Roubei a família do meu irmão - Parte 2


O Eduardo não conseguiu chegar a tempo pro jantar com a gente. A Soph nem se deu ao trabalho de arrumar a mesa e a gente comeu ali mesmo no balcão da cozinha, só batendo papo.

Descobri que a Soph era dona de casa em tempo integral, coisa que ela gostava, mas que também deixava ela um pouco entediada. Ela se mantinha ocupada malhando, cuidando da casa e com uns hobbies. Lia bastante, fazia parte de um clube do livro e ainda voluntariava duas vezes por semana num abrigo de moradores de rua ali na cidade. Tinha um grupo de amigas desde a faculdade e todas ainda se falavam bastante, embora ela fosse a única casada.

Eu tinha bem menos pra contar. Minha vida era bem sem graça. Trabalhava horários pesados, então quase não sobrava tempo pra mais nada. Sempre tive intenção de arrumar uns hobbies, mas nunca rolava. Minha ex odiava isso e foi uma das coisas que ajudou a acabar com o relacionamento.

Eu tava gostando pra caralho de passar tempo com minha cunhada. A gente se dava bem, ela era fácil de conversar. Percebi que ia curtir bastante ficar perto dela.

Depois do jantar eu insisti em arrumar a cozinha, era o mínimo que eu podia fazer já que ela tinha cozinhado e depois desci pro meu quarto pra montar os computadores. Ainda faltava uns dias pra começar no novo emprego, mas eu queria deixar tudo pronto e resolver qualquer problema que aparecesse. Ia trabalhar de casa quatro dias por semana e só ir pro escritório uma vez pras reuniões de equipe.

Já eram umas dez e meia da noite quando ouvi uma batida na porta e era o Eduardo. Ele me deu um abraço daqueles bem apertados e disse que tava feliz pra caralho de eu estar ali. Ele parecia mais velho que da última vez que eu tinha visto. O cabelo tava mais ralo e quase todo grisalho. Tinha engordado também. Ainda era um cara grande, mas onde antes ele se mantinha seco, agora tinha uma barriguinha. A idade tava começando a cobrar a conta.

“Desculpa não ter conseguido chegar pro jantar. Rolou um pepino no trabalho e não deu pra sair. Mas a Soph te tratou bem, né?”

“Claro,” respondi. “Ela é incrível. Me fez sentir em casa logo de cara. Você tá livre amanhã à noite? A gente podia bater um papo, tomar uma gelada…”

O Eduardo balançou a cabeça.

“Não vai dar,” disse. “Queria pra caralho, mas amanhã de manhã cedo eu tô voando pra Paris. Vou ficar fora dez… espera… não, esse mês vai ser doze dias. Quando eu voltar devo ficar em casa uma semana ou uns dias pelo menos.”

A gente conversou mais um pouco antes dele dizer que ainda tinha umas coisas pra resolver antes de dormir.

“Tô feliz que você tá aqui,” ele falou antes de subir.

“Eu também,” respondi. E era verdade.


No dia seguinte meus olhos abriram uns minutos antes do despertador tocar. Fiquei meio desorientado por um segundo até lembrar que tava numa cama nova, numa casa nova, numa cidade nova.

Rolei pra fora da cama. Eu sempre durmo sem camisa e só de calça leve de pijama, e não tinha mudado isso na nova casa. Me espreguicei e lembrei que o banheiro ficava do outro lado da sala de TV. Abri a porta do quarto e parei na hora.

Meu quarto devia ter um isolamento acústico bom pra porra, porque assim que abri a porta escutei o som de um vídeo de yoga instrucional.

Tinha uma TV menor embutida na parede da academia e nela um cara fazendo uma sequência de posturas, explicando cada movimento. No chão, em cima de um tapete de yoga, tava a Soph.

Eu tive que parar pra olhar.

A cabeça dela tava virada pro outro lado e ela tava de quatro, costas arqueadas. Usava um short de yoga absurdamente justo e uma regata do mesmo tecido, com alças fininhas. A visão quase me tirou o ar.

Quem quer que tenha desenhado roupa de yoga devia ser um pervertido de marca maior. O tecido elástico grudava nas duas metades redondas da bunda da Soph como se fosse mágica, marcando tudo. Parecia que ela tava praticamente pelada. Senti uma vontade repentina e bruta de atravessar a sala correndo e agarrar uma nádega em cada mão.

A posição seguinte fez ela mudar de postura. Levantou, colocou uma perna à frente da outra, dobrou os joelhos bem fundo e esticou os braços pra cima. Os olhos dela tavam fechados, então ela não percebeu que tinha plateia. Depois ela começou a inclinar o corpo pra trás, mantendo o equilíbrio enquanto arqueava as costas de novo.

Eu assistia tudo pelo espelho que ficava na parede embaixo da TV.

A blusinha subiu um pouco, deixando uma faixa de pele bronzeada da barriga à mostra. O short marcava tanto a bunda que dava pra ver o contorno perfeito de cada curva, o jeito como a carne macia se apertava contra o tecido. Quando ela arqueou mais, os peitos grandes empurraram pra frente, os mamilos marcando levemente o tecido fino.

Porra… que visão.

Fiquei ali parado, pau já começando a inchar dentro da calça fina do pijama, só olhando minha cunhada se alongar. O suor brilhava na pele dela, descendo pelo pescoço e sumindo no decote. Cada respiração fazia o peito subir e descer, pesado, gostoso.

Ela não fazia ideia de que eu tava ali, babando feito um idiota.

E eu não conseguia tirar os olhos.

A blusinha que ela usava não era um top esportivo daqueles que esmagam tudo. Tinha um suporte embutido, mas deixava os peitos livres do jeito certo. Eu nunca fui bom em chutar o tamanho de sutiã, mas eram cheios, redondos, bem mais que um punhado. Dava pra ver claramente os biquinhos dos mamilos marcando o tecido fino.

A Soph foi pra outra posição, girando os braços e dobrando o corpo pra frente, colando o tronco na perna que tava esticada à frente. Fiquei ali parado, hipnotizado pelo jeito que a bunda dela se mexia, e sem perceber lambi os lábios.

Foi aí que, ainda curvada, ela abriu os olhos.

Ela sorriu pra mim daquela posição, segurou por mais um segundo e depois se endireitou devagar.

“Bom dia,” disse, ainda com um sorrisinho. “Você acordou cedo.”

“É,” respondi. “Sempre fui de acordar cedo. Bom dia. Eu só ia tomar banho.”

“Que bom! Normalmente fico sozinha de manhã fazendo minhas coisas. Vai ser legal ter companhia. Quando eu terminar aqui a gente faz o café da manhã. O chuveiro é ali.”

Ela apontou pra porta do banheiro. De repente fiquei bem consciente de que tava sem camisa na frente da minha cunhada. Vi o olhar dela descer do meu rosto pro peito, pra barriga e depois mais pra baixo. O rosto da Soph ficou um pouco vermelho antes dela virar rápido e voltar pra sequência de yoga.

Olhei pra baixo e vi exatamente o que ela tinha visto: uma barraca enorme marcando a calça fina do pijama. Como todo homem, eu acordava de pau duro toda manhã. Às vezes batia uma logo de cara, outras deixava amolecer e resolvia depois. Hoje, porém, depois de ficar olhando a Soph se alongando, ele não tinha baixado nem um pouco. Eu tava visivelmente excitado pra caralho.

Sem graça pra porra, virei de costas pra ela e entrei correndo no banheiro. Tirei a roupa rapidinho e entrei debaixo do chuveiro. Abri a água fria pra tentar baixar o tesão, mas mesmo com a água gelada caindo em cima de mim, continuei duro como pedra. Desisti e segurei o pau.

Imagens da Soph se alongando na minha cabeça enquanto eu me masturbava. Ela tava alongando, mas completamente pelada. Eu imaginava chegando por trás, enquanto ela tava curvada numa pose, e enfiando tudo de uma vez, enterrando a rola até o talo na buceta dela e começando a foder com força.

Não demorou nem dois minutos. Gemi baixo, gozando forte contra a parede do box, socando na minha própria mão. Tava ofegante pra caralho quando ouvi:

“Dan?”

Era a Soph.

“É,” respondi, ainda recuperando o fôlego. O vidro do box tava todo embaçado, mas dava pra ver o contorno dela parada meio dentro da porta.

“Não quero te apressar,” ela falou, “mas se a gente vai tomar café da manhã eu preciso entrar aí. Tenho um compromisso daqui a pouco.”

“Tá bom,” respondi. “Tô quase acabando!”

Terminei de enxaguar, estiquei o braço pra fora, peguei uma toalha do suporte e puxei pra dentro. Me sequei rápido e enrolei na cintura.

Quando saí do box, a Soph ainda tava ali, parada logo depois da porta.

“Ah,” ela disse. “Desculpa! Vou sair.”

“Tá tranquilo,” falei, tranquilizando ela. “Tô de toalha. Pode ficar. Só vou pro meu quarto. Escovo os dentes quando você terminar.”

Passei a mão no cabelo molhado, jogando pra trás, e atravessei o banheiro grande, passando bem pertinho dela. Quase encostei. Olhei pra baixo.

Ela ainda tava com uma leve camada de suor brilhando na pele, o cabelo loiro úmido preso pra trás. Tava linda pra porra.

Vi os olhos dela descerem pro volume que ainda marcava a toalha na minha cintura, como se tentasse imaginar o que tinha embaixo. Ela mordia de leve o lábio inferior.

Interessante, pensei. Mas logo passei por ela e fui pro quarto. Balancei a cabeça. Não era interessante porra nenhuma. Foi só uma situação meio sem graça, nada demais, me convenci.

Me vesti e subi logo depois pra tomar café com a Soph, que chegou na cozinha pouco depois de mim.

Ela tava de legging de yoga preta e um suéter largo e confortável por cima. O cabelo preso num coque frouxo e uma maquiagem bem leve. Enquanto via ela se mexendo pela cozinha, pensei que quem inventou legging pra usar fora de casa era um gênio do caralho.

“Normalmente eu só tomo um smoothie de manhã,” ela disse. “Mas tem cereal ou eu posso fazer ovos se você quiser.”

Balancei a cabeça.

“Vou de smoothie também,” respondi. “Se você não se importar de fazer duplo. Depois eu vou correr e não quero nada muito pesado.”

Ela pegou os ingredientes e preparou os smoothies no liquidificador top de linha que ficava no balcão. A gente brindou com os copos e tomou pelo canudinho. Tava bom, só um pouco doce pro meu gosto.

“Então,” falei, puxando assunto. “Qual é esse compromisso?”

A Soph desviou o olhar e ficou um pouquinho vermelha.

“Ah…” ela riu, nervosa. “É… terapia. Eu vejo ela toda semana.”

Assenti.

“Legal,” falei. “Eu tinha terapeuta na cidade antiga. Ajudou bastante com umas coisas. Principalmente com a morte do pai quando eu era novo, sabe?”

“Ah,” ela disse. “Que bom. Eu fico meio envergonhada de falar nisso. Não venho de uma família que faz terapia, se é que você me entende.”

“Entendo perfeitamente,” respondi. “Muita gente se sente assim. Isso acaba impedindo um monte de gente de buscar ajuda. Eu faço questão de falar abertamente. Acho que devia ser normalizado. Aí mais gente ia aproveitar.”

“Isso é inteligente,” ela falou. “Ainda não cheguei nesse ponto.”

A gente terminou os smoothies e ela pegou a chave do BMW dela e foi em direção à porta, se despedindo.

Parou na porta aberta da frente e se virou pra mim.

“Dan,” chamou.

“Fala.”

“Você podia… talvez não comentar nada disso com o Eduardo? Ele não sabe. Não sei se quero… não sei se tô pronta pra contar pra ele ainda.”

“Claro,” respondi. “Sem problema nenhum. Vai ser nosso segredo.”

“Ok,” ela disse, sorrindo. “Nosso segredo.”

E saiu.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 2

Codigo do conto:
257301

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

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