“Talvez seja só ter um homem em casa mesmo,” disse e se encostou em mim. Por instinto, passei o braço em volta dos ombros dela. Ela encostou a cabeça no meu peito. Que porra tá acontecendo?, pensei, de repente em pânico.
“Bom,” falei. “Acho que esse título é mais do Eduardo, né?” Queria lembrar a Soph do marido dela.
“Claro,” ela disse, depois soltou uma risada curta e amarga. “Quando ele tá por aqui. O que quase nunca acontece.” Tomou mais um gole da taça de vinho.
“Não era isso que eu tinha imaginado, sabe?” continuou, olhando pro vazio. A mão esquerda dela tinha parado na minha coxa, logo acima do joelho.
“Quando a gente começou, era tudo empolgante pra caralho, sabe? Ele era um cara mais velho. Rico. Me conquistou rapidinho. Eu trabalhava pra ele, mais ou menos. Era agente de viagens corporativas e ele era um dos clientes que me mandavam. Me dava presentes, me elogiava… Depois que aceitei sair com ele, me levou junto nas viagens. Larguei o emprego. Aceitei casar. Daí, de repente, tô aqui nesse condomínio de classe média alta, nessa casa gigante, só com uma jovem adulta raivosa que nem é muito mais nova que eu e me odeia pra me fazer companhia.”
Ela parecia tão triste pra porra. Senti pena dela. Devia ser sufocante pra caralho essa vida. Tentei me concentrar nas palavras, mas tava difícil: o corpo dela colado no meu lado, as pernas lisas e bronzeadas aparecendo embaixo da barra do vestidinho branco curto. E a mão dela na minha coxa. Sem nem perceber, ela começou a fazer carinho com os dedos, ainda longe do pau que já tava começando a reagir, mas o suficiente pra me distrair pra cacete.
“Você já conversou com o Eduardo sobre isso?” perguntei, tentando mais uma vez lembrar ela do marido.
Ela soltou uma risada amarga.
“Ele é advogado,. Já tentou discutir com advogado? Ele distorce tudo que você fala, te convence que tá certo em tudo ou te cansa tanto que você concorda só pra acabar logo a conversa.”
“Eu fico tão… frustrada,” a Soph continuou. “Vejo minhas amigas vivendo a vida delas. Sendo jovens. Saindo, conhecendo caras! Transando com quem quiser, quando quiser. Ainda nem tenho trinta e já sou dona de casa. Nem mãe de verdade. O Eduardo nem quer mais filho, ele diz.”
“Acho que é só um caminho diferente,” falei. “Mas essa sua amiga que noivou, qual o nome dela?”
“É. A Kelly. Ela tá prestes a pegar um caminho parecido. A maioria das suas amigas vai. Tudo muda.” Tava tentando ser de apoio, mas não consegui evitar começar a fazer carinho no pescoço dela com a mão que tava atrás. Ela inclinou a cabeça, claramente curtindo a sensação, e a mão dela na minha coxa subiu mais ainda.
“Antes do Eduardo eu só tinha ficado com dois caras e… Ele só ficou em casa três dias dessa vez e nem me tocou.”
Aquilo era quase impossível de acreditar. Se a Soph fosse minha, eu não conseguia imaginar passar um dia sem enfiar a rola nela.
“Já faz quatro anos que tô com ele. Gastei metade dos meus vinte e poucos casada com ele. Ainda sou jovem pra caralho e… eu preciso…”
Ela levantou o rosto devagar, os olhos semicerrados, as pupilas dilatadas de desejo puro, as bochechas coradas pelo vinho e pelo tesão que já tomava conta dela. O hálito quente e doce de vinho tinto misturado com o cheiro natural da pele dela, um perfume suave e algo mais primal, o leve suor do dia misturado ao aroma sutil de mulher excitada, roçou meus lábios um segundo antes do contato. E então ela me beijou.
Não consegui me segurar. Meu corpo inteiro reagiu antes da mente: um calor feroz explodiu no baixo-ventre, o pau latejando forte dentro da calça como se tivesse vida própria. Beijei de volta com fome, os lábios dela macios, quentes e úmidos contra os meus, pressionando com urgência. Eram carnudos, macios como veludo, e tinham gosto de vinho tinto doce, com um toque salgado do suor leve no canto da boca. Quando os lábios dela se abriram num gemido baixo e rouco que vibrou direto no meu peito, minha língua invadiu sem pedir licença, deslizando pra dentro daquela boca quente e molhada.
Encontrei a língua dela no meio do caminho, quente, macia, escorregadia de saliva, e as duas se enroscaram num beijo molhado, profundo, quase desesperado. O som era obsceno: o estalo úmido das línguas se esfregando, o sussurro rouco da respiração dela acelerando contra minha boca, o leve “mmmh” que escapava da garganta dela e fazia meu pau pulsar mais forte. Senti o coração dela batendo rápido contra o meu peito, o mesmo ritmo frenético que martelava nas minhas costelas. As mãos dela subiram pro meu pescoço, unhas arranhando de leve a nuca, mandando arrepios elétricos pela coluna.
Ela gemeu mais alto no beijo, um som abafado e necessitado que me deixou louco, e eu apertei ela contra mim, uma mão descendo pra cintura, sentindo o tecido fino do vestido subir nas coxas quentes e macias. O beijo ficou mais selvagem, línguas se fodendo uma à outra, saliva escorrendo pelo canto da boca dela, o ar entre a gente ficando pesado, quente, carregado de tesão cru. Era como se o mundo inteiro tivesse sumido, só existia a boca dela, o corpo dela, o jeito como ela se entregava inteira naquele beijo, como se estivesse faminta há meses.
E eu tava perdido. Completamente.
A gente se beijou assim por vários minutos, língua no língua, saliva misturando, respiração pesada. Depois ela usou as duas mãos pra abrir o botão da minha calça, puxar o zíper e enfiar a mão lá dentro, agarrando meu pau pelado. Tirou ele pra fora e começou a bater uma devagar, firme. Minha mão subiu pela lateral do corpo dela até o peito e senti o biquinho duro roçando na palma. Puxei a alça do vestidinho branco pro lado, deixando o peito cair livre. Passei o polegar no mamilo durinho e ela gemeu alto.
“Tá duro assim por minha causa?” perguntou, olhando nos meus olhos.
“Sim,” admiti. Ela soltou um gemido rouco e me beijou de novo, jogando a perna por cima da minha e montando em mim. Empurrou o corpo pra frente e senti o tecido da calcinha molhada pressionando direto na minha rola latejante. Mesmo por cima do pano dava pra sentir o calor da buceta dela, o mel que já tinha encharcado tudo.
Ela começou a rebolar devagar, esfregando a bucetinha quente e molhada na extensão do meu pau enquanto a gente se beijava. Baixei a cabeça pro peito dela, beijei a pele macia até o bico e chupei o mamilo entre os lábios, lambendo e mordiscando. Ela arqueou as costas, empurrando o peito mais forte contra minha cara, os quadris girando cada vez mais rápido, a calcinha encharcada deslizando pra cima e pra baixo na minha rola grossa.
“Eu preciso…” gemeu ela, voz rouca de tesão.
“Eu também,” respondi.
Ela se levantou um pouco de joelhos, as coxas tremendo de expectativa ao redor das minhas, ainda montada em mim com as pernas abertas, o corpo inteiro vibrando de desejo. O ar entre a gente tava pesado, quente, carregado com o cheiro cru e doce da buceta dela, aquele aroma forte de mulher molhada, misturado ao perfume suave que ainda grudava na pele dela e ao leve suor que brilhava no vale entre os peitos. Enfiou a mão entre nossos corpos, os dedos quentes e ágeis roçando de leve na minha rola latejante, e puxou a calcinha pro lado com um gesto urgente.
A cabeça grossa da minha rola pressionou direto contra a entrada da buceta dela, quente pra cacete, inchada, escorregadia de mel grosso que já escorria pelos lábios carnudos e pingava na minha pele. O calor úmido me envolveu imediatamente, como se a bocetinha dela estivesse me chamando, pulsando contra a glande sensível, espalhando uma onda de formigamento que subiu pela minha coluna e explodiu no baixo-ventre. Ela mordeu o lábio inferior com força, os olhos semicerrados fixos nos meus, as pupilas dilatadas, o rosto corado e brilhando de suor. Um gemido rouco, baixo e necessitado escapou da garganta dela, “Hmmm, porra…”, enquanto começava a descer devagar, centímetro por centímetro.
Senti cada detalhe: a pressão apertada dos lábios grossos se abrindo ao meu redor, a fricção molhada e quente da carne macia engolindo a cabeça da rola, depois o tronco grosso, esticando ela toda. As paredes internas pulsavam loucamente, quentes, sedosas, encharcadas de um mel viscoso que escorria pela minha rola e pingava nas minhas bolas, deixando tudo escorregadio e obsceno. O som era molhado, sujo, delicioso, um “schlick” lento e ritmado toda vez que ela descia mais, misturado ao barulho da respiração dela acelerando, ofegante, entrecortada. Meu coração martelava no peito, o dela batendo forte contra o meu enquanto eu gemia baixo, grave, quase um rosnado:
“Caralho, Soph… tão apertada… tão quente…”
O prazer se espalhava em ondas quentes pelo meu corpo inteiro: um formigamento elétrico nas bolas, um calor latejante subindo pela rola, arrepios correndo pela nuca e pelos braços. Cada milímetro que ela descia me fazia sentir a textura dela, as paredes internas ondulando, apertando, sugando minha rola como se não quisessem soltar. O cheiro dela ficou mais forte, mais primal, o mel da buceta misturando com o suor leve da pele dela, um aroma que me deixava louco, viciante. Ela arqueou as costas, jogando a cabeça pra trás, os peitos balançando livres, os mamilos duros como pedrinhas, e soltou um gemido mais alto, arrastado:
“Aaaahhh… que pauzão da porra… me abrindo toda…”
Metade da rola já tava dentro quando as paredes dela pulsaram forte ao meu redor, espremendo, sugando, molhadas pra caralho, e eu senti o orgasmo dela se aproximando só com isso, o corpo inteiro dela tremendo, a buceta contraindo ritmicamente, quente, escorregadia, perfeita. Eu gemi de novo, as mãos apertando os quadris dela com força, sentindo a pele macia e quente sob os dedos, o suor dela molhando minhas palmas. O prazer era tão intenso que meu baixo-ventre queimava, o pau latejando dentro dela como se fosse explodir a qualquer segundo.
Ela parou ali, meio pau dentro, ofegante, olhando pra mim com olhos vidrados de tesão, a boca entreaberta, os lábios inchados do beijo anterior. O ar tava cheio do cheiro de sexo, buceta molhada, suor, desejo cru, e eu soube que, se ela descesse mais um centímetro, eu ia perder o controle completamente.
“Desculpa,” disse, puxando a alça do vestido de volta e se cobrindo. “Desculpa mesmo! Eu não… não sei o que deu em mim!” Olhou pro meu pau duro, latejando no ar. “Porra…” Virou de costas. “Desculpa!”
Subiu as escadas correndo.
Joguei a cabeça pra trás e gritei. Que porra eu tava fazendo?! Primeiro com a Olivia e agora com a Soph! Eu tava ficando louco.
Guardei o pau de volta na calça e desci pro quarto. Bati uma rapidinho, gozando forte pensando na buceta apertada da Soph quase me engolindo, e caí no sono.