Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 1

Eu trabalho com imóveis aqui em São Paulo e, por vários motivos, sou bem-sucedida: ralo muito, sei lidar com gente e, mesmo já tendo 42 anos, ainda ouço bastante elogio sobre minha aparência. Essas três coisas juntas viram uma combinação imbatível, e consegui dar uma vida muito confortável pra mim e pros meus dois filhos. anos depois que o James se foi, a Cristiane estava na faculdade em Florianópolis, curtindo muito mais balada do que estudo, e o Miguel, que tinha acabado de fazer dezoito há duas semanas, estava nos últimos dois meses do terceiro ano do ensino médio.

Enquanto a Cris era a doida da farra, que me deu os primeiros fios brancos, o Miguel era o menino tímido, nerdão, daqueles que preferia jogar videogame a ir pra qualquer rolê. Eu ficava preocupada com ele. Era brilhante nos estudos, e antes de terminar o ensimo médio já tinha sido aprovado na federal com bolsa integral, mas socialmente era um desastre. Nunca tinha namorada, e as únicas “festas” que frequentava eram com os três amigos tão travados quanto ele. Sempre rolês temáticos: uma noite de Senhor dos Anéis, outra de Star Wars, e a mais recente tinha sido aqui em casa mesmo, um fim de semana Harry Potter: assistiram os oito filmes, mais todos os extras, e depois fizeram uma lista com cem erros dos filmes em relação aos livros, e leram tudo pra mim com um entusiasmo que eu tentei acompanhar com sorrisos educados.

Claro que essas “festas” eram sempre só os quatro, sem nenhuma menina pra atrapalhar.

E foi exatamente aí que tudo começou…

Cheguei em casa mais cedo naquele dia porque duas visitas de imóveis foram canceladas. Tirei os saltos na entrada como sempre faço, já pensando em ir pro quarto tirar a roupa e tomar um banho, quando vi que a porta do meu quarto estava aberta e a luz acesa. Eu sabia que não tinha deixado assim. Com cuidado, achando que podia ser ladrão, cheguei devagar e espiei pela quina.

Na minha cama, deitado de costas, o Miguel se masturbava com uma das minhas meias-calças pretas de seda, enquanto olhava fixo pra tela do notebook. Ele gemia baixinho, cada vez mais alto. Fiquei paralisada. Não conseguia tirar os olhos daquela cena: meu filho se punhetando na minha cama, com uma rola que, meu Deus, era bem maior do que eu imaginava.

Fiquei olhando só um minuto, talvez dois, até que ele soltou um gemido rouco:

- Isso, mamãe… chupa minha rola, vai… sê uma boa cadela pra mim…

Eu quase deixei escapar um “ah” alto. Não era só a meia-calça minha. Ele tava se imaginando comigo! Por sorte ele estava tão perdido na punheta que nem percebeu meu suspiro abafado.

Alguns minutos depois, enquanto eu continuava ali, hipnotizada, ele chamou “mamãe” mais umas três vezes, até que grunhiu:

- Tô gozando, mamãe… engole tudo, engole a porra do seu filhão!

E então jatos grossos e brancos subiram pelo ar, caindo no lençol e na barriga dele.

Saí correndo na ponta dos pés, desci a escada, saí de casa e entrei no carro de novo. Meu coração batia na garganta. Meu filho fantasiava comigo. Eu tava mortificada… e, pior ainda, quando encostei a mão entre as pernas, senti a calcinha encharcada.

Por que eu tava molhada pra caralho?

Por que meu corpo tinha reagido daquele jeito?

Eu realmente tinha ouvido o Miguel me chamar de cadela?

Balancei a cabeça pra tentar afastar os pensamentos, dei partida e saí dirigindo sem rumo, esperando que o trânsito de São Paulo me ajudasse a botar a cabeça no lugar. Não ajudou nadinha.

Uma hora depois, mais ou menos na hora que eu normalmente chego, entrei em casa e chamei:

- Miguel, cheguei!

Ele respondeu lá do quarto dele (graças a Deus):

- Oi, mãe!

Fui até lá, vi a porta aberta, ele no computador como se nada tivesse acontecido.

- Quer pizza?

- Top, mãe - respondeu tranquilo, sem nem desconfiar que eu sabia de tudo.

O resto da noite foi absurdamente normal: pedimos pizza, assistimos o Jogo da Vida na TV (ele sempre acerta as perguntas), depois ele foi pro quarto jogar e eu fiquei na sala com um vinho branco, marcando visitas pro dia seguinte e tentando fingir que minha cabeça não tava um caos.

Na hora de dormir eu rolei na cama por mais de uma hora. As imagens do meu filho se punhetando com minha meia-calça, gemendo “cadela”, não saíam da cabeça. Minha buceta latejava. Tentei resistir, mas acabei cedendo. Fechei os olhos e comecei a me tocar, como sempre fazia pensando no James, meu homem perfeito que foi embora cedo demais. Ele entendia minha safadeza na cama, sabia que eu precisava ser dominada quando estávamos sozinhos, mesmo sendo a mulher mandona e decidida lá fora. No quarto ele me tratava como a puta que eu queria ser: me fodia de quatro, no cu quando queria, na boca, na buceta… onde desse na telha dele. E na frente dos outros, sempre o cavalheiro perfeito.

Essa fantasia sempre me levava rápido ao gozo. Eu já tava quase lá, imaginando o James me arrombando por trás, quando minha mente traiu: de repente não era mais o James. Era o Miguel. A rola grossa do meu filho me invadindo, me mandando gozar.

Eu já tava tão perto que não consegui parar. Continuei esfregando o clitóris com força, os dedos entrando e saindo da buceta melada, e gozei ouvindo na minha cabeça a voz dele:

- Goza, mamãe… goza na rola dura do seu filho!

O orgasmo foi violento. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas se fecharam nos meus próprios dedos, um jorro quente molhou o lençol. Fiquei largada ali, suada, ofegante, com o coração disparado.

Quando a onda passou, veio o choque: eu tinha gozado pensando no meu próprio filho. E tinha sido o gozo mais forte em anos.

Depois de um tempo pensando, cheguei à conclusão que me confortou um pouco: devia ser cansaço, solidão, saudade do James, choque de ter visto o Miguel se masturbando daquele jeito… tudo misturado. Fazia sentido. Me agarrei nessa explicação, virei pro lado e dormi profundamente, a melhor noite de sono que tive em muito tempo.


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Comentários


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matheusmela Comentou em 26/02/2026

Agora q sabe da ferramenta do filho e do seu desejo poderei facilitar andar mais a vontade em casa de calcinha e dormir com a porta aberta pra ele entender , depois q rola dividir com a filha né o pauzão do garoto quando souber vai querer tb ela, as 2 de calcinha em casa ele n vai resistir




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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Como me tornei a cadela do meu filho - Parte 1

Codigo do conto:
255649

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/02/2026

Quant.de Votos:
6

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