O Roberto sumia no trabalho e quando o Lucas voltava a gente encontrava um jeito.No sofá, com o barulho do jogo abafando. No quarto dele, depois que o pai me fodia com camisinha e dormia. Eu ia, subia nele, fazia ele me encher de verdade, voltava pro quarto levantando os quadris, pensando no bebê. Mas tinha uma coisa me incomodando cada vez mais. Tudo era escondido. Tudo era apertado. Tudo era "fica quieta", "não balança o sofá",
Eu queria mais espaço. Queria poder abrir as pernas de verdade. Queria sentir que a gente não estava se escondendo tanto, mesmo sabendo que ninguém podia descobrir.
Enquanto ele estava na faculdade eu dirigia mais do que o normal. Não tinha destino, só o carro me dava uma sensação de movimento. Eu parava em lugares diferentes, testava becos, estacionamentos vazios, estradas de terra que eu nunca tinha prestado atenção. Procurava "um lugar bom pra parar com ele sem ninguém aparecer do nada".
Às vezes eu descia do carro sozinha, caminhava uns passos entre as árvores "só pra ver", e o ar batendo nas coxas me deixava com a cabeça cheia de besteira. "E se a gente não ficasse dentro do carro da próxima vez... e se a gente descesse e fizesse do lado de fora...". Eu afastava o pensamento na hora. Era perigoso demais. Era loucura. Mas o corpo não esquecia. Eu voltava pro carro com a calcinha encharcada, sentava e apertava as coxas uma na outra enquanto dirigia de volta.
Uns dias antes, eu comecei a deixar um cobertor velho no porta-malas. Dobrado bem pequeno, por baixo das sacolas de mercado. Dizia pra mim mesma que era "pra limpar o banco depois, caso a gente bagunçasse muito no carro". Era uma desculpa. Eu sabia que era. Mas eu deixei mesmo assim. E nos dias que eu ia buscar o Lucas, eu escolhia vestidos mais leves, de alcinha, fáceis de subir ou de tirar por cima da cabeça. Sem calcinha. Porque no carro era mais rápido, e porque eu gostava da sensação de estar "pronta" pra ele me tocar sem aviso nenhum. Eu me tocava mais também. Na cama, depois que todo mundo saía, ou até no carro enquanto esperava ele na faculdade. Dedos na buceta, imaginando "hoje eu quero mais espaço... quero poder me mexer... quero ele em cima de mim sem o teto do carro limitando".
Naquele dia eu estava especialmente ruim. Tinha acordado com o corpo quente. O Roberto tinha me comido com camisinha na noite anterior, e depois euacabei não conseguindo ir no quarto de Lucas. Quando o Lucas saiu pra faculdade, eu não consegui sossegar. Me deitei na cama do casal sozinha, levantei o vestido, abri as pernas e me toquei devaga, como eu queria poder abrir as coxas de verdade, como eu queria sentir o ar na pele. "Quero foder ele direito hoje... sem pressa...." Eu gozei assim, mel escorrendo pela bunda, mas ainda não tinha virado uma decisão clara. Era só uma vontade forte de "mais".
Fui buscar ele na hora de sempre. Quando ele entrou no carro o cheiro dele me acertou forte. A mão dele foi direto na minha coxa, subiu por baixo do vestido leve, encontrou a pele nua da virilha e parou.
"Sem calcinha de novo..." ele murmurou.
"Hoje eu não quero ir pra casa logo." Eu falei, a voz já rouca. "Quero ficar mais tempo com você. Não aguento voltar e fingir que o dia foi normal."
Ele não respondeu. Os dedos dele entraram em mim enquanto eu dirigia. Eu abri mais as pernas pro volante, tentando manter o carro na estrada, o mel escorrendo na mão dele. Eu desviei da rota de casa sem explicar.
Dirigi pra uma estrada de terra que eu tinha achado uns dias antes, uma que virava e sumia atrás de uma curva, com mato dos dois lados. Eu tinha parado lá sozinha uma vez, testado, pensado "aqui ninguém ia ver a gente dentro do carro". Era o lugar mais quieto que eu tinha encontrado pra foder no banco de trás sem risco imediato.
Estacionei atrás da curva. Desliguei o motor. O silêncio do mato invadiu o carro de repente, o vento nas folhas, os pássaros. A gente foi pro banco de trás. O vestido subiu na cintura. Ele tirou a calça e a cueca. Eu me ajoelhei de quatro, bunda pra ele. Ele entrou em mim por trás. Aaaaah caralho... o pau grosso abrindo, esticando, preenchendo. Mas o carro era pequeno pra caralho. Meu joelho batia na porta toda vez que ele estocava. A cabeça dele roçava o teto. As estocadas faziam o carro balançar de um jeito que parecia óbvio pra qualquer um que passasse perto. Eu me sentia presa, limitada.
"Para um segundo..." eu ofeguei, a voz baixa.
Ele parou, o pau ainda enterrado fundo.
"Eu não quero aqui dentro." Eu disse, virando o rosto pra ele por cima do ombro. "Tá apertado demais. Eu quero poder me mexer. Eu quero te sentir de verdade, sem o carro limitando tudo."
Ele saiu de mim devagar. Eu me sentei no banco, o vestido embolado, a buceta aberta e brilhando de mel misturado com o pau dele. Olhei pela janela pro mato, pras árvores fechando a estrada. O coração batia forte no peito. O ar lá fora parecia chamar.
"Vem." Eu abri a porta do carro. "Desce comigo um pouco."
A gente desceu. O ar da tarde bateu na minha pele quente, nas coxas molhadas, na buceta exposta. Foi um choque gostoso. Eu olhei em volta. Ninguém. Só o barulho do vento e das folhas. Eu abri o porta-malas, tirei o cobertor velho que eu tinha deixado lá "pra emergência", abri ele no chão uns metros pra dentro da trilha, entre as árvores, onde o carro já não dava pra ver da estrada.
"Lucas... aqui." Eu puxei ele pela mão. A voz saiu mais baixa, quase surpresa de mim mesma. "Eu não aguento mais Quero você aqui fora. Quero o ar na pele quando você gozar dentro de mim."
Ele me olhou como se eu tivesse ficado doida, mas o pau dele estava duro pra caralho, brilhando com meus fluidos, latejando no ar livre. "Mãe... alguém pode passar pela estrada... ou vir pela trilha..."
"Eu sei." Eu respondi, já puxando o vestido por cima da cabeça. Fiquei nua no meio do mato. Os seios pesados, os mamilos duros com o vento, a buceta lisinha brilhando, o mel escorrendo devagar pela coxa. "Eu sei. Mas eu quero mesmo assim. Agora."
Ele tirou a roupa rápido, a camisa, a calça, a cueca. O pau dele saltou livre, grosso, as bolas pesadas. Eu caí de joelhos no cobertor, segurei ele com as duas mãos, lambi a cabeça devagar, sentindo o gosto de mim mesma misturado com ele. "Aaaaah... que bom... " chupei fundo uma vez, sentindo ele pulsar na garganta, o cheiro de pau dele misturado com o cheiro da terra e da grama. Ele segurou meu cabelo, gemeu baixo "Mãe... caralho... a gente tá fazendo isso aqui fora..."
Depois de um minuto eu parei, deitei de costas no cobertor, abri as pernas o máximo que consegui, os joelhos dobrados e afastados, a buceta exposta pro pedaço de céu que aparecia entre as árvores. "Vem. Entra. Eu quero sentir você aqui fora."
Ele se ajoelhou entre minhas coxas. A cabeça do pau roçou meus lábios inchados, espalhou o mel. O vento soprou direto na entrada molhada, um frio gostoso que contrastava com o calor dele. Ele empurrou devagar. Aaaaah caralho... eu senti tudo diferente. A dilatação no ar livre, o esticamento da buceta ao redor daquela rola grossa, o corpo dele me preenchendo centímetro por centímetro enquanto o céu e as copas das árvores estavam em cima de mim. Nenhum teto. Nenhuma porta. "Siiiiim... entra tudo... me fode, filho... a buceta da mamãe tá te recebendo aqui fora... com o vento batendo na gente..."
Ele entrou fundo, as bolas roçando minha bunda molhada. O cheiro subiu forte no ar aberto: mel doce-azeda, suor dele, terra, folhas, grama pisada. O som do schlick molhado quando ele saiu e voltou parecia mais alto, mais sujo, misturado com o vento nas árvores. Ele começou devagar, com cuidado, mas eu não queria cuidado. Eu queria sentir tudo. "Mais forte, Lucas... me fode... Aaaaah caralho... o vento tá batendo na minha pele enquanto você me arromba... que tesão da porra... alguém pode aparecer a qualquer minuto e ver a mãe sendo fodida pelo filho no mato... e eu não ligo... eu quero... enche a mamãe... goza dentro... dá a porra toda pro útero da tua mãe aqui fora..."
Ele acelerou, as estocadas mais fundas, o pau batendo no útero faminto, as mãos apertando meus seios, beliscando os mamilos. Eu rebolava debaixo dele, a bunda roçando no cobertor, a grama alta roçando as laterais das minhas coxas abertas, o ar quente entrando e saindo da minha boca em gemidos. "Aaaaah caralho... que bom... o pau do meu filho me fodendo ao ar livre... eu não aguento mais ficar escondida... mamãe quer isso... quer te sentir com o céu vendo... o Roberto nunca... nunca ia fazer isso... o filho presente... o filho que dá pra mãe o que o pai nega até na imaginação..."
Ele baixou a boca pro meu mamilo, mamou forte, a língua rolando, sugando enquanto o pau continuava a estocar. Eu segurei a nuca dele, os dedos no cabelo, "Mama... mama no peito da mamãe enquanto me fode... Aaaaah... mamãe te deu leite um dia... agora mamãe te dá a buceta inteira... toda molhada... toda faminta pelo teu pau... goza, amor... goza na mamãe... enche o útero da tua mãe com o vento vendo... "
O risco me deixava louca. Cada estocada eu virava o rosto pro mato, imaginando alguém aparecendo entre as árvores e vendo a cena: eu nua no cobertor, pernas abertas, o filho em cima de mim, o pau grosso entrando e saindo da buceta que o pariu. O pensamento me fazia apertar mais forte ao redor dele. "Sente, filho? Sente como a buceta da mamãe te aperta? Ela quer teu bebê... quer a porra quente... dá pra ela... goza fundo... "
Ele ofegava contra meu peito, o ritmo ficando desesperado, o pau engrossando dentro de mim. "Mãe... eu vou gozar... porra... eu vou gozar dentro de você... "
"Goza... goza tudo... Aaaaah caralho... enche o útero da tua mãe... enche a mamãe de porra... mamãe quer sentir os jatos quentes... quer guardar tudo aqui fora... o filho... goza, Lucas... goza na tua mãe safada... "
Ele enterrou o rosto no meu pescoço, o pau latejou forte, e os jatos quentes começaram a jorrar, enchendo meu útero enquanto o vento soprava nas nossas peles suadas. Eu rolei os quadris, apertando, mamando cada gota, sentindo o calor se espalhar, o cheiro de porra subindo forte misturado com o cheiro da grama. Eu gozei junto, o corpo arqueando no cobertor, a buceta se contraindo em ondas, o mel se misturando com a porra nova que vazava ao redor do pau dele, pingando direto no tecido.
Ele ficou dentro de mim por um tempo, ofegante, o pau ainda pulsando. Eu segurei ele com as pernas, os braços em volta do corpo dele, beijando o cabelo. "Mamãe te ama... eu não acredito que a gente fez isso... no mato... "
Quando ele saiu devagar, um filete grosso de porra escorreu imediatamente da minha buceta aberta, quente, escorrendo pela bunda, pingando no cobertor. Eu não me mexi. Fiquei deitada, pernas abertas pro pedaço de céu, quadris levemente elevados, a mão na barriga, sentindo o calor dentro. "Mamãe vai guardar isso. Não limpa. Eu quero sentir a porra do meu filho escorrendo enquanto a gente volta pro carro... enquanto eu dirijo de volta pra casa... o pai vai chegar e nem vai saber que a mãe dele foi fodida no mato e tá cheia da porra do filho."
Nós nos vestimos devagar, rindo baixo, nervosos. O vestido grudou na pele suada. Eu dobrei o cobertor com cuidado, a mancha de porra e mel bem no meio. Coloquei de volta no porta-malas. No caminho de volta pela estrada de terra, a porra escorria pela coxa grossa, molhando o banco, mas agora com o cheiro da terra e da grama ainda na pele, o vento da janela batendo no rosto, a lembrança do céu em cima de nós enquanto o pau dele me enchia.
Eu descansei a mão na perna dele. "Foi... diferente de tudo, filho. Eu não planejei exatamente isso. Mas eu queria. Queria espaço. Queria sentir o ar. O pai nunca ia dar isso pra mim. Mas você deu."
Ele sorriu, o rosto ainda corado. "Eu te amo, mãe."
"Eu também te amo, Lucas."
Delicia tezão, si falta ele comer... o cuzinho dela! Humm
Nossa que delicio eu queria uma oportunidade assim com minha mae