Finalmente tinha quebrado o jejum depois do término com a ex. Tava bom pra caralho. Precisava disso, principalmente depois de tanta provocação da Olive e da tensão sexual com a Soph.
Peguei o celular e vi três mensagens novas. A primeira era da Olive.
“juro por deus se vc não me foder logo eu te mato”
Sorri. Ela tava ficando cada dia mais desesperada. Mesmo tendo acabado de foder e gozar dentro da Babi, meu pau deu um pulo só de pensar. Olhei pra baixo e franzi a testa. “Ainda não tá satisfeito, né?”
A segunda era da Carol.
“Oi, aqui é a Carol. Esse é meu número se quiser marcar algo. Espero que tenha se divertido com a Babi.”
A terceira era da Kelly.
“Meu noivo vai viajar no fim de semana que vem. Você devia vir aqui e a gente termina o que começou.”
Deixei o celular de lado sem responder nenhuma. Ia cuidar disso amanhã. De zero sexo pra sexo à vontade, pensei. Que mundo louco.
Pensei na Soph. Torcia pra que isso tivesse matado a tensão que tinha ficado entre a gente. Ela podia voltar a ser só a mulher do meu irmão. Eu, só o cunhado. As coisas podiam voltar ao normal. Pelo menos era o que eu esperava.
Terminei a cerveja e comecei a arrumar a área da piscina. Juntei as latinhas vazias e joguei num saco de lixo. Vi que a Soph já tinha limpado a comida e as taças de caipirinha. Vesti a camisa, deixei aberta e entrei em casa.
A Soph tava na cozinha carregando a lava-louças, de costas pra mim. A calcinha do biquíni marcava a bunda redonda e eu parei um segundo pra apreciar a vista. Suspirei. Ia ser bem difícil ver ela só como cunhada.
Fui até o balcão, mas ela não me deu bola.
“E aí,” falei. “Precisa de ajuda?”
“Não,” respondeu, sem olhar pra cima. Colocando as taças na máquina de lavar louças com mais força do que precisava. Ombros tensos, cara fechada. Tava claramente puta.
“O que foi?” perguntei, pegando um prato pra entregar. Ela arrancou da minha mão e enfiou na máquina.
“Falei que não precisava de ajuda,” retrucou.
“Tá bom,” falei, levantando as mãos. “Mas ainda assim… o que tá rolando?”
Ela ignorou a pergunta.
“Se divertiu?” perguntou.
“Claro,” respondi. “Muito. Valeu por me chamar pra festa. Suas amigas são legais.”
“Aposto que são,” ela disse. “Ficou bem claro.”
“Você tá brava porque eu fodi a Babi?” perguntei. “Tipo… você não marcou isso? Falou que ia me arrumar com uma amiga no primeiro dia que cheguei. Né?”
“Por que eu ia ficar brava por você ter fodido a Babi? Qualquer um pode foder a Babi. Ela sempre foi uma vadia.”
“Boa pergunta,” falei. “Por que você tá brava?”
Ela suspirou, apoiou as duas mãos no balcão e me olhou pela primeira vez. Os olhos tavam vermelhos, como se tivesse chorado. E ainda parecia meio bêbada.
“Não tô brava pela Babi. Não tô brava com nada. É só que…” desviou o olhar.
“É só que o quê?” perguntei, dando a volta no balcão e parando do lado dela. “Fala.”
“A Kelly, porra,” ela explodiu. “Não acredito nela!”
“O que tem a Kelly?” perguntei.
“Ela noivou faz o quê, cinco dias? E já tá traindo? Fodendo um cara na piscina.”
“E você se importa por quê?” perguntei.
“Não é que eu me importe” ela disse. “Mas… que tipo de mulher trai? E com você? Como ela pôde fazer isso comigo?”
Pisquei. Finalmente entendi o que tava rolando.
“Você não traiu,” falei. “A gente parou.”
“Você acha que eu queria parar?” a Soph retrucou. “Se a gente não tivesse parado… estariamos… igualzinha à Kelly. Pior. Porra. E você vai e enfia a rola nela como se não importasse que ela tá noiva.”
“Você não pode ficar brava comigo,” falei. “Eu não fiz nada que ela não quisesse. E se você me quisesse era só vir. Eu não ia te rejeitar.”
A Soph girou de repente, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Foi um beijo faminto, línguas se enrolando. Apesar de ter acabado de foder a amiga dela, eu já tava duro de novo. Enfiei as mãos no cabelo loiro dela e correspondi com tudo.
Ela finalmente interrompeu o beijo e deu um passo pra trás.
“Porra,” disse. “A gente não devia. Tem que parar.” Virou de costas e se apoiou no balcão.
Cheguei por trás, colei meu corpo no dela e passei os braços ao redor, puxando ela contra mim. Meu pau pressionou a bunda dela e beijei o ombro. Ela arqueou o pescoço e eu subi beijos até embaixo da orelha.
“E se eu não quiser parar?” falei.
“Seu irmão,” ela disse, mas empurrou a bunda contra mim, esfregando na minha rola. Passei as mãos e segurei os peitos. Os biquinhos tavam duros como borracha, marcando minhas palmas. Enfiei os dedos nas taças do sutiã e puxei pra fora.
“Ele não tá aqui,” falei. “Ele nunca tá aqui, né?”
“Porra,” ela gemeu. “Não, ele não tá.” Esticou o braço pra trás e puxou meu corpo, me colando mais forte. Puxei os dois biquinhos com força e ela gemeu. Desci a mão pro quadril, puxei a cordinha e a calcinha do biquíni caiu no chão. “Eu preciso de você,” arfou.
Baixei minha sunga até os tornozelos e pressionei as costas dela pra frente. Ela se inclinou, peitos esmagados no mármore frio do balcão, bunda pelada pressionada contra meu pau pelado. Ajeitei e enfiei a rola entre as coxas dela, bem em cima da buceta molhada. A Soph gemeu e começou a rebolar pra frente e pra trás, lambuzando a parte de cima do meu pau com o mel dela.
“O que você quer, Soph?” perguntei.
“Por favor,” ela disse, voz baixa e cheia de tesão.
“Por favor o quê?” exigi.
“Por favor me fode!”
Enfiei a mão na frente, encontrei o clitóris e esfreguei.
“Mas você é casada,” provoquei, negando ela. “A gente não devia fazer isso.”
“Eu não ligo,” ela gritou. “Preciso da sua rola dentro de mim! Fode minha buceta casada!”
“Então enfia você mesma,” falei. “Quero que você faça.”
Ela enfiou a mão entre nossos corpos suados, os dedos trêmulos de tesão envolvendo a base grossa da minha rola. Senti a palma quente e úmida dela me apertar, o polegar roçando a veia latejante que pulsava forte contra a pele macia. Com um gemido rouco, ela alinhou a cabeça inchada e roxa bem na entrada da buceta, esfregando-a devagar entre os lábios carnudos e encharcados, espalhando o mel quente que escorria abundante.
Então empurrou o quadril pra trás.
A buceta dela se abriu devagar ao meu redor, quente, apertada e molhada pra caralho, engolindo os primeiros centímetros com uma fricção sedosa e escorregadia que fez meu pau pulsar violentamente. Era só metade, mas já era mais fundo do que eu tinha entrado nela naquela noite na sala. O calor interno era quase febril, as paredes macias e aveludadas se contraindo em espasmos involuntários, apertando e soltando como se quisessem me sugar mais pra dentro.
“Ahhh… caralho…” gemeu a Soph, a voz rouca e arrastada, cheia de alívio e desejo. “Eu sonhei com essa rola… sonhei toda noite… tão grossa… me abrindo toda…”
Pressionei a palma aberta nas costas dela, empurrando o peito macio contra o mármore frio do balcão. A pele quente e suada dela contrastava com a superfície gelada, fazendo os mamilos duros roçarem o granito e arrancando outro gemido baixo dela. Com a outra mão agarrei firme o quadril largo, os dedos afundando na carne macia e quente, sentindo os ossos do quadril sob a pele.
Puxei o pau pra trás devagar, até só a cabeça grossa ficar presa na entrada apertada, sentindo cada textura: a fricção úmida dos lábios inchados, o calor latejante que pulsava ao redor da glande sensível. Segurei ali por um segundo torturante, deixando ela sentir a ausência, a necessidade desesperada.
A Soph tentou empurrar o quadril pra trás, rebolando ansiosa, mas eu acompanhava o movimento, negando, provocando. O cheiro dela subia forte agora, suor limpo misturado com o perfume doce da pele, o aroma doce da excitação escorrendo pela buceta, e um leve toque de vinho ainda na respiração quente que saía em golfadas rápidas.
“Porra… Dan… para de me provocar…” ela gritou, a voz rouca e quebrada, quase um soluço. Os olhos dela estavam vidrados, semicerrados de tesão puro, as bochechas vermelhas, lábios inchados entreabertos soltando gemidos curtos e desesperados. “Enfia logo! Me fode feito uma vadia casada! Me fode, caralho!”
O tom suplicante, a forma como a voz dela falhou no final, o jeito que o corpo inteiro tremia debaixo de mim, tudo isso fez um arrepio quente descer pela minha espinha e se concentrar no baixo ventre, onde o prazer pulsava forte.
Não aguentei mais.
Segurei o quadril dela com as duas mãos, os dedos cravando fundo na carne macia, e meti tudo de uma vez.
A rola grossa invadiu até o talo, abrindo as paredes quentes e encharcadas com um som molhado e obsceno. Senti cada detalhe: o aperto sedoso me envolvendo por inteiro, o calor abrasador queimando a pele sensível do pau, a fricção deliciosa enquanto ela se dilatava ao meu redor, o mel grosso escorrendo pela base e molhando minhas bolas. A cabeça da rola bateu fundo, pressionando aquele ponto macio no fundo da buceta dela.
A Soph soltou um grito longo e rouco, “Aaaahhh siiiim caralhooo!”, o corpo inteiro se arqueando violentamente sobre o balcão, as costas curvadas, a bunda empinando ainda mais contra mim. Senti as paredes internas dela se contraírem com força, pulsando em espasmos rápidos e ritmados, apertando minha rola como se nunca mais quisessem soltar.
Comecei a foder com força, tirando quase tudo e socando de volta até o fundo, o som molhado de carne contra carne ecoando pela cozinha, misturado com os gemidos roucos dela e minha respiração pesada. Cada estocada fazia a bunda redonda e macia tremer, as ondas de carne se espalhando com o impacto. O suor escorria pelas costas dela, descendo pela curva da espinha até se acumular na lombar.
Eu me inclinei sobre ela, peito colado nas costas suadas, sentindo o coração dela bater descontrolado contra o meu. Beijei o ombro, lambendo o sal do suor, mordendo de leve enquanto continuava metendo fundo, o pau latejando e inchando ainda mais dentro dela.
“É isso que você queria, né?” rosnei no ouvido dela, a voz grave e rouca. “Ser fodida feito uma vadia casada no balcão da cozinha do seu marido?”
A Soph só conseguiu gemer alto, a cabeça jogada pra trás, os olhos revirando de prazer enquanto outro orgasmo começava a se formar, as paredes da buceta apertando e pulsando ao meu redor, o calor se espalhando pelo meu baixo ventre como fogo líquido.
“Você é uma vadia, né?” perguntei.
“Sou!”
“Vadia de quem?” exigi.
“Sua! Sou sua vadia!”
“ISSO!” gritei, triunfante. “É isso que você é!”
Apesar de ter gozado na Babi mais cedo, eu já tava perto de novo. O jeito que a buceta apertada dela apertava meu pau, as coisas que ela gritava… senti o gozo subindo. Agarrei os quadris com as duas mãos e comecei a meter como um animal, grunhindo a cada estocada.
“Porra,” gritei, arqueando as costas, enterrando o pau o mais fundo possível e soltando a segunda porra da noite, dessa vez dentro da minha cunhada. “CARALHO!!!!”
Diminuí o ritmo, puxei ela pra trás e beijei de novo enquanto o pau pulsava, soltando os últimos jatos grossos dentro dela.
Finalmente dei um passo pra trás, saindo dela. Ela virou pra mim, ofegante, rosto vermelho.
“O que a gente acabou de fazer?” perguntou.