Arromba Essa Puta Britânica

O quarto cheirava a buceta encharcada misturado com o perfume doce e barato de baunilha que ela sempre passava antes de começar. 01:47 da manhã em Manchester, cortinas mal fechadas deixando o laranja sujo dos postes invadir o escuro. Diana — 1,65 de pura carne gorda, branca e safada — estava plantada na frente do espelho de corpo inteiro, pernas já tremendo de tesão represado.

A calcinha preta de renda vagabunda estava tão molhada que grudava nos lábios grossos como se fosse pele extra. Não cobria nada: o rego da bunda enorme engolia o tecido fino, virando uma linha inútil que sumia entre as nádegas. Os peitos pesados, cheios de veias azuis discretas, balançavam soltos por baixo da camisola de cetim rosa que mais parecia um trapo caro — o decote já aberto, um mamilo pequeno e castanho quase roxo de tanto estar duro escapando pra fora.

Ela ajustou os óculos embaçados e deu um tapa violento na própria coxa esquerda. A carne branca ondulou em ondas pesadas e lentas. Outro tapa, agora na bunda. O estalo ecoou seco e alto. A nádega balançou tanto que a calcinha subiu mais, quase desaparecendo no cu apertado que piscava de pura expectativa.

— Olha essa buceta gorda toda melada… — rosnou ela pro reflexo, voz rouca, carregada de tesão.

Abriu as pernas num ângulo bem pornô. As coxas grossas se separaram com um barulhinho úmido de pele desgrudando. Com as duas mãos enfiou os dedos por baixo da renda e **arreganhou** a xereca com força. Os lábios grandes e escuros se abriram como carne fresca, expondo o interior rosa brilhante, o clitóris inchado pulsando como uma azeitona madura. Um fio grosso e transparente de tesão escorreu devagar e pingou no chão.

Ela cuspiu na própria mão — cuspe grosso, barulhento — e esfregou tudo na buceta aberta, fazendo barulho de água batendo. Dois dedos entraram de uma vez, sem dó, até o talo. A carne quente engoliu tudo com um som guloso e molhado. Diana jogou a cabeça pra trás e grunhiu:

— Isso… arromba essa buceta gulosa… me fode até não aguentar mais…

A outra mão agarrou o peito direito com brutalidade, unhas cravando meias-luas vermelhas na pele branca. Puxou o mamilo pra fora da camisola e **torceu** com força, como se quisesse arrancar. A dor subiu elétrica até a nuca e ela gozou um pouco só com isso — um jato curto e quente espirrou nos próprios dedos que ainda metiam sem parar.

Mas não parou.

Virou de costas pro espelho, empinou a bunda gorda até o limite, quase colando no vidro frio. Com uma mão puxou a nádega direita com violência, expondo o rego inteiro. O cuzinho rosado piscava, contraído, implorando. Levou o dedo médio — ainda melado de porra — e pressionou a entrada traseira sem aviso. Entrou até a segunda junta num movimento seco. Diana mordeu o próprio braço pra abafar o grito.

— Quer foder esse cu gordo também? — perguntou pro reflexo, voz tremendo de tesão. — Vou deixar os dois buracos abertos hoje…

Voltou de frente. Pegou o celular com a mão suja de gozo e começou a filmar em selfie, bem de perto. A câmera pegava a buceta escancarada, os dedos entrando e saindo em estocadas rápidas e barulhentas, o clitóris sendo esfregado com o polegar em círculos brutais. Ela babava um pouco no queixo, batom vermelho borrado até o pescoço.

— Vem cá e goza dentro dessa buceta safada… — falava direto pra lente, olhos vidrados atrás dos óculos embaçados. — Quero sentir suas bolas batendo na minha bunda gorda enquanto me enche de porra… me deixa pingando sua leitinha por dias…

Gozou de novo, dessa vez gritando sem se importar com os vizinhos. O corpo inteiro convulsionou: barriga macia tremendo, coxas se fechando nos pulsos, peitos balançando violentamente. Um jorro quente espirrou nos dedos, no chão, na borda do espelho. Ela continuou se fodendo através do orgasmo, prolongando a agonia gostosa até as pernas fraquejarem.

Quando finalmente parou, ofegante, suada, cabelo loiro grudado na testa, pegou o celular de novo.

Abriu o chat privado.

Enviou o vídeo inteiro — sem cortes, 2 minutos e 14 segundos de pura putaria — e depois uma sequência de fotos: close da buceta arreganhada pingando, close do cuzinho ainda aberto com o dedo dentro, close dos peitos marcados com as unhas, e por último uma selfie com a língua de fora lambendo os dedos melados.

Legenda curta e direta:

“Os dois buracos precisam ser destruídos hoje. Vem arrombar essa puta gorda antes que eu comece sozinha. Agora.”

Diana jogou o celular na cama, deitou de costas com as pernas escancaradas, a calcinha destruída de lado, a buceta pulsando no ar frio. Uma mão descansava preguiçosamente em cima da carne inchada, roçando de leve o clitóris sensível demais.

Estava esperando.

E já se preparando mentalmente pro que viria depois — porque, quando começasse de verdade, ela não ia parar até não conseguir mais andar direito.

Fim.

Foto 1 do Conto erotico: Arromba Essa Puta Britânica

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Comentários


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frota-men Comentou em 11/02/2026

Sou doído numa rosada assim nossa que tesão caralhooo




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Ficha do conto

Foto Perfil luna-blood
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Nome do conto:
Arromba Essa Puta Britânica

Codigo do conto:
254402

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
11/02/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4