Corno Assistindo a Puta Gozar

O clube estava quase vazio naquela noite de quinta-feira chuvosa. Apenas algumas mesas ocupadas, conversas abafadas, o tilintar ocasional de copos. As luzes vermelhas e roxas dançavam devagar sobre o palco pequeno. No canto mais escuro, quase invisível da plateia, eu estava sentado. Sozinho. Copo intocado na mão. Coração batendo forte o suficiente para doer no peito.

Ela apareceu.

Anna.

Minha esposa.

Cabelo loiro curtinho, quase menino, mas com aquele brilho que sempre me fazia esquecer o quanto ela era perigosa. Vestia o mesmo conjunto branco de lingerie quase transparente — sutiã de renda fina que mal continha os peitos grandes e naturais, calcinha minúscula que deixava à mostra boa parte da virilha e das coxas grossas. Meias 7/8 brancas subiam pelas pernas longas até desaparecerem sob a saia curtíssima de tule que balançava a cada passo.

Ela caminhou até o centro do palco com a calma de quem sabe que todos os olhos já estão grudados nela. Inclusive os meus. Inclusive os dele.

Ele estava na primeira fila agora. Alto, ombros largos, pele morena escura, barba bem aparada. Camisa preta aberta no peito, exibindo músculos que eu nunca teria. Anna olhou diretamente para mim por um segundo — um sorriso safado, quase cruel — antes de fixar os olhos nele. O estranho que ela havia escolhido na semana passada, depois de meses me torturando com mensagens e fotos.

Sentou-se na cadeira preta de encosto alto. Pernas abertas devagar. Muito devagar. O tecido da calcinha esticou e revelou o volume macio e peludo por baixo. Uma mancha escura de pelos loiros aparecendo através da renda branca quase inexistente.

Primeiro ela tirou os saltos.

Dedos longos, unhas vermelhas escuras. Arqueou o pé direito, apontando os dedos para o teto, depois flexionou devagar, mostrando a sola rosada e macia. Passou a unha do indicador pelo arco do pé esquerdo como se estivesse se acariciando. Um gemidinho baixo escapou dela. Eu vi o pau dele pulsar visivelmente dentro da calça.

Depois levantou. A saia de tule caiu no chão com um movimento de quadril. Ficou apenas de sutiã, calcinha e meias.

Ajoelhou-se de costas para a plateia — mas de frente para ele. Empinou a bunda grande, branca, redonda. A calcinha minúscula desaparecia entre as nádegas, deixando as duas metades expostas, brilhando com um leve suor de palco. Balançou devagar de um lado para o outro, depois abriu mais as pernas e deixou a calcinha escorregar um pouco para baixo — o suficiente para mostrar o começo da fenda peluda, loira e cheia. Ela olhou para mim por cima do ombro, mordeu o lábio e sussurrou alto o suficiente para eu ouvir:

“Olha o que você nunca mais vai ter só pra você, amor.”

Virou de frente novamente.

Desabotoou o sutiã com dois dedos só, sem pressa. Os peitos caíram livres, pesados, mamilos rosados já duros. Passou as mãos por eles devagar, apertando a carne macia, levantando-os e deixando-os balançar. Depois desceu as mãos pela barriga até a borda da calcinha.

Não tirou de uma vez.

Primeiro puxou o tecido para o lado, expondo metade da buceta. Pelos loiros cacheados, úmidos nas pontas. Dedos médios deslizaram por entre os lábios, abrindo-os levemente. Mostrou o interior rosado, brilhante. Depois soltou o tecido, cobrindo de novo, só para repetir do outro lado — sempre olhando para ele, nunca para mim.

A música mudou para algo mais lento, mais grave.

Anna deitou de costas no chão do palco, pernas dobradas, pés plantados, joelhos abertos ao máximo. Enganchou os polegares na calcinha e começou a descer. Centímetro por centímetro. Quando chegou na metade da coxa, parou. A buceta inteira exposta agora — lábios inchados, clitóris visível, pelos loiros molhados colados na pele.

Ela chamou ele com o dedo.

Ele subiu no palco sem hesitar. A plateia — os poucos que restavam — murmurou de excitação. Ele se posicionou entre as pernas dela, ainda vestido. Anna abriu mais as coxas, quase 180 graus, e levou os dois pés descalços até o volume na calça dele. Esfregou as solas contra o pau duro, depois um pé subiu até a própria buceta. Dedos do pé direito roçaram os pelos, depois pressionaram o clitóris em círculos lentos. A outra mão subiu até um dos peitos, apertando o mamilo com força.

Gemidos reais agora, sem fingimento.

Tirou a calcinha completamente, jogou para mim. Caiu no meu colo, molhada, cheirando a tesão. Eu segurei como um idiota enquanto via ele abrir a calça. O pau saiu grosso, veias saltadas, cabeça escura e brilhante de pré-gozo. Maior do que o meu. Muito maior.

Anna se virou de quatro. Bunda empinada para ele — e para mim. Abriu as nádegas com as duas mãos. Mostrou tudo: o cuzinho apertado, a buceta escorrendo, os pelos loiros grudados de tesão. Balançou a bunda como se estivesse cavalgando um pau invisível, depois olhou para mim:

“Vem cá, corno. Segura ele pra mim.”

Eu obedeci. Tremendo, subi no palco. Segurei o pau dele — quente, pesado, pulsando — e guiei até a entrada da buceta da minha esposa. Ela gemeu alto quando a cabeça entrou. Ele empurrou com força. Metade do pau desapareceu de uma vez. Anna gritou de prazer, costas arqueadas.

“Mais fundo… fode sua puta casada…”

Ele começou a meter com violência. Estocadas longas, brutas, a pélvis batendo contra a bunda dela, fazendo a carne tremer. O som molhado era ensurdecedor. Anna se masturbava com força, dedos entrando e saindo da buceta enquanto ele a arrombava. Eu fiquei ali, de joelhos ao lado, assistindo o pau dele esticar os lábios dela, entrar até o talo, sair coberto de creme branco.

Ela gozou primeiro. Costas arqueadas, coxas tremendo, um jato curto e claro escorreu por dentro da coxa esquerda, molhando a meia branca. Gritou o nome dele — não o meu. Ele não parou. Continuou socando, mais rápido, mais forte. Agarrou os cabelos loiros dela e puxou para trás, forçando-a a olhar para mim enquanto era fodida como uma cadela.

“Olha pro seu marido, vadia. Mostra pra ele como uma mulher de verdade goza com pau de verdade.”

Ela gozou de novo, dessa vez gritando, buceta apertando em volta dele. Ele rosnou, puxou o pau para fora e gozou forte. Jatos grossos, brancos, quentes, acertaram as costas dela, a bunda, escorreram pela fenda até pingar na buceta aberta. Um jato acertou meu rosto — eu nem pisquei.

Anna se virou devagar, ainda ofegante. Rastejou até mim. Beijou minha boca, língua cheia do gosto dele. Depois sussurrou no meu ouvido, alto o suficiente para ele ouvir:

“Boa noite, corno… quem quiser a continuação, já sabe onde me encontrar. Mas você… você só assiste.”

Ela se levantou, nua exceto pelas meias brancas sujas de porra e tesão. Pegou a calcinha do meu colo, cheirou-a brevemente com um olhar provocador para mim, e guardou entre os peitos.

Antes de sair do palco de mãos dadas com ele, virou de costas uma última vez, deu um tapa forte na própria bunda — o som ecoou — e deixou escorrer mais porra pela coxa.

E desapareceu nos bastidores, deixando no ar o cheiro doce de sexo, perfume caro, humilhação e promessas sujas que eu sabia que ela cumpriria de novo. E de novo.

Enquanto eu ficava ali, pau duro latejando na calça, sozinho no palco vazio.

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Comentários


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lozo Comentou em 11/02/2026

E tem coisa mais deliciosa do que o maridão ver a esposa amada, adorada, gozando aos gritos, aos berros, gemendo que nem louca numa grande e grossa pica? è simplesmente maravilhoso ver isso e se, no final, puder lamber a bucetinha dela cheia de porra bem quente e fresca do comedor, então fica perfeito. votado e aprovado

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frota-men Comentou em 11/02/2026

Delicia de cadela eu fico encantado com tanta safadeza destas vadias




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Ficha do conto

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luna-blood

Nome do conto:
Corno Assistindo a Puta Gozar

Codigo do conto:
254401

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
11/02/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
3