Ela sorriu, olhando pra mim:
- Foi uma sessão de estudo bem rapidinha, hein?
Dei de ombros, já com um sorrisinho safado na cara:
- É, enfiei tudo rapidinho lá dentro.
A resposta não fazia muito sentido, mas eu sabia que ia usar joguinho de palavras com ela dali pra frente. Me deu um tesão do caralho só de pensar.
- Ah, tá bom, ela respondeu, com uma cara meio confusa. Minha mãe sempre ficava confusa comigo. Ela era linda, doce, carinhosa pra caralho, mas não era das mais espertas (herdei o cérebro do meu avô).
- Você também voltou rapidinho, apontei.
- É… a tia Júlia não tava se sentindo bem, ela mentiu, desviando o olhar.
- Você tá com a cara meio vermelha, falei.
- E-eu?, gaguejou.
- Sim, as bochechas bem coradas, continuei, sabendo exatamente o motivo daquela vermelhidão.
- Deve ser o calor aqui dentro, ela explicou, abanando o rosto com a mão.
- É, tá ficando quente mesmo, concordei, olhando fixo pra ela.
- Acho que vou tomar um banho, disse ela, claramente desconfortável.
- Ideia gloriosa, soltei.
- O quê que você disse?, perguntou, franzindo a testa.
- Que tomar banho é uma ideia gloriosa. Por quê?, perguntei, adorando ver ela confusa e desarrumada.
- Nada não, murmurou, dando de ombros e saindo da cozinha.
Fiquei olhando ela ir embora, pensando em como ia jogar essa carta na mesa.
Naquela noite, fiquei bolando mil planos diferentes na cabeça até escolher o que eu mais gostava. Virei de um lado pro outro na cama, imaginando o que fazer
No dia seguinte de manhã, tomei banho e desci só de toalha na cintura, coisa que eu nunca fazia.
Minha mãe, como sempre, já tava de pé fazendo o café da manhã.
- Bom dia, mãe, falei, chegando por trás dela enquanto ela passava manteiga no pão e dando um abraço forte, colando meu corpo no dela.
- Bom dia, filho, respondeu, surpresa com o carinho matinal e provavelmente com a rola dura cutucando a coxa dela por cima da toalha.
- Dia glorioso, né?, perguntei, soltando devagar.
- Acho que sim, concordou, virando pra mim e arregalando os olhos ao ver que eu tava só de toalha., Por que você não se vestiu?
- Tava morrendo de fome, vim pegar um lanchinho primeiro, respondi.
- Ah, tá, ela assentiu, ainda surpresa com meu comportamento.
- Tem canudinho aí?, perguntei.
- Pra quê?
- Pra chupar, respondi.
- Você não tá fazendo sentido nenhum, disse ela, confusa.
Decidi ir com tudo:
- Na verdade, eu sei o que você prefere chupar.
E tirei a toalha, deixando a rola dura pra caralho balançando na frente dela.
- Lucas!, ela exclamou, levando a mão na boca.
- De joelhos, mãe, ordenei, parando bem na frente dela.
- O que você tá fazendo?, perguntou, voz tremendo.
- Te protegendo de você mesma, respondi, colocando as mãos nos ombros dela e empurrando devagar pra baixo. Enquanto ela olhava fixo pra minha rola, perguntei:, Parece familiar?
- Meu Deus do céu!, ela gemeu.
- Você disse isso ontem, sorri, acabando com qualquer dúvida que ainda restasse.
- Não, não, não…, ela balbuciou, começando a ficar nervosa.
- Acho que você quis dizer sim, sim, sim, retruquei, pegando minha rola e batendo de leve nos lábios dela., Vai, mãe. Dessa vez não tem parede no meio.
- Meu Deus…, repetiu ela, antes de eu enfiar a rola na boca dela.
No começo ela não se mexeu, só ficou ali com metade da rola na boca, olhos arregalados.
Continuei:
- Tá tudo bem, mãe. Você já teve essa rola na boca e na buceta ontem. Não foi assim que você chamou sua xerequinha quente?
Ela não conseguia responder com a boca cheia, mas depois de uns segundos começou a chupar devagar, hesitante.
- Isso, mãe, gemi., Não precisa ir naquela sex shop suja quando tem toda a rola que você quiser bem aqui em casa.
Ela continuou chupando, olhando pra cima pra mim, o que era tesão puro. Depois de umas subidas e descidas lentas, acelerou um pouco, desviando o olhar e focando na rola.
Tirei da boca dela e perguntei:
- Há quanto tempo você vai nesse buraco da glória?
Ela sussurrou:
- Umas duas semanas.
- Olha pra mim, ordenei firme.
Ela obedeceu, a cara cheia de culpa e vergonha.
- A partir de agora você não vai mais lá. Tá claro?, avisei.
Ela assentiu.
- Mas você precisa de rola, né?, perguntei.
Ela assentiu de novo, olhando pra minha rola.
- Fala, mandei.
- Sim, eu preciso, sussurrou.
- Precisa de quê?, insisti.
- Preciso de rola, admitiu, envergonhada pra caralho, mas ainda dominada pelo tesão.
- Minha rola?, perguntei, passando a glande nos lábios bonitos dela.
- Sim, confessou, abrindo a boca ansiosa.
- Você entende que as regras da casa mudaram a partir de agora?, avisei.
- C-c-como assim?, perguntou, ainda olhando pra rola com luxúria nos olhos.
- Você vai ser minha puta, respondi.
Ela olhou pra cima, um sorrisinho aparecendo pela primeira vez desde que descobriu que eu sabia:
- Você gosta de me chamar de puta, né?
- Gosto de ter minha própria puta particular pra usar como eu quiser, sim, confirmei.
- Seu moleque safado, ela ronronou, lambendo a cabeça da rola com a língua.
- E você é uma mamãe muito safada, respondi.
- A mais safada, murmurou, se inclinando e engolindo minha rola de novo.
- Isssooo, puta, gemi, olhando pra baixo, impressionado com o que tava acontecendo.
Ela subia e descia devagar, engolindo os vinte e poucos centímetros da minha rola grossa.
Querendo foder ela, tirei da boca e mandei:
- Tira o pijama.
Ela olhou pra cima, safada:
- Meu filho quer foder a mãe dele?
- De novo, completei., Dessa vez sem parede atrapalhando.
- Era um estorvo mesmo, concordou, levantando e baixando o pijama. Pra minha surpresa, não tava de calcinha.
- Você tava esperando eu te foder hoje de manhã?, perguntei.
- Eu nunca uso calcinha, só naquela semana chata, revelou.
- Caralho!, falei, minha mãe ficando cada vez mais gostosa.
- Sua rola é que é um caralho, ronronou ela, estendendo a mão pra pegar. Depois de uma pausa:, Então eu tirei a virgindade do meu próprio filho.
- Foi mesmo, confirmei.
- Quando você soube que era eu?, perguntou, masturbando devagar.
- Depois que gozei e você falou uma frase sem mudar a voz , admiti.
- Espera… com quem você tava ontem no almoço?, perguntou, cara de “puta merda”.
- Você chupou o Rafael a semana toda e o João nos últimos dias, revelei.
- Meu Deus…, suspirou, preocupada pra caralho., Eles sabem?
- Não fazem ideia, respondi., Mas iam pirar se soubessem que era você. Os dois batem punheta pensando em você há anos.
- Sério?, perguntou.
- Mãe, não finge que não sabe como você é gostosa, falei.
- Você acha que eu sou gostosa?, perguntou, com uma vulnerabilidade que mostrava que ela realmente não sabia.
- Mãe, eu gastei caixas e caixas de lenço de papel batendo punheta pensando em você, confessei.
- Sério?, repetiu.
Fiquei chocado que ela não soubesse.
- Mãe, como você não sabia?
- Eu sabia que você usava muito lenço, sorriu., Só não sabia que era pensando em mim enquanto desperdiçava toda essa porra gostosa.
- Bom, não vou desperdiçar mais, né?, sorri, me inclinando e beijando ela.
No começo ela não respondeu, beijo era mais íntimo que chupar rola, masturbar ou foder. Mas quando respondeu, abriu a boca e nossas línguas se enrolaram.
Quando parei o beijo, ela respondeu à pergunta anterior:
- Você sempre vai ter onde botar sua porra.
- Tô com uma carga cheia agora, falei, virando ela de costas e curvando sobre a pia.
- Gosto de homem que manda, gemeu ela.
- Gosto de puta que sabe o lugar dela, respondi, cheio de uma confiança que eu nem sabia que tinha.
- Você gosta de chamar sua puta, né?, ronronou, olhando pra trás.
- Adoro ter minha puta particular, respondi, me posicionando atrás e enfiando a rola na buceta molhada pra caralho dela.
- Aaaaaaaah, gemeu ela., Já tava ansiosa por essa rola hoje à noite.
- Pode ter de novo à noite, gemi., Mas agora vamos resolver essa rola matinal.
- E que madeira gloriosa, brincou ela.
- E que buraco glorioso você tem, respondi, começando a meter pra dentro e pra fora do calor dela.
- Tenho três buracos gloriosos à sua disposição, ronronou, aumentando o tesão.
- É mesmo?, gemi, as bolas já fervendo.
- Mamãe é uma puta suja com três buracos disponiveis pra você, declarou, rebolando pra trás pra encontrar minhas estocadas.
- Porraaaa, gemi, a língua suja dela me deixando louco. Nunca tinha ouvido ela xingar antes de ontem, e agora se chamava de puta de porra.
- Mete forte na bucetinha da mamãe, gemeu, enquanto a gente se fodia mutuamente.
Tentei segurar o máximo possível, gemendo:
- Deus do céu, sim, você é minha mamãe-puta suja do caralho.
- Goza na mamãe, gemeu ela., Enche a buceta da mamãe de porra, filhão.
Não aguentei mais e avisei:
- Lá vem, minha porra minha mamãe putinha, enquanto jorrava dentro dela, pintando as paredes da buceta com minha gozada grossa.
- Isssssoooo, gritou ela., Enche a mamãeeeee!
Senti que o gozo dela tava perto e continuei metendo forte, ordenando:
- Agora goza na rola grande do seu filho, mamãe.
- Sim, mais forte, pediu, animada., Fode a mamãe, seu moleque safado, seu fodedor de mãe.
Metei o mais forte que pude, querendo ouvir ela gritar, querendo fazer ela gozar.
- Isso, porra, me fode, me fode, fode, aaaaaaaaaaahhhh, gritou quando o orgasmo bateu nela.
Quando tirei a rola um segundo depois, mandei:
- Limpa, mamãe.
Ela não hesitou: girou, caiu de joelhos e meteu minha rola brilhando de porra dela na boca, chupando e lambendo tudo.
Finalmente tirei da boca incrível dela, puxei ela pra cima e beijei de novo, os dois derretendo um no outro.
Quando parei o beijo, sorri:
- Então, acha que consegue ficar longe do buraco da glória?
- Não sei, sorriu ela., Geralmente preciso de uma carga cheia ou mais no almoço.
- Me busca no almoço que eu satisfaço sua fome, prometi.
- Combinado, sorriu.
- Dia glorioso mesmo, sorri, indo pelado pro meu quarto.
FIM… talvez.