Nerd Engolindo Tudo

Beatriz tinha 20 anos recém-completos, 1,49 m de altura e um corpinho que parecia feito pra ser quebrado: cintura fina demais, quadril largo o suficiente pra marcar a saia, e peitos pesados que esticavam qualquer tecido barato que ela usasse. Cabelos castanhos cacheados presos num coque bagunçado, óculos de armação preta grossa que escorregavam o tempo todo, e sardas que desciam do nariz até sumir no decote da regatinha preta surrada com estampa desbotada de equação de Schrödinger.

Ela era a monitora de Cálculo Diferencial do terceiro andar da biblioteca central. Os veteranos de exatas a chamavam de “a putinha dos números” pelas costas. Ela fingia que não sabia. Mas quando você — o cara que sempre sentava na última mesa do fundo — entrava atrasado de novo, o pezinho dela começava a bater no chão debaixo da mesa como um metrônomo de tesão.

Hoje a biblioteca estava morta. Chuva forte lá fora, horário de almoço estendido, só o zumbido dos ar-condicionados velhos e o clique distante de alguém digitando no térreo. Beatriz estava corrigindo provas, caneta vermelha na mão, quando você jogou a mochila na cadeira ao lado e se sentou colado nela.

— Tá atrasado pra caralho de novo — ela sibilou, sem tirar os olhos da folha.

— E tu tá molhada pra caralho desde que eu entrei, não tá?

Ela apertou as coxas uma contra a outra. A saia xadrez preta e cinza (que ela jurava ser “estilo lolita acadêmica”) já estava enrolada na cintura, mostrando a calcinha fio-dental preta encharcada colada na buceta inchada. Sem calcinha de lacinho fofo hoje. Era dia de putaria pesada.

Você nem pediu permissão. Enfiou a mão por baixo da mesa, rasgou o elástico da calcinha com dois dedos e puxou o tecido pro lado. Dois dedos entraram sem aviso, fundo, curvando direto no ponto G. Beatriz deu um solavanco, a caneta caiu, um gemido rouco escapou antes que ela mordesse o próprio braço pra abafar.

— Cala a boca, sua vadia. Se o bedel ouvir, eu te faço engolir o rádio dele.

Ela tremia, olhos vidrados atrás dos óculos embaçados. Você bombava os dedos rápido, o som molhado ecoando baixo no silêncio. Ela gozou em menos de um minuto, esguichando na sua mão, pingando no chão de tacos. O líquido escorreu pelas coxas claras até a meia 7/8 preta.

— De joelhos. Agora.

Beatriz deslizou da cadeira pro chão como se tivesse sido treinada pra isso. Ficou de quatro entre suas pernas, bunda empinada, saia levantada nas costas. Você abriu o zíper, tirou o pau duro pra fora e bateu na cara dela duas vezes, forte o suficiente pra deixar marca vermelha na bochecha.

— Abre essa boquinha de calculista.

Ela abriu. Você segurou o coque com uma mão e enfiou até o talo de uma vez. Beatriz engasgou forte, olhos lacrimejando instantaneamente, rímel borrando. A garganta dela apertava em espasmos, mas ela não recuou. Pelo contrário: empurrou a cabeça pra frente, forçando mais, até o nariz afundar na sua virilha.

— Isso, engole tudo, sua nerd nojenta. Engole como se fosse a última prova da vida.

Você fodia a boca dela sem piedade. Ritmo brutal, bolas batendo no queixo babado. Saliva grossa escorria em fios longos, pingando nos peitos que balançavam pra fora da regatinha. Ela gemia abafado, um som gorgolejante e desesperado que vibrava no pau inteiro.

De repente você puxou pra fora. Ela tossiu, cuspindo um jato de saliva misturada com pré-gozo. Antes que respirasse direito, você a virou de costas, empurrou o rosto dela contra a mesa, bunda empinada pro alto.

— Abre essa buceta pra mim.

Com as duas mãos ela puxou as nádegas, expondo tudo: cuzinho apertado piscando, buceta vermelha e escorrendo, clitóris inchado. Você cuspiu direto no buraco do cu, esfregou a cabeça do pau ali e empurrou sem aviso.

Beatriz gritou baixo, abafado pela própria mão na boca. Você não parou. Entrou até o fundo, seco o suficiente pra doer, depois começou a socar forte. Cada estocada fazia a mesa ranger, os óculos dela escorregarem pro nariz e quase caírem.

— Toma, sua putinha de biblioteca. Toma no cu como a vadia que finge estudar enquanto pensa em pau.

Ela gozou de novo assim, só com o cu fodido, corpo convulsionando, unhas arranhando a madeira. Você sentiu o aperto insano e aumentou o ritmo, batendo com força total até as bolas estarem vermelhas de tanto impacto.

Quando sentiu o gozo subindo, puxou pra fora do cu, virou ela de novo e mirou na cara.

— Abre a boca e os olhos, sua porca. Quero ver você chorando enquanto engole.

Primeiro jato grosso acertou direto na lente esquerda, cobrindo quase toda a visão. Segundo e terceiro pintaram as bochechas, escorrendo até o queixo e pingando nos peitos. O resto você jogou na boca aberta, ela engolindo com dificuldade, tossindo, mas lambendo tudo que conseguia alcançar com a língua.

Você segurou o queixo dela, forçando ela a olhar pra cima. Os óculos estavam destruídos: uma lente coberta de porra leitosa, a outra embaçada de saliva e lágrimas. Rímel escorrendo preto pelas bochechas. Boca inchada, vermelha, brilhando.

— Tá vendo? — ela conseguiu sussurrar, voz rouca e quebrada. — Eu disse que hoje ia ser dia de revisão pesada.

Você limpou o pau babado na bochecha dela, deixando mais marcas. Ela ajeitou os óculos sujos com o dedo trêmulo, piscou devagar (o olho coberto mal enxergava) e pegou a caneta vermelha que tinha caído no chão.

— Amanhã tem lista de exercícios de Análise Real… — murmurou, voltando a sentar na cadeira como se nada tivesse acontecido, gozada ainda escorrendo pelo colo e pingando na coxa. — Vai trazer tudo resolvido ou vai querer resolver no meu cu de novo?

Você só riu baixo.

Beatriz ajeitou o coque desfeito, lambeu o canto da boca suja e voltou pra pilha de provas.

Cara melada, cu latejando, buceta pingando no chão.

A monitora mais depravada do campus.

Exatamente como você gostava.

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Comentários


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lozo Comentou em 12/02/2026

Delicia de conto. Quando se encontra uma submissa que adora ser bem maltratada e beber muita porra direto na fonte é gostoso demais, é maravilhoso e como essas gostosas gozam, elas amam isso, sensacional. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Nerd Engolindo Tudo

Codigo do conto:
254469

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/02/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5