Gozei na Cara da Minha Irmãzinha Safada

A porta rangeu de leve quando empurrei com o ombro. Chloe nem se virou de imediato. Estava de quatro no colchão, joelhos bem abertos, a saia plissada preta embolada na cintura como se fosse um cinto inútil. A calcinha fio-dental preta estava puxada de lado, enroscada numa das nádegas, deixando a buceta completamente exposta. Os lábios grandes e carnudos estavam inchados, vermelhos de tanto ela mesma se esfregar antes de eu chegar. O clitóris, grosso e projetado, brilhava coberto de um mel transparente que escorria devagar pelas coxas branquinhas até pingar no lençol.

Ela mexia o quadril em círculos lentos, quase hipnóticos, enquanto assistia algum vídeo no celular com o volume baixo. Pelo som abafado dava pra ouvir gemidos femininos e o barulho característico de carne batendo em carne.

— Já tava se preparando pra mim, sua putinha? — minha voz saiu rouca, mais grave do que o normal.

Chloe só virou o rosto devagar, o cabelo loiro bagunçado caindo nos olhos verdes semicerrados. O batom borrado, as bochechas coradas. Em vez de fechar as pernas ou puxar a saia, ela empinou ainda mais a bunda, abriu mais os joelhos e passou dois dedos devagar entre os lábios, separando-os pra eu ver o buraco piscando.

— Tava assistindo uma vadia levando rola no cu e na buceta ao mesmo tempo… — ela respondeu com voz manhosa, quase infantil. — Pensei em você me fazendo os dois buracos ao mesmo tempo. Queria ver se aguento.

Eu já sentia a calça apertando demais. Tirei tudo em segundos — camiseta, bermuda, cueca. A pica pulou livre, grossa, veias saltadas, a cabeça já melada de pré-gozo. Dei dois passos e parei bem atrás dela, segurando a base com uma mão enquanto esfregava a cabeça quente bem na entrada da buceta, só encostando, sem entrar.

— Pede direito, Chloe.

Ela gemeu frustrada, rebolando pra trás tentando engolir.

— Por favor, mano… mete essa pica grossa na bucetinha da tua meia-irmã… arromba ela até eu não conseguir andar amanhã…

Segurei firme as duas nádegas, abri até o limite e enfiei de uma vez, até as bolas baterem com força contra o clitóris inchado. Ela gritou alto, o corpo todo tremendo, mas empurrou o quadril pra trás querendo mais.

— Caralho… tá me rasgando… tá me rasgando gostoso…

Comecei a socar sem dó, estocadas longas e brutas, saindo quase inteiro e voltando até o fundo toda vez. O barulho molhado era obsceno, a buceta dela fazendo barulhinhos de sucção a cada retirada. As coxas grossas tremiam, a bundona branca batendo contra minha pelve com tapas altos.

— Isso… fode tua irmãzinha… fode forte… me usa como tua puta particular…

Puxei o cabelo loiro dela pra trás, obrigando-a a arquear as costas. Com a outra mão desci um tapa forte na nádega direita. A marca vermelha apareceu na hora. Ela gemeu mais alto.

— De novo… bate mais forte…

Dei mais cinco tapas seguidos, alternando as nádegas, até as duas ficarem vermelhas e ardendo. Cada tapa fazia a buceta dela apertar minha rola com mais força. Quando vi que ela estava quase gozando, parei de repente, saí inteiro e dei um tapa bem dado com a pica aberta na buceta exposta. O som foi molhado e alto. Ela choramingou desesperada.

— Não para, seu filho da puta! Me deixa gozar!

— Primeiro você vai gozar no meu pau enquanto eu te como o cu.

Ela arregalou os olhos, mas o sorriso safado voltou na hora. Cuspiu na própria mão, passou saliva generosa no cuzinho apertado e rosado que piscava entre as nádegas e se ofereceu ainda mais.

— Então vem… arregaça meu cu também… quero sentir os dois buracos doloridos amanhã.

Segurei a base, posicionei a cabeça melada de buceta bem na entrada traseira e empurrei devagar no começo. O anel resistiu, depois cedeu de uma vez. Entrei uns cinco centímetros e ela já estava gemendo alto, unhas cravadas no lençol.

— Devagar… caralho… tá grosso demais…

Ignorei. Segurei firme a cintura fina dela e enfiei até o talo num movimento só. Ela gritou, o corpo todo convulsionando, mas ao mesmo tempo empurrou pra trás querendo mais. Comecei a meter no cu com força, estocadas profundas, as bolas batendo na buceta melada a cada entrada.

— Isso… fode meu cu, mano… me arromba inteira… sou tua putinha de estimação…

Com uma mão desci e esfreguei o clitóris grande e inchado com força, em círculos rápidos. Com a outra segurei o pescoço dela por trás, não apertando muito, só dominando. Ela começou a tremer incontrolavelmente.

— Vou gozar… vou gozar com teu pau no meu cu… porraaaa!

O orgasmo veio violento. A buceta dela jorrou um esguicho quente que molhou minhas coxas e o lençol. O cuzinho apertou tanto que quase me fez gozar junto. Tirei do cu dela de uma vez, virei o corpinho leve de barriga pra cima e subi em cima dela, joelhos prendendo os braços finos dela contra o colchão.

— Abre a boca.

Ela obedeceu na hora, língua pra fora, olhos lacrimejando de tesão e falta de ar. Segurei a nuca e meti a pica direto na garganta. Fui até o limite, segurei uns segundos sentindo ela engasgar e se debater de leve, depois tirei e deixei ela respirar. Repeti mais três vezes, fodendo a boquinha como se fosse outra buceta.

— Goza na minha cara… por favor… marca tua meia-irmã…

Não aguentei mais. Tirei da boca, segurei firme e gozei forte. O primeiro jato acertou direto na língua esticada, o segundo e terceiro nas bochechas e no nariz, escorrendo até pingar nas tetinhas quase inexistentes. O resto caiu nos cabelos loiros e no pescoço. Ela gemia baixinho, esfregando o clitóris com os dedos enquanto recebia tudo, lambendo o que conseguia alcançar com a língua.

Quando terminei, deitei ao lado dela, ofegante. Chloe virou de lado, ainda melada de porra, e encostou o rostinho sujo no meu peito.

— Amanhã… — ela sussurrou, voz rouca de tanto gritar — você me fode na cozinha enquanto a mãe toma banho. Quero sentir tua porra escorrendo pela perna o dia inteiro.

Passei o polegar na bochecha dela, espalhando mais porra, e sorri.

— Combinado, sua vadia.

Ela riu baixinho, já fechando os olhos.

Meia-irmã é pra isso mesmo: pra ser arrombada sem dó até não sobrar mais vergonha nenhuma.

Foto 1 do Conto erotico: Gozei na Cara da Minha Irmãzinha Safada

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Comentários


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jb2021 Comentou em 12/02/2026

Conto maravilhoso quem nunca comeu a irmã não sabe o que é sexo bom principalmente quando corre risco de ser pego kkkkk

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klavfarbr Comentou em 10/02/2026

Mais um cuzinho feminino desvirginado bem forte e gostoso💘♥️💘

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lozo Comentou em 10/02/2026

Nossa, delicia demais esse conto, maravilhoso, gostoso demais fazer um sexo bem selvagem e bem forte com a irmã e dentro de casa fica mais gostoso ainda. Ter uma irmã bem safadinha e gostosa é bom demais, não tem como não viver feliz e fazer ela feliz também. votado e aprovado

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putinhadafamilia Comentou em 10/02/2026

Fiz igual, mas com meu irmão mais Velho




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Ficha do conto

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luna-blood

Nome do conto:
Gozei na Cara da Minha Irmãzinha Safada

Codigo do conto:
254328

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/02/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
5