Ela não estava sendo ridícula dessa vez. Era exatamente o que queria.
Há semanas o esquema tinha começado inocente: um churrasco com os amigos do motoboy que entregava comida pra ela. Primeiro veio só ele — o mesmo de sempre, alto, barba rala, voz grave. Depois trouxe um amigo “pra ajudar com as sacolas”. Na terceira vez já eram três. Na quarta, cinco. Hoje o grupo chat explodiu com confirmações: sete caras confirmados, todos sabendo exatamente o que ia rolar quando chegassem no apê dela.
Jessie vestiu um short jeans curtíssimo, daqueles que mal cobriam a bunda, rasgado nas coxas grossas. Nada de calcinha — só o jeans roçando direto na buceta já úmida. Passou batom vermelho escuro, ajeitou o cabelo castanho solto e bagunçado, e deixou a regata bem solta, sem nada por baixo. A barriguinha macia aparecia na faixa entre a regata e o short, e a tatuagem da rosa preta e vermelha com espinhos ficava parcialmente à mostra na parte de baixo do peito direito.
Quando a campainha tocou várias vezes seguidas, ela abriu a porta escancarada, sem se esconder.
— Caralho, já começou a festa? — gritou o motoboy principal, entrando primeiro com uma caixa de cerveja na mão.
Atrás dele vieram os outros: o amigo tatuado com piercing na sobrancelha, o negão alto que sempre trazia um baseado, dois caras que trabalhavam na oficina com ele, um loiro grandão que mal cabia na porta, e mais dois que ela nem conhecia direito — mas que já estavam olhando pra ela como se ela fosse o prato principal.
Eles nem tiraram os sapatos. Entraram bagunçando, rindo alto, jogando as mochilas no sofá. A sala pequena encheu rápido de cheiro de cigarro, suor masculino, cerveja e testosterona pura.
Jessie fechou a porta com o quadril, encostando de costas nela.
— Quem quer começar? — perguntou, voz rouca, já puxando a regata pela barra devagar.
Os peitos saltaram livres assim que o tecido passou pelos mamilos inchados. Balançaram pesados, cheios, a pele clara contrastando com a tatuagem escura. Os bicos vermelho-escuros apontavam duros, implorando.
— Puta que pariu… olha esses peitos — rosnou o negão, já abrindo a calça.
Não teve preliminar educada. O motoboy principal foi o primeiro: agarrou os dois seios com as mãos grandes, apertou com força, levantou e deixou cair várias vezes, fazendo eles baterem um no outro. Jessie gemeu alto, as costas arqueando.
— Isso, balança esses tetões pra gente — disse outro, já se masturbando devagar.
Alguém puxou o short dela pra baixo de uma vez. O jeans caiu nos tornozelos, expondo a buceta depilada, lábios inchados e brilhando de tesão. Dois dedos grossos entraram sem aviso, metendo fundo enquanto outro cara se ajoelhava e enfiava a língua direto no clitóris.
Jessie abriu as pernas mais, apoiando as mãos na porta atrás dela. Os peitos eram devorados por bocas diferentes agora: um chupava um mamilo com força, dentes roçando, enquanto outro mordia o outro lado, puxando. Alguém deu um tapa forte na bunda, deixando a marca vermelha.
— De quatro, vadia — ordenou o motoboy principal.
Ela obedeceu rápido, caindo de joelhos e mãos no tapete. A bunda empinada, as coxas grossas abertas. O negão se posicionou atrás primeiro, esfregando a rola preta grossa na entrada molhada antes de meter tudo de uma vez. Jessie gritou, o corpo inteiro tremendo com a invasão brutal.
Enquanto ele socava fundo, batendo as bolas na bunda dela, outro cara enfiou a pica na boca dela. Grossa, latejante, com gosto de suor e pré-gozo. Ele segurou o cabelo dela e fodeu a garganta sem dó, fazendo ela engasgar e babar.
— Engole tudo, sua puta — grunhiu ele.
Os peitos balançavam loucamente a cada estocada por trás. Mãos vinham de todos os lados: apertando, beliscando os mamilos, dando tapas leves que faziam a carne tremer. Alguém enfiou dois dedos no cu dela enquanto o negão metia na buceta — double penetration manual que a fez gemer alto em volta da rola na boca.
Trocaram de posição rápido. Agora ela estava no sofá, pernas abertas em V, sendo fodida por dois ao mesmo tempo: um na buceta, outro no cu. Os dois metiam forte, sincronizados, fazendo o corpo dela quicar. Outro cara se masturbava em cima dos peitos dela, esfregando a cabeça da rola nos mamilos duros.
— Goza nesses peitos, vai — pediu ela entre gemidos, voz rouca de tanto gritar.
O loiro grandão gozou primeiro: jatos grossos e quentes cobrindo os seios, escorrendo pela barriga macia e pela tatuagem. Outro veio logo depois, gozando na cara dela — na boca aberta, nos óculos tortos, no cabelo.
Mas não parou.
Eles a viraram de bruços no sofá, bunda pra cima. Um depois do outro foi metendo no cu dela, sem piedade, enquanto outro fodia a buceta ou a boca. Jessie perdeu a conta de quantas vezes gozou: orgasmos violentos, pernas tremendo, squirting molhando o sofá, gemidos virando gritos abafados por picas na garganta.
Em algum momento virou uma roda: ela de joelhos no meio da sala, todos em volta, masturbando e gozando um depois do outro. No rosto, nos peitos, na barriga, nas costas. Gozo escorrendo por todo lado, misturado com suor e saliva.
Quando o último terminou, ela estava largada no chão, pernas abertas, buceta e cu vermelhos e escorrendo porra, peitos cobertos de sêmen, óculos embaçados, cabelo grudado na cara.
Eles riam, ofegantes, abrindo mais cervejas.
— Amanhã tem mais? — perguntou o motoboy principal, dando um tapa leve na bunda dela.
Jessie levantou o rosto, lambendo o canto da boca onde ainda tinha porra.
— Pode apostar que sim… e tragam mais amigos.
Ela riu baixo, o corpo inteiro latejando de prazer e dor misturados.
Já estava pensando no grupo maior na próxima.





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