Não consegui segurar o sorriso. Ela tava linda. Calça de yoga colorida neon retrô e uma blusa branca solta. O decote baixo mostrava um belo colo e o começo dos peitos. Rosto fresco, só um pouco de maquiagem nos olhos, lábios num tom mais escuro que o natural. Cabelo ainda úmido do banho.
“E aí,” falei.
“E aí você,” respondeu. “Tá cheirando bem pra caralho.”
Sentou no banco do balcão do meu lado e pegou o garfo. Comemos um tempo em silêncio, famintos, antes de começar a conversar.
“Então,” disse ela. “Teve alguma revelação genial no banho?”
“Infelizmente não,” respondi. “A única coisa que pensei foi que, de jeito nenhum, eu quero que isso aqui, seja lá o que for, pare.”
Ela assentiu.
“Fiquei repetindo pra mim mesma que tinha que acabar. Que a gente não podia continuar. Mas… aí pensei em como era perfeito estar com você e… concordo. Também não quero que pare.”
“Ótimo,” falei.
“Não. Não é ótimo,” ela disse, suspirando. “É complicado pra caralho. Muito complicado.” Tomou um gole de café. “Se a gente conseguisse parar seria mais fácil. Podia fingir que nada aconteceu. Agora a gente tem que fazer dar certo. Sabe qual é a coisa mais fudida?”
“O quê?”
“Eu ainda amo o Eduardo. Quer dizer, ele pode não ser o cara que eu sonhei quando casei, mas é um homem bom. Merece coisa melhor. Tipo… eu divórcio dele? Fico com você? O sexo foi quente pra cacete, mas… isso é loucura.”
A Soph começou a chorar, cobrindo o rosto com as mãos, cotovelos no balcão. O mesmo balcão onde eu tinha fodido ela na noite anterior.
Coloquei a mão no ombro dela, tentando confortar.
“Eu também gosto dele. Me sinto um merda por isso. Acho que… é uma sacanagem da nossa parte, mas… a gente pode manter segredo. Por enquanto. Até a gente descobrir o que fazer.”
A Soph respirou fundo, se controlou e sentou ereta, me olhando. Usou um guardanapo pra secar os olhos. Me abraçou forte, braços ao redor de mim.
“Tá bom,” disse. “Vamos ser uns merdas. Vamos esconder. Mas vamos ser uns merdas juntos.”
“Combinado,” falei. “Parceiros na sacanagem.”
A Soph riu.
“A gente precisa combinar umas regras,” disse.
“Tipo?”
“Tipo,” ela respondeu, voz quase séria. “Se não quisermos ser pegos, temos que ser mais cuidadosos. Nada de sexo na cama do Eduardo. O quarto da Olivia é logo no final do corredor, é arriscado demais. Além disso me deixa ainda mais culpada.”
“Justo,” falei. “Ainda bem que vocês colocaram uma cama king no meu quarto.”
“Não era pensando nisso quando fizemos,” ela disse. “Mas fico feliz que fizemos. Também temos que ter cuidado perto da Olivia. Ela já me odeia. Se descobrir que tô te fodendo, vai correr pra contar pro pai, com certeza. Acho que ela tem uma quedinha por você.”
Engoli em seco. A Soph não fazia ideia do quanto a Olivia tava a fim de mim. Nem do quanto eu já tinha deixado rolar.
“Faz sentido. Quando… quando você descer de noite, tem que ter certeza que ela tá dormindo.”
Meu celular vibrou. Olhei a tela. Era mensagem da Kátia. Ela tinha noivado no começo da semana, mas isso não impediu ela de se esfregar em mim na piscina e na hidromassagem na noite anterior. Com a ajuda da Babi, eu tinha enfiado a rola nela na piscina, depois a gente brincou na hidromassagem antes dela ir embora e eu comer a Babi na espreguiçadeira. A Soph e a Carol tinham assistido a brincadeira, mas saíram antes da foda.
A Soph olhou pro meu celular. Vibrou de novo.
“Melhor você ver,” disse. “Mesmo Conhecendo poco a Kátia, ela parecia do tipo que ia ficar mandando até você responder.”
Dei de ombros e abri. Era uma foto do rosto da Kátia: olhos virados pra cima, lábios franzidos, dedo no queixo, pose exagerada de “tô pensando”.
“tô pensando na sua rola dentro de mim desde que saí ontem. Bati uma do lado do meu noivo dormindo quando cheguei em casa. Quando a gente se encontra?”
Levantei as sobrancelhas e mostrei as mensagens pra Soph. Ela riu.
“Ela sempre foi uma vadia,” disse. “Não achei que ia aguentar fiel, mas caiu bem mais rápido do que eu imaginava.”
“O que a gente faz com isso?” perguntei. “Ela quer foder, com certeza. A Babi também disse que queria se encontrar de novo ontem antes de ir embora. A Carol também. Me deu o número e pediu pra eu mandar mensagem.”
A Soph respirou fundo e soltou o ar.
“Eu não… não acredito que tô falando isso, mas… eu não ligo?”
“Sério?” perguntei. “Você não liga? Se eu sair hoje à tarde e foder a Kátia, ou a Babi, ou qualquer outra? Você não ia ligar?”
“Você voltaria pra casa e me foderia depois? Como fez ontem à noite?” perguntou.
“Voltaria,” respondi. “Quer dizer… eu acho que sim. Eu sempre quero te foder.”
“Então eu não ligo. Na verdade…” deu de ombros. “Acho até bem quente. Ter um cara tão… desejado. Tão cobiçado. E ele ainda me quer? Isso é gostoso pra caralho. Além do mais, eu já fiquei com as três e provavelmente vou continuar ficando. Então tem isso.”
Levantei as sobrancelhas.
“Sério? Com as três?”
“Claro. A gente sempre brincou. Desde a faculdade. Nunca considerei ficar com mulher como traição. Não sei por quê.”
“Tá bom,” falei. “Porque eu quero foder as três. E você. Talvez as quatro juntas?”
“Tenho certeza que qualquer uma delas topa. Eu também, honestamente.” A Soph terminou o prato e empurrou pra longe. “O Eduardo é um cara ótimo, mas… simples no sexo. Eu sempre me diverti, mas sempre faltou algo. E eu nunca soube pedir. Quando você me pegou ontem à noite. E hoje de manhã. Me fodendo forte. Me chamando de vadia. O Eduardo nunca fez isso. Acho que não é da natureza dele. Eu não conseguiria pedir pra ele. Mas agora eu tenho você.”
“Tem sim,” garanti. “Você não precisa segurar nada. Eu faço o que você quiser. Qualquer desejo, qualquer fantasia que você tiver. Vou fazer tudo que puder pra realizar pra você.”
Ela me beijou.
“Obrigada,” disse. “De algum jeito eu sabia disso. Então acho que a gente tem uma base pra seguir. Vou arrumar o café e depois malhar. Vou no mercado.”
“Quer companhia?” perguntei.
“Não,” respondeu, levantando e pegando os pratos, indo pro outro lado do balcão. “Quero um tempinho sozinha. Além disso, acho que a gente não conseguiria tirar as mãos um do outro e eu tenho coisas pra fazer. Desculpa, amor.”
Dei risada.
“Entendo.”
Enquanto a Soph arrumava a cozinha, abri o WhatsApp e entrei na conversa com a Kátia.
“E aí,” digitei. “Também tô pensando em você. Topo me encontrar. Tá livre alguma noite essa semana?”
Quase na hora vi os três pontinhos piscando.
“Meu marido joga pôquer com os amigos toda quarta à noite. Quer vir aqui depois das oito e meia? Ele só volta depois da meia-noite.”
“Perfeito. Quarta então. Mal posso esperar pra te ver de novo.”
“Eu também.”
Ela mandou um emoji de rosto corado e eu deixei o celular de lado.
Foi aí que a porta da frente abriu e a Olivia entrou. Tava com a mesma roupa da noite anterior, quando saiu com as amigas: camiseta preta rasgada com nome de banda de metal, legging de couro justa. Cabelo preso num gorro preto, sem se preocupar em arrumar, mas a maquiagem tava feita: delineado preto pesado, lábios vermelhos sangue. Ainda parecia uma garota de dezenove anos, mas emanava sexo. A camiseta tinha cortes mostrando a pele clara e pedaços do sutiã preto. Era baixinha, mas os peitos eram cheios, esticando o tecido. As leggings brilhantes grudavam nos quadris largos e, embora eu não visse de frente, eu sabia que marcavam a bunda também. Botas Doc Martens de sola grossa. Uma bolsa pequena pendurada no ombro. Odeio admitir, mas minha cabeça foi direto pra imagem dela sem camisa dias atrás e meu pau começou a endurecer de novo.
Ela me viu sentado no balcão da cozinha e sorriu. Depois olhou pra Soph e o sorriso virou uma careta na hora. A Soph virou e tentou cumprimentar ela mesmo com aquele olhar matador.
“Oi, Olivia,” disse a Soph. “A gente já comeu, mas posso fazer alguma coisa pra você se quiser.”
A Olivia atravessou a cozinha e sentou no banco do meu lado, puxando ele bem mais perto.
“Não precisa,” respondeu. “Comi um lanche no drive-thru voltando pra casa.” Virou pra mim e deu um sorrisinho malicioso. A mão dela voou e pousou na minha coxa, bem entre o joelho e a virilha. Olhei de relance pra Soph. Ela tava de pé na pia, do outro lado do balcão, e só conseguia ver a gente da cintura pra cima.
“Para,” sibilei pra Olivia o mais baixo possível. Tentei pegar o pulso dela, mas ela foi mais rápida e enfiou a mão mais pra cima, direto na minha rola. Agarrou o pau que já tinha me traído, completamente duro.
“Então,” ela disse, com um sorriso maligno no rosto. “Como foi sua festinha idiota na piscina ontem?”
“Foi legal,” respondeu a Soph, sem virar, lavando as panelas que eu tinha usado de manhã.
“Eu tava perguntando pro tio Dan,” disse a Olivia com veneno na voz. “E aí, tio? Se divertiu?”
Eu tinha a mão no pulso dela, tentando puxar, mas ela apertou e começou a me punhetar por cima da calça de moletom. Fechei os olhos e segurei um gemido.
“Como a Soph disse. Foi divertido,” respondi, fuzilando minha sobrinha com o olhar, tentando mandar ela parar em silêncio.
Ela ignorou completamente e acelerou o movimento da mão, apertando minha rola grossa através do tecido. Olhou pra garantir que a Soph tava de costas e levantou a outra mão por baixo da própria blusa, apertando o peito, puxando o biquinho. Segurei outro gemido.
“Sério?” perguntou, voz toda inocente. “Divertido? Você chegou a entrar na piscina?”
Minha mente voltou na hora pra Babi segurando minha rola e enfiando na buceta da Kátia enquanto a gente flutuava na água. Meu pau latejou na mão da Olivia.
“Claro,” respondi. “Era uma festa na piscina, né.”
A Olivia olhou pro meu colo, o contorno da rola dura bem visível. Tinha uma manchinha cinza escura onde o pré-gozo tinha encharcado o moletom. Lambeu os lábios, olhos famintos. Meu aperto no pulso dela afrouxou, minha resistência indo pro caralho.
“Faz sentido. Eu fui num show com as minhas amigas,” ela disse. Com minha mão mais frouxa, ela aproveitou e enfiou a mão por dentro da calça de moletom, agarrando minha rola pelada. Puxou pra fora e continuou batendo uma, agora podendo ver como o pau grosso enchia a mão dela.
“Ah é?” falei, tentando manter a voz normal. “Show bom?”
“Foi bem legal,” respondeu, olhando hipnotizada pro prepúcio deslizando pra frente e pra trás na cabeça roxa inchada. “Bebemos pra caralho. Minhas amigas ficam bem safadas. Quem sabe eu te apresento pra elas. Arrumo uma namorada pra você.”
Vi as costas da Soph ficarem tensas na pia. Xinguei por dentro. A Soph podia ter dito que não ligava eu foder as amigas dela, mas um monte de mina nova podia fazer ela pensar duas vezes.
“Ah,” a Olivia disse, como se tivesse acabado de pensar. “Elas são todas da minha idade! Só dezenove anos.” Trancou os olhos nos meus, empurrou a mão até o fim da rola e sorriu safada. “Jovens demais pra você, né?”
“Isso mesmo,” consegui falar. “Jovens demais.” A Soph pareceu relaxar um pouco na pia.
A Olivia revirou os olhos me mostrando que não acreditava em uma palavra do que eu dizia. Olhou pra Soph mais uma vez e, de repente, deslizou do banco e caiu de joelhos. Largou a bolsa no chão. Antes que eu pudesse reagir, ela abriu a boca e engoliu minha rola.
Meus olhos se arregalaram enquanto eu olhava pra baixo: a garota de dezenove anos com minha rola grossa saindo daqueles lábios carnudos vermelhos. Ela respirou pelo nariz e empurrou o rosto pra frente, chupando mais fundo. E mais fundo, até chegar na garganta. Olhou pra cima com aqueles olhos enormes, piscou e forçou mais, engolindo minha rola inteira até o nariz encostar na minha barriga.
Cerrei o punho no balcão pra ficar quieto. Não consegui me segurar: desci a mão e empurrei a nuca dela enquanto empurrava os quadris pra frente, enterrando tudo.
A Olivia começou a sugar rápido, os lábios deslizando pela extensão da rola, a língua trabalhando a parte de baixo. Ela era bem silenciosa e eu segurava todos os meus sons enquanto ela me chupava, a poucos metros da madrasta dela, minha nova amante.
Meus olhos pulavam do rosto da gótica chupando meu pau pras costas da Soph. Devem ter sido só uns quarenta e cinco segundos, embora parecesse bem mais, até eu começar a foder a boca dela no ritmo. Ela aguentava cada estocada sem engasgar uma vez sequer.
A Soph, enquanto isso, terminou de lavar a louça e começou a virar pra gente. Dei um tapinha urgente na cabeça da Olivia e gesticulei desesperado pra ela levantar. Ela me ignorou e continuou usando minha rola pra foder a própria boca.
“Onde a Olivia foi?” a Soph perguntou, confusa.
A Olivia engoliu minha rola até o fundo mais uma vez antes de tirar a boca. Levantou e colocou a alça da bolsa no ombro.
“Só pegando minha bolsa. Deixei cair,” disse com cara de inocente. “Acho que vou subir.”
Deu um sorriso perverso pra mim e subiu as escadas rebolando, me deixando sentado no balcão com a rola dura pra caralho apontando pra cima da calça de moletom, brilhando de saliva dela.
Antes que a Soph desse a volta no balcão, guardei o pau rapidinho. A Soph olhou pra escada, viu que a Olivia tinha subido e se inclinou pra mim, colocou a mão no meu peito e me beijou. Começou como um selinho, mas não conseguimos nos segurar. Nossos lábios se abriram e caímos no beijo apaixonado, línguas se enrolando.
A mão dela desceu pelo meu peito e barriga, encontrou a rola dura e apertou por cima do moletom.
“De novo?” perguntou, sorrindo safada. “Você nunca se cansa?”
“Não perto de você,” respondi. Era verdade, mas omiti que a boca da enteada dela tinha participação no estado atual do meu pau.
“Queria poder fazer alguma coisa com isso,” disse, voz rouca de tesão. Olhou pra escada. “Mas agora provavelmente não é uma boa ideia.”
Deu um passo pra trás.
“Acho que vou sair,” falou. “Vou fazer uma aula longa de yoga e depois almoçar com a Carol. Te vejo à noite?”
Assenti, dei mais um beijo de despedida e desci pro meu quarto enquanto ela se arrumava e saía.
Ha Sofh é uma mulher mau amada na cama pelo Eduardo aposto que ele nunca comeu o cuzinho dela e você não vai perdoar o cuzinho rosinha dela né.