Ela estava vestida para destruir: catsuit de **latex preto brilhante** colado ao corpo como segunda pele, zíper frontal aberto até o umbigo, expondo o vale profundo entre os seios pesados e suados. O material rangia a cada respiração, apertando os mamilos endurecidos em relevo cruel. Luvas longas de látex subiam até os bíceps, botas de cano alto com salto plataforma faziam as pernas parecerem armas. O cabelo preto liso, preso em rabo de cavalo alto e apertado, balançava como chicote. Maquiagem borrada de propósito: delineador escorrendo, batom vermelho sangue já manchado.
— Ajoelha, seu cachorro — ordenou ela, voz baixa e cortante, sem saudação.
Victor desceu da moto sem tirar o capacete de imediato. Só abriu o zíper da calça de couro enquanto caminhava. O pau já pulsava grosso contra a cueca, vazando pré-gozo só de ver o brilho do látex refletindo o sol. Quando chegou perto, Lara agarrou a gola da jaqueta dele e puxou com força para baixo.
— Tira essa merda de capacete. Quero ver sua cara de puta quando eu te sufocar.
Ele obedeceu. O capacete caiu no chão com um baque. Lara enfiou a mão enluvada dentro da calça aberta, apertou as bolas com força suficiente pra doer, e puxou o pau pra fora. Era grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhante.
— Olha só esse pau de macho que acha que manda… hoje ele é meu brinquedo de tortura.
Sem aviso, ela o empurrou de joelhos no asfalto escaldante. O calor queimou a pele dele através da calça. Lara abriu mais o zíper do catsuit, expondo a buceta depilada, lábios inchados e mel escorrendo pelas coxas de látex. Agarrou o rabo de cavalo dele (cabelo comprido preso num coque frouxo) e esfregou a cara dele na buceta molhada.
— Cheira. Lambe. Adora o cheiro da dona que vai te quebrar hoje.
Victor enfiou a língua sem hesitar, lambendo os lábios grossos, chupando o clitóris inchado como se fosse oxigênio. Lara gemia baixo, mas cruel, esfregando a buceta na cara dele até o nariz ficar vermelho e mel escorrer pelo queixo.
— Isso… come minha buceta como o porco faminto que você é.
Ela o deixou lamber por uns minutos, depois puxou a cabeça pra trás com violência. Cuspiu na cara dele — um jato grosso e quente.
— Abre a boca.
Ele abriu. Ela cuspiu de novo, direto na língua. Depois enfiou três dedos enluvados na boca dele, forçando até a garganta.
— Engole meus dedos como se fosse pau. Treina essa garganta pra quando eu te enforcar com meu cinto.
Victor engasgou, saliva escorrendo, olhos lacrimejando. Lara riu baixo, sádica.
— Patético… mas excitante.
Ela o levantou pelo cabelo, virou de costas e o empurrou contra a parede. Com movimentos rápidos, tirou do bolso traseiro do catsuit (sim, tinha bolso) um par de algemas de metal acolchoado. Prendeu os pulsos dele atrás das costas, depois amarrou uma corda preta fina nos tornozelos, deixando só uns 20 cm de folga — ele mal conseguia andar.
— Agora você é meu móvel de foda.
Lara se abaixou, abriu a boca e engoliu o pau dele inteiro de uma vez. Não era boquete carinhoso: era throat-fucking reverso. Ela batia a cara na virilha dele com força, engasgando de propósito, baba grossa escorrendo pelas coxas de látex. Cada vez que saía pra respirar, dava um tapa forte na cara dele.
— Olha pra mim enquanto engasgo no seu pau de merda.
Victor gemia alto, pau pulsando na garganta apertada. Ela parou de repente, levantou e virou de costas. Abaixou o zíper até a bunda, expondo os buracos — buceta melíflua e cu apertado, já lubrificado com algo brilhante.
— Escolhe. Qual buraco eu vou destruir primeiro com esse pau que não merece?
— O cu… por favor, dona…
Lara riu.
— Errado. Você não escolhe porra nenhuma.
Ela se posicionou, guiou o pau na buceta e sentou de uma vez, engolindo tudo. O látex rangia enquanto ela quicava violento, bunda batendo nas coxas dele com tapas molhados. Depois de uns minutos, saiu, virou e encaixou no cu sem aviso. Victor gritou — o cu apertado resistiu, mas cedeu com dor prazerosa. Ela cavalgou o cu dele como se quisesse arrancar o pau fora.
— Isso… geme alto, seu viadinho. Quero que o bairro inteiro saiba que você tá sendo arrombado por uma vadia de látex.
Enquanto cavalgava, uma mão enluvada subiu pro pescoço dele. Apertou. Forte. O ar sumiu. Visão escurecendo. Ela apertava mais a cada estocada pra baixo.
— Se gozar sem permissão, eu te deixo aqui algemado e vou embora. Entendeu, porra?
Victor balançou a cabeça freneticamente, rosto roxo. Ela soltou só o suficiente pra ele sugar ar, depois apertou de novo.
— Goza dentro do meu cu. Agora. Enche minha bunda de porra quente.
Ele explodiu. Jatos grossos enchendo o cu apertado, transbordando pelas laterais do pau, escorrendo pelas coxas de látex. Lara gozou junto, buceta pulsando sem nem ser tocada, gritando rouco enquanto espremia o pau com o cu em espasmos.
Quando terminou, ela saiu devagar, o cu piscando, porra branca escorrendo pelo látex preto brilhante. Passou os dedos no mel misturado com leitinho, levou à boca dele.
— Chupa. Limpa sua própria sujeira, cachorro.
Victor lambeu obediente, olhos vidrados de submissão total.
Lara se ajeitou, fechou o zíper devagar, deixando uma trilha de porra visível no látex.
— Semana que vem, na cobertura. Vou te pendurar no teto com cordas shibari, mordaça, plug anal vibrando no máximo e vibrador no pau. Você vai ficar ali horas, gozando seco até implorar pra eu parar… e eu não vou parar.
Victor, ainda algemado e ofegante no chão quente, só conseguiu sussurrar:
— Sim, dona…
Ela deu um último tapa forte na cara dele, montou na garupa da moto como se fosse dona do mundo e acelerou, deixando ele ali, exposto, mel e porra secando na pele, esperando a próxima sessão de destruição.
O cheiro de látex, sexo e asfalto quente ficou pairando no ar por horas.




