Roubei a família do meu irmão - Parte 4

Li um pouco, deitado de barriga pra cima, mas tava impossível concentrar. Sabia que a Olivia só tava me sacaneando. Parecia ser a especialidade dela. Era só eu não dar moral que ela ia enjoar e parar. Mesmo assim, ter uma garota de dezenove anos se exibindo pra mim tinha um efeito inevitável, sobrinha ou não. Meu pau teimava em não amolecer e eu não conseguia focar na história que tava tentando ler.

No final, soltei um grunhido de raiva, joguei o livro de lado e tirei a calça jeans. Peguei a rola na mão e comecei a punhetar pela segunda vez no dia. Dessa vez, porém, as imagens que vinham na cabeça eram da minha sobrinha, não da cunhada.

Imaginava minha rola grossa espremida entre aqueles peitos gordos dela, ela babando em cima enquanto eu socava entre eles, a pele quente e macia envolvendo tudo. Minha mão virava um borrão no pau, correndo atrás da gozada, e eu já tava quase lá quando ouvi batida na porta.

Sentei rápido, culpado pra caralho, e depois de olhar ao redor, puxei a calça de moletom por cima da rola ainda dura. Atravessei o quarto e abri a porta devagar, espiando.

Era a Soph. Ela tinha trocado de roupa: uma camiseta velha bem larga que descia até o meio da coxa e, pelo menos era o que eu imaginava, uma calcinha por baixo.

“E aí, Soph,” falei. “Que foi?”

“Tava pensando se você não quer ver um filme comigo? Aqui fora? Normalmente vejo sozinha, mas achei que você podia curtir junto.”

“Ah… claro. Parece… legal.”

“Ótimo! Fiz pipoca demais pra mim sozinha, você me ajuda a acabar com ela.”

A sala de TV que o Eduardo tinha montado bem na frente do meu quarto era perfeita pra isso. Uma parede inteira dominada por uma tela de projetor retrátil enorme, com sistema de som e vídeo completo embaixo. Em frente, um sofá em L de couro preto macio. O encosto era baixo, mas os assentos eram fundos pra caralho. Uma mesa de centro quadrada grande ocupava o espaço na frente.

Sentei no sofá olhando pra tela. A Soph colocou a tigela de pipoca do meu lado e sentou do outro lado dela. Pegou um dos vários controles na mesa de centro, abriu um app de streaming e rolou rápido até achar o filme que queria. Deu play.

“Nem sei direito do que se trata, mas parece daqueles terrorzinhos baratinhos e esses são os meus preferidos. Tá de boa pra você?” perguntou.

“Amo esses também,” respondi e me joguei pra trás, esticando as pernas na frente. A Soph se ajeitou, dobrando as próprias pernas embaixo do corpo. A camiseta subiu um pouco nas coxas, mostrando mais pele, mas ainda dentro do aceitável. O filme começou e a gente comeu pipoca assistindo.

Era ruim pra cacete, pra ser honesto. Tentava ser mil coisas ao mesmo tempo. Numa cena parecia filme de zumbi, na seguinte tinha um clima satânico pesado, e logo depois tavam falando de alienígena do nada. A atuação era horrível e a gente ria o tempo todo.

A única coisa constante era que tinha sexo e nudez pra caralho. Ficava bem claro: quem fodia morria. A cada duas cenas tinha um casal transando e logo um ou os dois eram assassinados de forma violenta. No começo era engraçado, mas logo, sentado ali vendo atores pelados simulando sexo, aconteceu o inevitável.

Meu pau endureceu de novo, ali do lado da minha cunhada. Mexi o corpo, cruzei uma perna por cima da outra, tentando esconder o volume o melhor que dava. Pode ser filme de baixo orçamento, mas eles conseguiram várias gatas novas e gostosas pra tirar a roupa.

Depois da terceira cena de sexo a Soph riu do meu lado.

“Desculpa,” ela disse. “Esse filme tá… um pouco mais… do que eu imaginava.”

“É,” concordei. “Tá meio… pesado. Se você quiser trocar…”

Ela balançou a cabeça.

“Agora eu quero saber como eles vão terminar essa porra.”

A gente continuou assistindo. O filme não melhorou, mas o clima entre nós dois foi ficando mais… carregado. Cada vez que uma cena quente aparecia na tela, eu sentia o pau pulsar de novo dentro da calça de moletom. A Soph parecia relaxada, mas percebi que ela também tava atenta: às vezes virava o rosto pra mim um segundo a mais do que o normal, os olhos descendo rápido pro meu colo antes de voltar pra tela.

A pipoca acabou. Ela esticou o braço pra pegar o controle e, sem querer (ou talvez querendo), roçou o braço no meu. O toque foi elétrico. Fiquei quieto, coração batendo mais forte.

No filme, uma loira peituda tava sendo comida de quatro num quarto escuro. A câmera focava no balanço dos peitos, nos gemidos falsos, no suor brilhando na pele. Meu pau latejava tanto que eu tinha certeza que a Soph ia notar o volume marcando a calça fina.

Ela não falou nada. Só respirou um pouco mais fundo e se ajeitou no sofá, as coxas se abrindo um pouquinho mais. A camiseta subiu ainda mais, revelando a curva da bunda e o tecido da calcinha preta, fina, marcando a bundinha redonda.

“Você tá bem?” ela perguntou baixinho, sem tirar os olhos da tela.

“Tô… ótimo,” respondi, voz rouca.

Ela deu um sorrisinho de lado.

“Sei.”

E continuou assistindo, como se nada tivesse acontecido.

Mas alguma coisa tinha mudado no ar. O filme continuou ruim, mas o tesão entre a gente tava ficando cada vez mais palpável. E eu sabia que, se continuasse assim, ia ser difícil manter as mãos quietas.


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 4

Codigo do conto:
257627

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/03/2026

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