ainda franzido, corpo suado e marcado.
Ele pegou o celular, filmou de perto: a buceta arrombada, o creme branco escorrendo, o rostinho corado e destruído.
— Diz pra câmera, novinha… diz que gostou de perder a virgindade assim, sendo rasgada por um pau grosso.
Sofia, voz rouca e trêmula, olhou pra lente:
— Eu… eu adorei… quero mais… quero que me fodam todo dia até não sobrar nada virgem em mim…
Viktor sorriu, deu um tapa leve na buceta inchada que fez ela gemer de novo, e desligou a gravação.
Aquela noite foi só o começo. Sofia sabia: tinha aberto a porta. E agora queria que arrombassem todas as outras.




O real uivo se prazer q maravilhoso