Aprendi que a ética, o esforço e a moral nem sempre nos conduzem a alguma coisa. É muito mais fácil conseguir as coisas dando prazer aos outros, e vou contar a vocês como tirei proveito disso. Depois de muito esforço, horas e horas de estudo e noites em claro, eu finalmente consegui terminar a minha faculdade. No entanto, o mercado de trabalho não tinha uma vaga para mim, e acabei sendo uma simples secretária dentro de uma grande empresa. Mais de uma vez meu chefe me convidou para sair, e eu via nos olhos dele que a intenção era me comer. Talvez eu até pudesse usar isso como uma forma de subir na empresa, mas nunca aceitei seus convites, pois ele era muito mais velho do que eu, muito mesmo. Com muito esforço me mantive no posto de secretária, aprendendo muitas coisas que iam além das minhas atribuições. Mas para quê? Sempre que uma vaga melhor aparecia, outras colegas de trabalho, com menos tempo de empresa do que eu, conseguiam pegar. Na verdade eu sabia porque elas conseguiam as vagas. Havia comentários de que elas andavam dando para o meu chefe, e agora eu tinha certeza que era verdade. Eu me sentia muito mal, me achando uma idiota por não ter aceitado os convites dele pra sair. Os meses passaram e uma nova menina foi contratada como secretária também. Logo comecei a ver meu chefe indo para o estacionamento com ela. Dito e feito. Na primeira oportunidade ela foi promovida, virou minha chefe e trocou o seu carro, enquanto eu continuava pegando ônibus. Meu sangue ferveu. Me veio uma depressão daquelas, e passei muitas noites chorando, realmente deprimida. Quando eu estava a ponto de recorrer a remédios, eu levantei a cabeça e prometi a mim mesma que eu não seria mais boba na vida, e iria conseguir subir também, não importasse o que eu tinha que fazer. Nessa mesma semana comecei a me vestir de forma mais provocativa, e passei a sorrir mais para os meus chefes, dando mais espaço para suas brincadeiras. Não demorou muito e um deles, um senhor já mais de idade, me convidou para sair. Fomos para o motel e dei pra ele com vontade mesmo. Até fingi alguns orgasmos. Em pouco tempo meu salário sofreu um aumento, e percebi o quanto eu podia ganhar com o meu lindo corpo. Eu só precisava aprender a aproveitar a minha beleza, sem virar a puta da empresa. Logo outro chefe começou a me comer também. Agora eram dois revezando na minha buceta e no meu cuzinho. Mas, infelizmente, as coisas estavam demorando demais. Eu tinha tido o azar de escolher justamente os dois chefes que não tinham muita importância na empresa. Eles até conseguiram aumentar meu salário, mas eu ainda continuava no cargo de secretária, sendo mandada por meio mundo de gente. Um dia eu estava no trabalho e minha mãe ligou, me pedindo um grande favor. Meu avô estava doente já há alguns meses e minha mãe e minhas tias estavam se revezando para cuidar dele. Durante o dia havia uma enfermeira cuidando dele, mas durante a noite alguém da família ficava lá. Nessa semana minha mãe era a encarrega de cuidar dele à noite. Mas, devido a uma forte gripe que ela tinha pego, ela não estava em condições de ir. Como eu era solteira e sem filhos, acabou sobrando pra mim. À princípio eu não gostei muito da idéia, mas, vendo que se eu não fosse, minha mãe precisaria ir, mesmo estando de cama, eu tive que aceitar a tarefa. Meu avô era um homem cheio do dinheiro, agricultor, com várias terras e gente trabalhando pra ele. Minha avô tinha falecido há alguns anos e ele tinha se casado novamente. Mas a outra mulher também tinha falecido. Nem preciso dizer que todos estavam interessados era no dinheiro do meu avô, não em sua saúde. Nessa noite fui até a casa do meu avô, levando comigo as chaves que a minha mãe me deu. Encontrei ele assitindo TV na sala. Ele me cumprimentou muito amavelmente e percebi que ele sabia que eu era uma de suas netas, mas não sabia qual. Falei meu nome e ele pareceu se recordar de mim. Fiquei com ele mais um tempinho na sala, vendo televisão. Depois servi o jantar a ele e pedi que ele fosse para o seu quarto dormir, e fui dormir no quarto ao lado. Liguei a TV e comecei a passar de um canal para o outro. - Ops! - me surpreendi ao ver que havia vários canais pornô na TV a cabo. "Que velhinho mais safado!", pensei com um sorriso. Meu avô era muito saidinho, e durante toda a sua vida foi um homem conquistador, amante de muitas mulheres. Aqueles canais de sexo com certeza eram pra ele relembrar os velhos tempos. Fiquei imaginando se ele ainda batia uma punhetinha assistindo aquilo. Escolhi um dos canais e comecei a assistir. Sem me dar conta, comecei a ficar excitada. Nossaaaaaa!! Minha calcinha ficou molhadinha e eu já acariciava suavemente os meus peitinhos. Na hora me deu uma vontade enorme de ter um homem ali comigo, pra saciar aquele tesão que eu estava sentindo. A cena seguinte me deixou mais agitada ainda. Tratava-se uma cena na qual uma mulher seduzia um idoso, justamente por causa de seu dinheiro. Esse era exatamente o pensamento que eu tinha, mas me faltava um objetivo. De repente algo iluminou minhas idéias. Meu avô. Eu tinha muito pouco contato com meu avô, e já fazia mais de dois meses que eu não o via. Enquanto eu assistia o filme fiquei relembrando das várias vezes que peguei ele olhando para os meus seios ou para o meio de minhas pernas quando eu era mais nova. Fiquei um tempão vendo pornô e me excitando com as duas idéias. Uma era ter um homem pra me comer naquele momento, e apagar o fogo que eu estava sentindo na minha perereca. A outra era poder aproveitar a fortuna do meu avô, antes que ele morresse e os abutres de seus filhos começassem a brigar por ela. Tirei minha calça, sutiã e calcinha, e fiquei apenas com a camiseta larga que eu estava usando. Em seguida fui até o quarto do meu avô. Percebi que a luz do quarto dele ainda estava acesa. Bati suavemente e escutei a voz dele pedindo pra eu entrar. - Vô... o senhor precisa de alguma coisa? - perguntei e levantei meus braços para mexer nos meus cabelos. Na hora os olhos dele arregalaram, pois a camiseta subiu e ele podia ver claramente as minhas coxas, e eu acho que ele viu até a rachinha da minha buceta, pois ele ficou um tempão me comendo com os olhos. - Não, filha... está tudo bem... o vovô está bem... pode ir dormir! - ele falou mas não parou de olhar para o meio das minhas pernas. - Vô, preciso pedir um favor ao senhor! - eu disse e me sentei ao seu lado na cama. - Claro, pode falar, minha neta! - ele respondeu, me olhando atentamente. - Sabe o que é, Vô? Estou com dificuldades no meu trabalho e preciso cobrir uns cheques esta semana... e como minha mãe já me emprestou muito dinheiro, eu não tenho coragem de falar com ela novamente. - Não tem problema, filha... o vovô te empresta... amanhã você me fala quanto, tá? - meu avô falou e se ajeitou na cama, como se fosse dormir. Percebi uma certa decepção nos olhos dele. Como conheço bem os homens, deduzi logo que ele fantasiou que o favor que eu ia pedir era algo relacionado a sexo. - Oh, vôzinho do coração... muito obrigada mesmo! - dei um abraço nele e lhe agradeci com um beijo, bem no cantinho de sua boca. - Eu vou pagar o senhor sem falta, tá?... até o final do mês! Em seguida dei outro beijo nele, dessa vez em sua testa. Ao fazer isso eu tive o cuidado especial de fazer com que meus seios aparecessem um pouco pelo decote da camiseta. Dei mais outros beijinhos na testa dele e falei que ele estava muito cheiroso, e quase esfreguei meus seios em sua cara. Fiquei mais um pouquinho nessa posição e senti a respiração agitada do meu avô, até que ele não aguentou mais e começou a beijar os meus seios, por cima da minha camiseta. Não falei nada, só levantei minha camiseta rapidamente e deixei meu avôzinho saciar sua sede nos meus peitinhos. A barba grossa dele machucava um pouco minhas tetinhas, mas deixei ele continuar chupando, beijando e sugando os biquinhos. - Ohhhhhhhhhhhh... vô... que delíciaaaaaaa... estou adorando o que o senhor está fazendo comigo...!! - gemi e falei, dando sinal verde pra ele continuar. Tirei a minha camiseta e me deitei completamente nua ao lado do meu avô, enquanto ele tirava rapidamente as calças de seu pijama. Olhei para o seu pau todo enrugadinho e mole e imaginei se o negócio ainda subia, mesmo tendo uma de suas netas mais gatinhas ali, peladinha em sua cama. - Chupa, vô... chupa bem gostoso os peitinhos da sua netinha... chupa... pode chupar o quanto o senhor quiser, tá? - falei e ele continuou por uns bons minutos. Ele beijava, apertava, massageava, me olhava nos olhos, e depois mordia os biquinhos bem devagar. Agora a pica dele começava a reagir. Levei minha mão no meio de suas pernas, toquei seu pau, alisei e comecei a punhetá-lo lentamente. - Filha... já faz tanto tempo que o vovô não sente uma mulher pegando nesse brinquedinho aí... achei que nem funcionava mais! - ele falou e caímos na risada. Fui descendo meu corpo e comecei a dar beijinhos na rola do meu avô. Ela não estava tão dura como os outros paus que eu já tinha enfrentado. Mas não importei com isso, apenas abri os meus lábios e comecei a chupar lentamente, e logo engoli tudo. Meu avô começou a gemer descontrolado. Fui movimentando o meu corpo até acabar com a minha buceta bem na altura do rosto do meu avô, em um 69. Nossaaaaa!! Enquanto eu chupava o pau dele, ele começou a lamber a minha perereca. Aquilo estava tão gostoso. A barba dele na minha região íntima estava me deixando louca de tesão. - Gosta, vovô?... está gostando de chupar a xoxotinha da sua netinha? - tirei a pica dele da minha boca e perguntei. - Sim, filha... eu adoro o gostinho de uma buceta... e a sua está deliciosa! - meu avô falou e sugou meu grelinho como um louco. Eu estava entregue ao meu avô, e nem sabia mais se eu estava fazendo aquilo era para saciar o meu tesão ou por causa do dinheiro que ele ia me emprestar. A verdade é que eu estava doidinha pra sentir o pau do meu avôzinho na minha buceta. - Vô... espera aí que já volto! - falei e saí correndo pra pegar uma camisinha na minha bolsa. Voltei e encapei a pica do meu avô. Do jeito que ele estava, deitado de costas, eu subi em cima dele, peguei o pau dele com uma mão, posicionei na entradinha da minha racha e desci com tudo. - Ohhhh... vôzinhoooooo... eu estava com tanta vontade de dar hoje! - falei e comecei a rebolar devarinho na pica dele. - É, minha netinha linda?... então mete com o vovô... o vovô ainda gosta dessas coisas! - ele falou e levou a boca até os meus peitinhos novamente. Enquanto meu avô chupava os biquinhos dos meus seios eu subia e descia no pau dele, gemendo bem baixinho, curtindo cada centímetro da pica dele. Eu estava até surpresa. Eu nunca tinha dado para um homem da idade do meu avô, e eu sempre pensava que eles nem conseguiam mais levantar o pau. - Vôzinhooooo... que delíciaaaaaa... meu deusssss... vou gozarrrrr... sua netinha vai gozar no seu pau... pode? - gemi e falei, cavalgando no pau do meu querido vovô. Nossaaaaa!! Meu tesão estava à mil por hora. - Goza, minha netinha... gozaaaaa... goza pro vovô ver... ahhhhh... ohhhhhh... que bucetinha apertadinha, filha...!! - meu avô falou, com a voz trêmula e gemendo muito. Nesse momento percebi que ele ia gozar também. Soltei um gemido mais alto e comecei a me tremer todinha. - Ahhhhhhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaa...!!! - meu avô me agarrou forte e começou a gozar, juntinho comigo. Senti o pau dele pulsar e a camisinha encher de porra. Meu deusssss!! Mas que loucura foi aquela? O coração do meu avô disparou um tanto que achei que ele fosse dar um troço. - Nossaaaaaa, vô! O senhor está inteirão ainda! - falei e ele riu muito. - Adorei dar pro senhor... mas é nosso segredo, tá? - Claro, filha! Até porque o vovô só vai conseguir fazer isso de novo daqui um ano! Imagina se outras meninas ficam sabendo que eu comi uma menina bonita como você... elas iam fazer fila aqui na porta! - ele falou e caímos na risada. Depois eu saí de cima dele, me deitando ao seu lado. Cochilei um pouquinho ao lado do meu avô e depois fui para a minha cama, pois ele estava roncando muito mesmo. Para quem precisava trabalhar no dia seguinte, eu precisava de algumas boas horas de sono. De manhã a enfermeira dele chegou e fui embora pra minha casa e de lá para o trabalho. Não demorou muito e comecei a ver os frutos do meu trabalho com o meu avô. Comecei a dar pra ele quase todas as semanas, principalmente na hora do almoço. Ele me ligava e eu dava uma escapadinha pra ir lá. Em menos de um mês ele me deu um carro zerinho, o que provocou desconfiança entre minhas tias. Mas nem me importei para o que o pessoal ia falar. Há tantos avôs que presenteiam suas netas sem pedir nada em troca. E, no final das contas, foi resultado do meu trabalho. A buceta é minha e faço dela o que eu quiser, até mesmo dar ela em troca de presentes. Lamentavelmente meu avô teve um ataque do coração de forma repentina e não resistiu. Ele faleceu depois de uns 8 meses que nossos encontros começaram. Mas eu não tive nada a ver com isso. Não foi durante uma de nossas trepadinhas. Sinto falta dele, do sexo lento e demorado que fazíamos e dos presentes que ele me dava.
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