O porão da vizinha viúva

Marcos nunca tinha entrado na casa da viúva do 304. Só conhecia ela de vista: quarenta e poucos, corpo pesado que transbordava das roupas largas, cabelo preto comprido quase sempre preso num coque frouxo, e um cheiro que às vezes escapava quando ela passava no corredor — mistura de cigarro, café velho e algo quente, animal, de mulher que não se cuida pra agradar ninguém.

Naquela noite chuvosa de verão ela bateu na porta dele segurando uma garrafa de cachaça pela metade.

— Tô sem gás no fogão. Você tem um daqueles botijões sobrando?

Mentira descarada. Os dois sabiam. Ele deixou ela entrar.

Meia hora depois a garrafa estava quase no fim e ela já tinha tirado o cardigã surrado. A regata branca fina estava colada no tronco suado, marcando os peitos grandes e caídos, sem sutiã, bicos escuros enormes visíveis através do tecido molhado de suor. Quando ela se levantou pra pegar gelo, a saia longa subiu e ele viu: sem calcinha, coxas grossas coladas uma na outra, uma penugem preta e densa saindo pelas laterais, descendo até quase os joelhos.

Ela percebeu o olhar e não se cobriu. Pelo contrário: abriu um pouco mais as pernas enquanto mexia no freezer, deixando a saia subir até a virilha. A xota apareceu inteira entre as coxas fechadas — lábios compridos e escuros pendurados, clitóris grosso escapando do capuz, tudo coberto por uma mata cerrada, pelos longos e crespos grudados de umidade.

— Tá olhando o quê, menino? — voz rouca de quem fuma desde os 13. — Quer ver de verdade ou só ficar imaginando?

Sem esperar resposta, ela se virou, levantou a saia até a cintura com as duas mãos e se apoiou na mesa da cozinha. Empinou. A bunda era enorme, pesada, cheia de celulite branquinha contrastando com a pele morena do resto do corpo. Entre as nádegas, um rego escuro e peludo. O cu era grande, escuro, relaxado, rodeado por uma auréola de pelos grossos e compridos que desciam até quase o períneo. Alguns fios grudados com suor e algo mais viscoso.

Ela levou a mão pra trás, abriu as carnes com violência, as unhas pintadas de vermelho rachado afundando na carne macia.

— Olha o estrago que o tempo faz… — riu baixo. — Esse buraquinho já levou muita rola, muito dedo, muito plug. Mas ainda sabe apertar quando quer.

Ela contraiu. O ânus piscou, abrindo e fechando, mostrando o interior rosado-escuro coberto de muco natural. Um cheiro forte subiu imediatamente: suor rançoso, cu usado, tesão velho acumulado.

— Ajoelha aí — ordenou. Não era pedido.

Marcos obedeceu. Ficou cara a cara com aquela bunda colossal. O calor irradiava. Ela abriu mais, os pelos roçando no nariz dele.

— Primeiro cheira. Bem fundo. Não tenha nojo não, porque eu não tenho.

Ele encostou o nariz bem no centro do cu peludo. Inspirou. Era denso, azedo, sexual, com fundo de merda antiga misturado com lubrificação natural de quem está excitada há horas. O cheiro subiu até o cérebro como droga.

Ela gemeu só com isso.

— Agora lambe. Lambe como se fosse limpar. Quero sentir a língua raspando nos pelinhos.

Ele obedeceu. Passou a língua plana na borda peluda, sentindo os fios grossos enroscarem na língua. Desceu pro centro. O gosto era salgado, amargo, quente. Enfiou a ponta da língua no anel frouxo. Entrou fácil. O interior era macio, úmido, pulsando. Ela empurrou a bunda contra o rosto dele, sufocando-o entre as nádegas.

— Isso… enterra a cara no cu da velha… chupa meu cu peludo, vai…

Enquanto ele comia o ânus dela com vontade, ela levou a mão pra frente. Abriu os lábios grandes com dois dedos. A buceta escancarou: interior vermelho-vivo, paredes grossas brilhando, um filete grosso de creme branco escorrendo pelos pelos até pingar no chão. Enfiou quatro dedos de uma vez, socando com força, fazendo barulho de água batida.

— Tira a roupa — grunhiu. — Quero você pelado enquanto me fode os buracos.

Ele se despiu rápido. Quando voltou, ela já estava de quatro no chão da cozinha, joelhos abertos ao máximo, saia embolada nas costas, peitos balançando e batendo na barriga mole. Axilas peludas erguidas, mostrando matas pretas encharcadas de suor.

— Vem cheirar aqui primeiro — apontou a axila direita. — Depois volta pro cu. Depois eu te dou a buceta.

Ele enfiou o nariz na axila densa. Cheiro forte de desodorante vencido misturado com suor ácido e feromônio puro. Lambeu. Salgado, azedo, viciante. Ela gemia rouco, esfregando a axila no rosto dele.

— Agora o outro buraco.

Voltou pro cu. Dessa vez enfiou a língua o mais fundo que conseguiu. Ela relaxou completamente, deixando o anel se abrir. Ele sentiu o calor interno, a textura macia. Enquanto isso, ela se masturbava com violência, a mão fazendo barulho molhado, dedos entrando e saindo até os nós.

— Vou gozar no teu nariz enfiado no meu cu… não para…

O corpo dela tremeu inteiro. Um jorro quente saiu da buceta, molhou os próprios pés, o chão, os pelos das coxas. O ânus pulsou forte contra a língua dele, contraindo e relaxando em espasmos longos. Ela urrou baixo, voz quebrada.

Quando terminou de tremer, virou de barriga pra cima, abriu as pernas em V completo. A buceta escancarada, vermelha, inchada, pelos grudados de porra dela própria. O cu ainda piscando, molhado de saliva.

— Agora fode — ordenou. — Primeiro o cu. Sem vaselina, sem nada. Quero sentir você forçando.

Ele se posicionou. A cabeça do pau encostou no anel peludo, quente. Empurrou. Entrou devagar, mas firme. Ela abriu a boca num gemido longo e gutural.

— Isso… arromba o cu da gorda… mete até o talo…

Ele meteu inteiro. O interior era apertado apesar do tamanho do buraco, quente, escorregadio. Ela agarrou as próprias nádegas, abriu mais, facilitando.

— Agora soca forte. Quero sentir amanhã.

Ele começou a bombar com força. O barulho de carne contra carne ecoava na cozinha. Os pelos ao redor do cu grudavam no pau dele a cada estocada. Ela enfiava os próprios dedos na buceta enquanto levava rola no cu, masturbando o clitóris grosso com o polegar.

— Vou gozar de novo… mete mais fundo… me enche…

Ele sentiu o aperto vindo. Ela gozou gritando, o cu contraindo tão forte que quase o expulsou. Ele não aguentou: gozou dentro, enchendo o interior quente, jatos grossos que escorreram pra fora quando ele saiu, misturando com os pelos pretos e o suor.

Ela ficou ali, ofegante, pernas abertas, cu escorrendo porra branca entre os pelos escuros, buceta pulsando, axilas molhadas, regata grudada nos peitos.

Olhou pra ele com um sorriso cansado e safado.

— Amanhã tem mais gás pra acabar… mas hoje você dorme aqui. Ainda tem buraco que você não provou direito.

E abriu mais as pernas, deixando pingar mais um pouco da mistura quente no chão da cozinha.

Fim.

Foto 1 do Conto erotico: O porão da vizinha viúva

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O porão da vizinha viúva

Codigo do conto:
254419

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
11/02/2026

Quant.de Votos:
4

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