Roubei a família do meu irmão - Parte 14

Não falei nada. Levantei com ela no colo, pau ainda enterrado. Ela deu um gritinho e riu. Tirei ela do pau e coloquei sentada na borda da hidromassagem. Saí da água, deixando a sunga pra trás, ela ficou boiando, esquecida no borbulhar.

Peguei a Babi no colo. Ela riu e passou os braços no meu pescoço. Carreguei ela até uma espreguiçadeira e deitei ela de costas. Fiquei em pé na frente, pelado, pau grosso balançando, desesperado pra voltar pra dentro dela. Ela puxou a calcinha do biquíni verde-esmeralda pra baixo e chutou pro lado. Os peitos grandes se espalharam pros lados. Olhei pra buceta dela e vi que tinha deixado uma tirinha ruiva de pelo, exatamente do mesmo tom do cabelo. Abriu as pernas, pendurando elas nas laterais da espreguiçadeira.

Subi na espreguiçadeira entre as pernas dela. De joelhos, levantei uma perna dela. A pele branquinha com sardas. Beijei a lateral da panturrilha, subindo pra dentro da coxa. Meu barba roçou na pele macia e vi os pelinhos dela arrepiarem. Dei beijinhos leves, indo em direção à buceta.

Meus lábios roçaram os lábios inchados e ela gemeu acima de mim. Enfiei a língua entre as dobras, lambendo o canal molhado do clitóris até a entrada, girando a língua no biquinho duro. A Babi enfiou os dedos no meu cabelo comprido e pressionou meu rosto contra a buceta.

Enfiei dois dedos, curvando contra o ponto G enquanto chupava e lambia. Os gemidos dela ficavam abafados pelas coxas apertadas em volta das minhas orelhas. Sentia os músculos da coxa dela tremendo contra mim.

“Para,” ela arfou. “Enfia logo. Quero gozar na sua rola!”

Sorri contra a pele molhada dela, dei uma última lambida lenta e demorada, arrastando a língua bem aberta desde a entrada encharcada até o clitóris inchado, sentindo o gosto doce e salgado do mel dela misturado com o cloro da piscina. Depois subi pelo corpo dela devagar, beijando e mordiscando a barriga macia, o vale entre os peitos, até meus quadris se encaixarem perfeitamente entre as coxas abertas.

Segurei a base da rola grossa com uma mão, sentindo ela pulsar quente e pesada na palma. A cabeça roxa e inchada roçou os lábios carnudos da buceta da Babi, que já tavam brilhando, inchados e entreabertos de tanto tesão. O calor que saía dela era quase febril, contrastando com o frescor da pele molhada da piscina. Empurrei devagar no começo, só a cabeça rombuda abrindo caminho, sentindo a resistência elástica da entrada apertada se rendendo centímetro por centímetro.

Então meti tudo de uma vez.

A Babi soltou um gemido longo, rouco e gutural, “Aaaahhh caralhooo…”, enquanto arqueava as costas violentamente, os peitos grandes subindo e tremendo com o impacto. Senti cada detalhe: as paredes quentes, macias e encharcadas dela se abrindo ao meu redor, me engolindo até o talo num abraço apertado, molhado e pulsante. O calor interno era quase queimando, um forno sedoso que pulsava em volta da minha rola, sugando e apertando como se não quisesse mais soltar. O mel dela escorria abundante, escorrendo pela base do meu pau e molhando minhas bolas.

Agarrei os quadris dela com força, os dedos afundando na carne macia e sardenta, sentindo a pele quente e escorregadia de suor e água. Comecei a socar fundo, ritmado, tirando quase tudo e metendo de volta com tudo, o som molhado e obsceno de “ploc-ploc-ploc” ecoando toda vez que minha virilha batia contra ela.

Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Os peitos balançavam pesados, os biquinhos marrons claros duros como pedrinhas. O rosto dela era pura luxúria: olhos semicerrados, boca aberta num “O” perfeito, bochechas coradas, sardas destacando ainda mais no rubor. Ela mordia o lábio inferior com força, soltando gemidos entrecortados e roucos que iam ficando mais altos.

“Porra… que rola… tão grossa… me enchendo toda…” sussurrava entre um gemido e outro, a voz falhando.

Eu sentia tudo: o formigamento quente subindo pela base da minha espinha, as bolas batendo ritmadamente contra a bunda dela, o cheiro forte e doce de buceta excitada misturado com o perfume doce dela e o suor fresco da pele. O ar ao redor tava pesado, úmido, carregado de tesão. Meu coração batia forte no peito, ecoando nas orelhas, enquanto o dela parecia querer sair do peito dela também.

Aumentei o ritmo, socando mais rápido, mais fundo, sentindo a buceta dela apertar e pulsar em volta de mim como se quisesse me ordenhar. Cada vez que eu entrava até o fundo, a cabeça da rola batia no fundo macio dela, fazendo ela soltar um gritinho agudo de prazer misturado com dor gostosa.

Os dedos dela cravaram nas minhas costas, unhas arranhando a pele, deixando marcas vermelhas que eu ia sentir amanhã. As coxas dela apertavam minha cintura, os calcanhares cravados na minha lombar, puxando meu corpo contra o dela como se quisesse me fundir.

Eu me inclinei mais, peito colado nos peitos dela, sentindo os bicos duros roçando minha pele, o suor dos dois se misturando. Beijei o pescoço dela, lambendo o sal do suor, mordendo de leve a pele sensível enquanto continuava metendo sem parar.

A Babi tava perdendo o controle. O corpo dela começou a tremer, as paredes internas da buceta apertando minha rola em espasmos cada vez mais fortes e rápidos.

“Não para… não para… tô quase… caralhooo… vou gozar… vou gozar no seu pau!”

E gozou.

A buceta dela se contraiu violentamente ao meu redor, pulsando, ordenhando, um calor líquido escorrendo ainda mais enquanto ela gritava meu nome, o corpo inteiro se arqueando e tremendo em ondas de prazer. Senti cada contração, cada espasmo apertando minha rola como um punho quente e molhado.

Não parei. Continuei socando através do orgasmo dela, prolongando, fazendo ela gozar de novo logo em seguida, os gemidos virando um lamento contínuo e rouco de prazer.

“Porra… Dan… você vai me matar… tão bom… tão fundo…”

O suor escorria pelo meu peito, pingando nela. O cheiro de sexo puro dominava tudo. Meu pau latejava dentro dela, inchado ao máximo, pronto pra explodir.

Mas eu ainda não queria gozar.

Queria sentir mais dela primeiro.

“Porra! Porra! Porra!” A Babi gritava no ritmo exato das minhas estocadas, a voz rouca, quebrada, saindo em explosões curtas e desesperadas que ecoavam pela noite quente. Cada “porra” saía mais agudo que o anterior, misturado com gemidos longos e molhados que faziam meu pau latejar ainda mais dentro dela.

Senti a buceta dela apertar de repente, como um punho quente e sedoso se fechando ao redor da minha rola. As paredes internas pulsavam em espasmos violentos, ordenhando cada centímetro de mim enquanto uma série de orgasmos a atravessava. O calor lá dentro era insano, um fogo líquido, escorregadio, que se contraía e relaxava em ondas rápidas, sugando-me mais fundo a cada pulsação. O mel dela escorria abundante, quente e viscoso, escorrendo pela base da minha rola, molhando minhas bolas e pingando na espreguiçadeira.

A cadeira de madeira rangia alto, protestando sob o peso dos nossos corpos suados e o ritmo brutal. Eu torcia pra que não quebrasse, mas naquele momento não dava a mínima, só queria meter mais fundo, mais forte, sentir cada tremor do corpo dela.

“Ah, meu Deus…” ela gemeu, a voz rouca e trêmula, quase um soluço de prazer. “Tão gostoso… me dá tudo… não para, por favor…”

Eu tava ofegante, o peito subindo e descendo rápido, o suor escorrendo pelo meu abdômen e pingando na barriga sardenta dela. O tesão acumulado da noite inteira,das mãos das duas na hidromassagem, da buceta da Kátia me engolindo na piscina, da provocação constante da Olive, subia como uma onda quente no baixo ventre. Senti as bolas apertarem, pesadas e cheias, um formigamento elétrico subindo pela base da rola, fazendo ela inchar ainda mais dentro da buceta apertada.

Dobrei a velocidade, socando com força bruta, o som molhado e obsceno de carne contra carne ecoando, “plap-plap-plap-plap”, misturado com o barulho úmido da buceta dela engolindo meu pau até o talo. Cada estocada fazia os peitos grandes da Babi balançarem pesados, os biquinhos marrons duros roçando meu peito suado.

“Eu tô… gozando…” grunhi entre os dentes, a voz grave e rouca.

“Dentro! Dentro!” ela implorou, quase chorando de tesão. Os olhos verdes dela estavam vidrados, as pupilas dilatadas, a boca aberta num gemido contínuo, as sardas destacando no rosto vermelho e suado. “Me enche… me enche de porra, Dan… por favor… quero sentir você gozando dentro de mim!”

Não aguentei mais.

Agarrei os quadris dela com força bruta, os dedos afundando na carne macia e quente, puxando ela contra mim enquanto eu metia com tudo. Senti o orgasmo explodir, um calor violento que subiu pela coluna, fazendo minhas bolas se contraírem forte. Meu pau inchou ainda mais dentro dela, pulsando violentamente.

Gemi alto, um som gutural e longo, enquanto o primeiro jato grosso de porra jorrou fundo na buceta dela. Era quente, denso, jatos fortes e ritmados que batiam contra o fundo macio do útero. A Babi gritou, o corpo inteiro se arqueando debaixo de mim, as unhas cravando nas minhas costas enquanto outro orgasmo a rasgava. A buceta dela apertou como um torno, pulsando e ordenhando cada gota de mim, sugando a porra quente pra dentro dela.

Senti cada espasmo: o calor se espalhando pelo meu pau, o formigamento delicioso subindo pelas coxas, o prazer explodindo no peito e descendo até os dedos dos pés. Meu corpo inteiro tremia enquanto eu continuava metendo devagar, prolongando o gozo, enchendo ela até transbordar. O cheiro de sexo puro dominava tudo, suor, buceta molhada, porra fresca, perfume doce dela misturado com o meu.

“Caralho… tá me enchendo toda…” ela sussurrou, a voz trêmula, os olhos semicerrados de puro êxtase, um sorriso safado e satisfeito nos lábios inchados.

Eu ainda pulsava dentro dela, os últimos jatos mais fracos escapando enquanto meu pau latejava sensível nas paredes quentes e encharcadas. Caí por cima dela, peito colado no dela, nossos suores se misturando, corações batendo forte um contra o outro. Beijei o pescoço dela, lambendo o sal da pele, sentindo o gosto doce do suor misturado com o perfume que ainda restava.

Ficamos assim por longos segundos, respirando pesado, corpos colados e tremendo, o pau ainda enterrado fundo na buceta dela, pulsando devagar enquanto a porra começava a escorrer pela fenda, quente e cremosa, misturando com o mel dela.

A Babi virou o rosto, olhos brilhando de tesão saciado, e sussurrou contra meus lábios:

“Porra… você me destruiu… Você pode fazer isso comigo quando quiser"

“Vou entrar e dar tchau pra Soph,” falou. “Depois pego um Uber. Me liga quando quiser.”

“Boa noite, Babi,” respondi, ainda pelado na espreguiçadeira. “Eu ligo.”


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Roubei a família do meu irmão - Parte 14

Codigo do conto:
258762

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/04/2026

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