Tentei fingir naturalidade, mesmo com a cabeça girando feito doida com as consequências daquilo tudo.
- Bom… tem muito mais de onde veio isso, falei, tentando soar casual.
- Hummmm… mesma hora amanhã à noite?, ela perguntou, com a voz alterada de volta, voz rouca e cheia de tesão.
Minha cabeça tava um caos total.
Minha mãe era uma mulher gostosa pra caralho!
Minha mãe era a fantasia constante das minhas punhetas.
Minha mãe tinha acabado de tirar minha virgindade.
- C-c-claro, gaguejei, tentando organizar os pensamentos.
- Ótimo, ela ronronou., Essa rola tua é incrível.
Subi a calça rápido, coração na boca.
- Valeu, mas tenho que ir embora.
- Tchau, gostoso, ela murmurou, safada, enquanto eu saía correndo da cabine, da sex shop e pegava a bicicleta lá fora.
Talvez não fosse ela, pensei, pedalando rápido. Talvez eu tivesse imaginado tudo. A voz altedada não tinha nada a ver com a voz dela.
Olhei pro outro lado da rua e fiquei aliviado ao ver que o carro da minha mãe não tava mais estacionado no mercadinho. Subi na bike e, jogando um pouco de detetive amador, comecei a dar voltas na quadra da sex shop, procurando o carro dela.
Dei uma volta inteira e comecei a duvidar do que eu tinha ouvido. Talvez fosse só ilusão, minhas mil punhetas pensando nela me pregando peça naquele momento de transe, quando o corpo manda e o cérebro vai no piloto automático.
E então… vi.
Estacionado mais pra baixo da rua, num trecho escuro onde o poste de luz tava queimado, tava o carro da minha mãe. Freiei de repente, quase caí da bike.
Fiquei olhando pro carro enquanto as revelações desabavam em cima de mim como uma avalanche:
1. Eu tinha fodido a minha própria mãe.
2. Eu tinha lambido a buceta da minha mãe.
3. Eu tinha chupado os peitos da minha mãe.
4. Minha mãe tinha me dado boquete.
5. Minha mãe tinha chupado o Rafael e o João.
6. Eu tinha fodido a minha própria mãe.
Eu fodi a minha mãe.
Eu… fodi… a minha… mãe.
Fiquei horrorizado… confuso… impressionado pra caralho.
Eu fodi a minha mãe.
Mas não sentia nojo. Sentia tesão. Um tesão absurdo que fazia meu pau pulsar de novo só de lembrar.
Voltei pedalando pra casa, pensando no que fazer com essa informação preciosa. Não tinha como eu não foder ela de novo. A ideia de meter nela sem parede no meio era tentadora pra cacete, e meu pau endureceu na hora enquanto eu imaginava as mil possibilidades: ela de quatro na cama, gemendo meu nome, eu chupando aqueles peitos grandes enquanto metia fundo, ela cavalgando em cima de mim, a buceta quente apertando minha rola sem parar.
Cheguei em casa e, pra minha surpresa, o carro dela já tava na garagem. Isso significava que, depois de me foder, ela veio direto pra casa. Provavelmente saiu da cabine ainda com minha porra escorrendo pela coxa.
Não entrei logo. Fiquei do lado de fora, encostado na bicicleta, repassando a noite inteira na cabeça: o boquete inicial, os bicos duros na minha boca, o gosto doce e salgadinho da buceta dela, os gemidos roucos, as palavras safadas dela elogiando minha rola grossa, o jeito que ela apertava a buceta pra me ordenhar toda a gozada.
E então caiu a ficha mais pesada: ela tava traindo o meu pai.
Meu pai viajava muito, era um cara seco, pouco carinhoso, mas ainda assim… traição era traição. Será que ele também traía ela nas viagens de trabalho? Será que minha mãe já fazia isso há quanto tempo? Quantos paus ela já tinha chupado e fodido naquele buraco da glória?
E o pior: o que ela faria se soubesse que a rola grossa que ela amou tanto era do próprio filho?
O que eu ia fazer agora?
Não podia contar pra ninguém. Nem pro Rafael, nem pro João, nem pra mais ninguém.
Mas também não suportava a ideia de meus melhores amigos, ou qualquer outro babaca nojento, tipo aquele velho de sessenta anos que saiu da cabine antes de mim, usando a minha mãe como vadia anônima.
Naquele momento, decidi: pra proteger ela de si mesma, eu ia transformar minha mãe na minha puta particular. Minha putinha pessoal, só pra mim.
Entrei em casa com essa certeza, mesmo sem ter a menor ideia de como caralho eu ia fazer isso acontecer. Mas ia acontecer. De um jeito ou de outro.