As três Marias - Parte 1

Como a maioria das coisas incríveis na vida, isso aconteceu de um jeito totalmente inesperado.

Maria Eduarda, minha irmã mais velha, tinha pegado o namorado dela de mais de dez anos chupando o pau de outro cara. As coisas não andavam bem entre Maria Eduarda e o namorado dela, André, fazia um ano, mas isso ninguém esperava. André era daqueles machões, e pelo visto isso incluía transar com homens.

Pra piorar, Maria Eduarda pegou ele bem uns dias antes do Dia dos Namorados. Aí a gente decidiu fazer uma noite especial só das irmãs no Dia dos Namorados. Ana Maria, a do meio, topou porque o marido dela tava viajando a trabalho, e, como era de se esperar, meu marido, Henrique, não viu problema nenhum em não sair pra um jantar caro pra caralho e ficar em casa assistindo futebol.

Antes de continuar essa loucura de história, vale dizer que, embora Maria Eduarda seja a mais velha e eu a mais nova, só quatro anos separam nós três. Nossa mãe era uma fábrica de bebês: pariu Maria Eduarda, depois, dezesseis meses mais tarde, Ana Maria, e por último a fofinha aqui, só quinze meses depois.

Embora a gente fosse irmãs, vale notar que a gente era bem diferente uma da outra. Maria Eduarda pegou os peitos que tanto Ana Maria quanto eu invejamos durante o ensino médio e a faculdade, mas agora nem tanto, porque a gente não precisa carregar eles o dia todo no trabalho. Maria Eduarda era a única loira, puxando pro pai, com olhos azuis que atraíam os caras na hora, mas era a mais baixinha, com 1,50m. E embora não fosse gorda, tinha ossos largos, igual ao pai, e isso sempre foi o ponto fraco dela. Na real, ela tá em ótima forma pros 43 anos. Dito isso, geralmente ela era o elo que mantinha a família unida... a que sempre tinha tudo no lugar. Ela era organizada, psicóloga, como era de se esperar, e das três era a que se vestia pro conforto em vez da moda.

Ana Maria, por outro lado, era o oposto total de Maria Eduarda. A rebelde da família desde o ensino médio, ela assume na cara dura que dos dezesseis aos trinta foram os "anos de vadia" dela (ela não dá um número oficial, mas admite que qualquer palpite nosso a gente devia dobrar). Ela ama tatuagens, é morena com olhos castanhos, irritantemente magra, casada com um banqueiro rico (a gente chama ela de "troféu" pra irritar, mesmo ela tendo emprego como enfermeira e ganhando bem pra caralho) e sempre usa as modas mais novas e descoladas. O ponto fraco dela é que nunca teve peitos. Tipo, tem no sentido mais básico, mas mesmo com pernas longas, corpo perfeito e bunda durinha (ela malha todo dia... seria bom ter uma piscina no quintal também), ela fica obcecada com os peitinhos quase inexistentes. Ela pensa em colocar silicone faz anos, mas até agora a gente convenceu ela a não.

Aí tem eu. Eu sou a sem graça do grupo. A tímida; a chata; a que tem filhos. Maria Eduarda não teve nenhum porque André não queria, e Ana Maria não teve porque descobriu, depois de gastar uma grana, que não podia fisicamente. Eu, por outro lado, tive três e eles foderam meu corpo pra valer. Além de problemas de tireoide, que faz gozar ser duas vezes mais trabalho, nunca perdi o peso da gravidez, especialmente na bunda. Tenho olhos verdes, cabelo castanho (com uns fios brancos se não pintar) e um sorriso fofo. Meus peitos são médios, o suficiente pra mostrar com a roupa certa, mas não pra chamar muita atenção. Meu marido é louco por pernas e por isso não liga muito pros meus peitos. Ele tá mais interessado nas minhas pernas bem torneadas... especialmente com meia-calça, que ele espera que eu use todo dia.

Meu trabalho é estressante pra caralho. Sou professora de ensino médio e tenho que ser forte mental o dia todo, por isso em casa eu gosto de soltar... sou bem submissa pro meu marido.

Agora que você sabe um pouco sobre a gente, vou continuar a história. Essa história na verdade é sobre como nós três cruzamos uma linha que nunca nem pensamos em cruzar até aquela noite fatídica que eu tô prestes a contar.

Ana Maria insistiu que a gente se arrumasse toda pra nossa "Noite de Dia dos Namorados Sem Homens" enquanto ela reservava uma mesa no restaurante mais caro da cidade. De novo, deve ser bom ter contatos e grana. Ana Maria, sendo Ana Maria, insistiu que a gente se encontrasse na quinta à noite pra comprar roupas... por conta dela. No fim da noite, cada uma tinha um vestido que você usa só pra chamar atenção, com saltos combinando e calcinhas de renda novas. Custou mais de dois mil reais mas Ana Maria deu de ombros dizendo que dinheiro é pra gastar. Maria Eduarda brincou que não era dinheiro dela, ao que Ana Maria rebateu: "Mais razão ainda pra gastar."

Na sexta, Ana Maria insistiu de novo que a gente se encontrasse logo depois do trabalho, dessa vez no salão de beleza preferido dela, onde a gente fez cabelo, unhas e maquiagem. Quando chegamos no restaurante, já tínhamos mandado pra dentro uma garrafa de vinho e parecíamos três coroas elegantes caçando. Eu tava num vestido vermelho, com cinto preto que marcava todas as curvas que eu tinha (as boas e as ruins), com saltos de dez centímetros combinando e meia-calça bege que realçava meu melhor asset, as pernas.

Maria Eduarda tava num vestido multicolorido mais longo que o meu mas mais justo em cima, fazendo os peitos dela serem o foco óbvio pro garçom ou garçonete.

Ana Maria, claro, tava num vestido dourado, com fenda lateral que mostrava um monte de perna e o fato de que ela tava usando meias 7/8 em vez de meia-calça.

Eu perguntei, enquanto a gente bebia uns drinks no bar esperando a mesa, "Essas meias 7/8 não são provocantes demais pra um look desses?"

"Carlos insiste que eu só use meias 7/8 porque dá acesso mais rápido à mercadoria." Ela deu de ombros, adicionando: "Palavras dele, não minhas."

Eu usava meias 7/8 pro Henrique pelo mesmo motivo, mas não era de compartilhar minha vida sexual abertamente. Em vez disso, dei de ombros: "O que te faz feliz."

Maria Eduarda entrou na conversa: "Eu nunca uso meia-calça, odeio."

Ana Maria disse: "É tipo maquiagem ou salto, só mais um jeito de realçar o look."

"São desconfortáveis," Maria Eduarda disse, antes de adicionar: "E sempre rasgam."

"Primeiro, por isso uso meias 7/8, são super confortáveis. Segundo, se comprar qualidade, tipo da marca boa, duram pra sempre e parecem seda... porque são."

"Se você diz," Maria Eduarda deu de ombros.

"Eu vou te fazer experimentar umas quando a gente voltar pra minha casa!" Ana Maria disse.

Maria Eduarda topou, porque é sempre mais fácil concordar com Ana Maria: "O que você mandar."

Ana Maria sorriu: "Ótimo, você tá finalmente aprendendo."

"Só tentando te calar," Maria Eduarda rebateu.

Ana Maria riu: "Eu só quero agradar."

Maria Eduarda brincou: "Por isso você era tão popular no ensino médio."

"E na faculdade," eu adicionei.

"Inveja," Ana Maria disse, toda cantando, sabendo que era verdade e mostrando que tava de boa com o passado vadia dela.

Um host bonitinho nos levou pra mesa e era óbvio que ele tava sobrecarregado pelas três. Ele ficou olhando pros peitos de Maria Eduarda, minhas pernas e tudo de Ana Maria.

Uma vez sentadas, Ana Maria perguntou pra Maria Eduarda: "Você tá pronta pra montar no cavalo de novo?"

"Porra, não!" Maria Eduarda disse dramaticamente. "Homens tão fora do cardápio agora."

"Isso significa que você tá mudando de time?" Ana Maria perguntou brincando.

Maria Eduarda deu de ombros, terminando o drink. "Não pode ser pior que ficar com homem."

"Não é pior, é só diferente," Ana Maria revelou, surpreendendo nós duas.

"Você já sapatou?" Maria Eduarda perguntou, surpresa.

Bem antes de Ana Maria responder, nossa garçonete, uma loirinha fofa nos vinte e poucos, chegou na mesa.

"Oi, meu nome é Emile e eu vou ser a garçonete de vocês essa noite," ela cumprimentou.

"Boa noite, Emile," Ana Maria respondeu, obnoxiosa como sempre.

"Boa noite, senhora," Emile respondeu educada.

"Senhora," Ana Maria ofegou como se tivesse sido ofendida pra caralho. "Eu não sou senhora nenhuma!"

A coitada ficou vermelha, obviamente não acostumada com uma resposta dessas. Ela gaguejou: "D-d-desculpa."

Ana Maria sorriu: "Sou Ana Maria ou Deusa da Beleza, você escolhe."

Emile sorriu, entrando rápido na brincadeira. "Posso pegar algo pra beber pra Deusa da Beleza pra começar?"

"Sim, uma garrafa do vinho mais top de vocês," Ana Maria respondeu.

"Claro, só isso?" Emile perguntou.

"Por enquanto," Ana Maria sorriu calorosamente.

Emile saiu e Maria Eduarda repreendeu: "Isso foi demais."

Ana Maria sorriu: "Só aquecendo ela pra você."

"Ela tem metade da minha idade," Maria Eduarda disse, chocada com a sugestão.

"As novinhas geralmente são as mais ansiosas pra agradar, ou pelo menos as mais fáceis de treinar. Bom, elas e as casadas com maridos que ignoram as necessidades sexuais delas, claro," Ana Maria deu de ombros.

Eu perguntei, tentando ser crua: "Você já comeu buceta desde que casou?"

"O céu é azul?" ela respondeu.

Eu brinquei, hoje sendo um dia nublado e miserável: "Não hoje."

"Tá bom, os peitos da Maria Eduarda são enormes?" Ana Maria reformulou.

Maria Eduarda brincou: "Especialmente nesse vestido apertado ridículo que você me fez vestir."

"Você vai pegar alguém hoje. Se não um novinho da faculdade com pau grande que aguenta cinco vezes, uma lésbica fofa ou bi," Ana Maria previu ousadamente.

"Como você sabe se uma mina é lésbica?" eu perguntei.

"Isso é difícil às vezes, mas quase todas as minas, especialmente as mais novas tipo nossa Emile ali, são bi... é a nova moda," Ana Maria explicou.

"É moda chupar pau e chupar buceta ?" eu perguntei.

Ana Maria riu: "De onde veio essa boca suja sua?"

"Aprendi com a melhor," eu dei de ombros.

"A gente vai ver se isso é verdade," Ana Maria disse, o tom dela ominoso de um jeito que eu não conseguia explicar. "E confia em mim, é moda ser bi."

"Se você diz," eu disse, a conversa ficando um pouco desconfortável. Eu fantasiava com mulheres fazia três anos: na maioria novinhas que eu imaginava me seduzindo e me transformando na professora pet delas. Às vezes via uma mulher preta e ficava molhada imaginando como seria me submeter a uma preta ou a um preto. Mas isso era a real de fantasia... era só fantasia.

Os pensamentos de tornar minha fantasia real mudaram mesmo quando uma professora nova, Amara Alves, começou na escola. Ela era nova, divertida, linda, preta, e parecia flertar comigo. Ela me dizia como eu tava bonita quase todo dia, apertava meu ombro e braço várias vezes e até colocou a mão na minha perna no bar durante um happy hour de sexta. Embora nada tivesse acontecido, ela definitivamente ativou minha curiosidade. Minhas masturbações ultimamente não eram do meu marido, ou de uma suruba (outra fantasia secreta minha) mas de Amara me seduzindo e me tornando dela.

"Meu Deus, Maria Clara, você tá afim de alguém," Ana Maria acusou.

"Não tô não," eu refutei rápido, mesmo sentindo o calor subindo nas bochechas.

"Você já comeu buceta?" Ana Maria perguntou.

Graças a Deus, fui salva pela garçonete que trouxe um vinho caro pra caralho que ela serviu pra cada uma. Enquanto ela se inclinava, notei que os peitos dela eram bem volumosos também, embora não tão grandes quanto os de Maria Eduarda. Depois de servir o vinho, ela pegou nossos pedidos de entrada.

Uma vez que ela saiu, Ana Maria repetiu a pergunta, embora um pouco menos franca. "É só uma paixonite ou já virou algo mais?"

"Eu nunca trairia o Henrique," eu respondi, evitando a pergunta e assim admitindo automaticamente na mente de Ana Maria.

"Meu Deus, Maria Clara, você é tão anos 50," Ana Maria acusou.

"Por quê, porque sou leal e tradicional?" eu perguntei, ficando irritada com a personalidade dominadora da minha irmã.

Maria Eduarda entrou: "Deixa a Maria Clara em paz."

"Eu só tô dizendo que não é traição se for só chupar buceta ou ter a buceta chupada por outra mina," Ana Maria disse.

"Ah, mal posso esperar pra ouvir essa lógica," eu respondi sarcástica, mesmo que parte de mim estivesse curiosa, especialmente com minha paixonite por Amara.

"Eu nunca trairia o Carlos com outro cara," Ana Maria começou.

"Que anos 50 de você," eu disse, não conseguindo segurar o sarcasmo.

Maria Eduarda riu enquanto terminava outro copo de vinho.

"Por outro lado, um rolê lésbico é totalmente liberado," Ana Maria disse.

"Porque?" eu perguntei.

"Porque meu marido não tem buceta. Ele não pode dar a experiência lésbica," Ana Maria respondeu.

"Então chupar buceta , não é traição," eu esclareci. "Chupar pau de outro, é traição."

"Exato," Ana Maria assentiu, como se isso explicasse tudo.

"A lésbica te foder com uma cinta conta como traição já que seu marido tem pau?" eu perguntei, tentando furar buracos na teoria bizarra dela.

"Isso é zona cinzenta," Ana Maria respondeu. "Mas não posso dizer que não estive dos dois lados de uma cinta boa." Terminando o vinho, ela olhou pra ver se a garçonete tava vindo, antes de responder: "Vocês guardam segredo?"

"Claro," Maria Eduarda e eu respondemos ao mesmo tempo. Embora as duas ficássemos perturbadas com o comportamento vadia e personalidade obnoxiosa da nossa irmã, a gente parecia viver vicariamente através da natureza selvagem dela. Além disso, pelo tom, isso ia ser uma revelação da porra.

"Vocês sabem o que é pegging?" Ana Maria perguntou.

"Não," Maria Eduarda e eu respondemos ao mesmo tempo, as duas se inclinando pra ouvir a voz agora mais discreta de Ana Maria; embora na real eu soubesse o que era 'pegging' pelas minhas escritas.

"Vocês tão prontas pra pedir?" Emile perguntou, fazendo nós três pularmos.

"Acho que sim," Ana Maria respondeu, sorrindo. Cada uma pediu enquanto um senhor mais velho trouxe nossas entradas.

Uma vez sozinhas de novo, Ana Maria encheu os copos de vinho e disse: "Um brinde."

"A quê?" Maria Eduarda perguntou.

"A irmãs que não fazem isso o suficiente," Ana Maria respondeu.

"Concordo," eu disse, erguendo o copo.

"Tá bom," Maria Eduarda concordou, erguendo o dela também.

A gente bateu os copos, riu como meninas de escola e cada uma mandou metade do copo de vinho.

"A uma noite louca," Ana Maria adicionou, terminando o copo que tinha acabado de encher.

Não querendo ficar pra trás, terminei meu copo de vinho também... agora eu tava bem no caminho pra ficar bêbada. "Mais," eu pedi, passando o copo pra Ana Maria.

"Nossa irmãzinha tá ficando selvagem hoje?" Ana Maria perguntou.

"Talvez," eu dei de ombros, coquete.

Ana Maria serviu pra ela e pra mim outro copo enquanto Maria Eduarda perguntou: "Então o que é pegging?"

"Vocês têm certeza que tão prontas pra isso?" Ana Maria perguntou.

"Você não pode começar uma história e não terminar," eu disse.

"Tá bom," Ana Maria disse. "Pegging é quando a mina, usando uma cinta, fode um cara no..."

"Cu?" Maria Eduarda perguntou, os olhos arregalando.

"Você faz pegging no Carlos?" eu perguntei, o pensamento do marido grandão e bruto dela levando cinta no cu sendo ao mesmo tempo perturbador e tesão.

"Eu disse pra ele que se ele queria meu cu, eu pegava o dele," Ana Maria sorriu, revelando mais um lado safado da vida dela.

"Você leva no cu?" Maria Eduarda perguntou, claramente sobrecarregada por todas essas revelações sexuais.

"Ah, sim; é o ato máximo de submissão. Se entregar pro tabu final e dar confiança total pro amante," Ana Maria explicou. "Além disso, uma vez que você se acostuma com pau no cu, é uma delícia da porra."

"Eu nunca," Maria Eduarda disse.

"Nunca diga nunca," Ana Maria sorriu.

"Ah, tô bem confiante," Maria Eduarda rebateu.

Eu lembrei do meu ex-noivo, Miguel, comendo meu cu e embora não tenha gostado da primeira vez, logo comecei a desejar e implorava pro Miguel encher meu cu de porra. Claro, isso não era algo que eu planejava compartilhar com minhas irmãs... nem era algo que um cavalheiro como Henrique pensaria em fazer com a esposa... infelizmente.

"Eu tentei uma vez anos atrás," Maria Eduarda admitiu, "mas doeu demais."

"Ah, precisa paciência, lubrificante e muito vinho da primeira vez," Ana Maria sorriu.

"Quando foi a última vez que você levou no rabo?" Maria Eduarda perguntou.

"Fim de semana passado," Ana Maria respondeu livremente, sem vergonha nenhuma.

Maria Eduarda suspirou. "Eu não transo faz seis meses e você leva no cu."

"Sério? Seis meses? Eu morreria," Ana Maria disse, como se tivessem dito que ela tinha seis meses de vida.

Eu brinquei, olhando pra Ana Maria: "Sexo anal conta como sexo?"

"Claro, oral também," Ana Maria respondeu.

"Bom, nesse caso ele transou comigo, mas não vice-versa," Maria Eduarda disse.

"Você chupa ele, mas ele não retribui?" eu perguntei.

"Ele só chega e enfia o pau na minha boca," Maria Eduarda admitiu, lágrimas começando a rolar.

"Ah, querida," eu disse, indo pra ela, mesmo tentando entender como alguém forte como Maria Eduarda podia ser usada tão fácil.

Ana Maria disse: "O que acontece depois que ele goza?"

"Ana Maria, chega!" eu disse firme, dando um abraço forte em Maria Eduarda.

Maria Eduarda, entre lágrimas, admitiu: "Ou ele goza na minha boca ou jorra porra no meu rosto ou peitos. Ele ama gozar em mim."

"Uau," Ana Maria disse. Até ela ficou surpresa.

"Mas ele acha que chupar buceta é nojento e não gosta muito de transar," Maria Eduarda continuou.

"Ele acha ok você chupar ele e não retribuir?" eu perguntei. "Que cuzão."

"Isso é um eufemismo da porra," Ana Maria disse, antes de adicionar: "além disso, chupar buceta não é nojento, é uma delícia doce, doce."

"Pelo amor de Deus, Ana Maria," eu disse, frustrada que Ana Maria nunca soubesse quando ia longe demais.

"Eu só tô dizendo, é só uma desculpa patética de um homem patético," Ana Maria disse.

Bem nessa hora, Emile chegou com nossas refeições. Notando que era uma situação awkward, ela entregou as comidas e perguntou, olhando pra garrafa de vinho quase vazia: "Mais vinho?"

"Com certeza," eu disse, pensando que embebedar Maria Eduarda pra caralho era definitivamente o plano.

Emile saiu e por uns minutos a gente comeu e bebeu em silêncio. Enquanto comia, tentei entender como Maria Eduarda, a mais forte de nós, podia ser submissa pra um babaca como André. O pensamento de André chegando todo pretensioso e enfiando o pau na boca dela era chocante e, na real, o pensamento de Henrique fazendo isso comigo era um tesão da porra. Henrique era um cavalheiro, porém, e nunca pegava as dicas óbvias de que eu era submissa por mais que eu insinuasse.

Meu ex-noivo, Miguel, era um homem dominante que sabia exatamente o que eu precisava sexualmente. Eu lembrava da vez que ele entrou no meu apê, veio pra mim, colocou as mãos nos meus ombros e me guiou pros joelhos. Eu chupei ele, como esperado, engolindo a gozada antes dele foder minha buceta e cu. E então lembrei de outras vezes que me submeti a ele, tipo quando ele me fez chupar ele durante o Natal na casa dos pais, com as duas irmãs dormindo no mesmo quarto; ou quando tive que chupar debaixo da mesa num restaurante, e de novo num cinema; ou a vez que tive que cavalgar nele no banco de trás de um táxi.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
As três Marias - Parte 1

Codigo do conto:
257053

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/03/2026

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2

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