Entrei na cozinha e vi a Soph jogando gelo e cachaça no liquidificador, com três outras mulheres em volta. Todas lindas pra caralho, já de biquíni, mostrando bastante pele. Deviam ter a idade dela, uns vinte e poucos. A Soph tava com um biquíni azul-claro que marcava o corpo curvilíneo dela, duas tirinhas finas amarradas nos quadris segurando a parte de baixo.
“Dan!” ela chamou, sorrindo. Pelo rosto corado e as risadinhas, já tinham começado a beber. “Vem cá! Toma uma! Deixa eu te apresentar!”
Ela deu a volta no balcão, segurou meu braço e me puxou pra dentro da cozinha. Foi o maior contato físico que a gente teve desde aquela noite, dias atrás.
“Essa é a Barbara,” disse, parando na frente da primeira mulher, que tava sentada num banco. Baixinha, uns 1,65m, cabelo ruivo, sardas espalhadas nas bochechas e no colo, fácil de ver porque o biquíni verde-esmeralda era minúsculo. Os peitos eram grandes, quase desproporcionais pro corpo magrinho, mas pareciam naturais. Tinha uma saída de praia clarinha amarrada nos quadris largos. Olhos castanhos que brilharam quando me viu. Sorriu e estendeu a mão.
“Pode me chamar de Babi,” disse, me olhando descaradamente de cima a baixo. “Prazer.”
“Essa é a Carol,” a Soph continuou, me levando pra segunda mulher, também sentada. Usava biquíni listrado vermelho e branco. Mais seca que a Babi, claramente mais atlética. Peitos menores, mas perfeitos no corpo. O biquíni era um pouco mais comportado, mas ainda assim me deixou com água na boca.
“É apelido de Caroline,” a Carol disse, apertando minha mão. Foi mais discreta que a Babi, mas ainda deu uma conferida geral.
“E essa é a Kelly,” a Soph falou, parando na frente da última, que tava encostada no balcão perto do liquidificador. Cabelo preto grosso caindo em ondas até os ombros, olhos grandes e escuros, lábios carnudos vermelhos. O biquíni preto era tão pequeno que mal existia: o sutiã mal continha os peitos grandes, a calcinha alta deixando quase toda a bunda e os quadris à mostra.
“Kelly,” falei. “Certo. Você que acabou de noivar. Parabéns.”
Ela sorriu e me abraçou forte. Senti o corpo quente dela derretendo contra o meu, os peitos esmagados no meu peito.
“Obrigada, Dan,” disse, se afastando por fim. “Tô muito animada! Prazer em te conhecer!”
Se você já foi o cara novo num grupinho de amigos bem fechado, sabe exatamente como foi pra mim. Elas não me excluíram, mas eu era o estranho na conversa. Elas tinham passado o outro dia juntas comemorando o noivado da Kelly, então era o assunto do momento.
Peguei uma caipirinha que a Soph tinha feito e encostei no balcão entre a Carol e a Babi, ouvindo mais do que falando. Deixei os olhos passearem pelas mulheres, curtindo a vista.
Depois de um tempo a Soph anunciou que a gente precisava ir pra piscina pra pegar o resto do sol de fim de tarde. Mandou eu descer e trocar de roupa e levou as amigas pro quintal.
Vesti uma sunga preta e uma camisa havaiana curta que deixei aberta no peito nu e fui pra piscina. A Soph, a Carol e a Babi tavam deitadas nas espreguiçadeiras, tomando caipirinha pelo canudinho. A Kelly tava dentro da piscina, nadando no fundo.
Quando me aproximei, a Babi virou e soltou um assobio safado.
“Caralho, Soph,” ela disse. “Olha o que você tem em casa! Como consegue não pular em cima dele? Se eu morasse sozinha com ele, já tinha comido até o último fio de cabelo!”
A Soph ficou vermelha e mudou de assunto rapidinho.
Sentei numa espreguiçadeira vazia, peguei minha caipirinha e tomei um gole.
“Dan,” a Kelly chamou da piscina. “A Soph disse que você ainda não entrou na água! Que absurdo! Vem cá!”
Sorri. Pelo visto a Soph tinha falado de mim. Além disso, era verdade, eu ainda não tinha usado a piscina. Levantei, tirei a camisa e pulei na água, espirrando na Kelly.
“Ah, você vai pagar por isso!” ela riu, limpando a água do rosto. “Eu fiz o cabelo pra hoje!” Depois deu um tapa na água, jogando uma onda em mim.
Eu devolvi o espirro e ela veio pra cima rindo. Virei de costas e ela pulou nas minhas costas, tentando me afogar. Segurei firme e mantive a cabeça fora d’água antes de mergulhar de repente, levando ela junto. Quando subimos, ela tava cuspindo água e rindo. Tentei tirar ela de cima e jogar longe.
Ela girou o corpo e ficou pendurada nos meus ombros, cara a cara, peitos esmagados no meu peito. As pernas enlaçaram minha cintura enquanto tentava se segurar. De repente fiquei muito consciente do corpo dela colado no meu. Tentei me soltar quando senti o pau começando a endurecer. Ela me apertou mais forte e se esfregou com mais força.
A virilha dela pressionava direto na minha rola e vi os olhos dela se arregalarem quando sentiu o volume crescer.
“Ah…” disse, sorrindo maliciosa, voz baixa. “Que que é isso?”
Tossi, meio sem graça. “Nada.”
“Não parece nada,” ela falou, começando a rebolar devagar contra mim. “Parece bastante coisa, na verdade.”
“Desculpa,” falei.
“Por quê?” sussurrou, ainda quietinha. “É lisonjeiro. Gosto que você gostou de mim. E gostou *muito*.”
Não consegui evitar olhar pra mão esquerda dela no meu ombro, o anel de noivado brilhava enorme no sol de fim de tarde. A Kelly deu um sorrisinho e começou a esfregar a buceta pra cima e pra baixo na extensão da minha rola dura. O rosto dela ficou corado e eu sentia os biquinhos duros como pedrinhas roçando no meu peito.
“Não se preocupa com isso,” sussurrou no meu ouvido. “Ele não tá aqui, né? Ele não tá vendo eu me esfregar em você. Ele não tá vendo eu me comportar feito uma vadia. Ele não tá vendo eu roçar minha buceta na sua rola. É nosso segredo.”
Não resisti. Enfiei a mão na água, agarrei as bandas macias da bunda dela e puxei mais forte contra mim, socando o pau contra ela. Ela arfou no meu ouvido.
“Gostou, né?” sussurrou. “Você curte quando uma mulher vira puta pra você, não curte?”
“Curto pra caralho,” admiti, rebolando contra ela. “Curto demais.”
“Que que vocês dois tão aprontando aí?” a Babi gritou da borda, lembrando que tinha mais gente. A Kelly virou a cabeça por cima do ombro.
“Tô tentando afogar ele! Por que você não pula e ajuda!” gritou, sem parar de rebolar contra mim. A Babi riu e pulou na piscina, nadando até a gente no raso.
Ela passou os braços no meu pescoço também, peitos macios colados nas minhas costas. Senti as coxas dela enlaçando as minhas e as da Kelly.
“Vamos ver se nós duas conseguimos derrubar ele,” a Babi riu. As pernas dela também me envolveram e as duas tentaram me desequilibrar. Fiquei feliz pra caralho por ter malhado a semana inteira, consegui ficar firme.
As pernas da Babi tavam ao redor de mim e da Kelly. Senti ela rir baixinho quando percebeu minhas mãos na bunda da Kelly e o rebolado dela.
“Que que tá rolando aqui?” sussurrou a Babi no meu ouvido. “Vocês dois tão sarrando um no outro?”
“Você não vai dedurar a gente, né?” a Kelly riu.
“Não se dividirem,” a Babi respondeu. Senti a mão dela descer pela minha barriga, palma aberta. “Caralho, esses gominhos…” quase gemeu. “Que delícia, Dan.”
A mão dela desceu mais e passou por dentro da sunga, agarrando minha rola. A Kelly afrouxou as pernas pra dar espaço. A ruiva começou a bater uma devagar, esfregando a cabeça do pau na buceta da Kelly por cima das duas camadas de tecido.
“Bom ver que o noivado não te deixou menos safada,” a Babi ronronou pra Kelly.
“Ah, eu sempre tô pronta pra esse tipo de brincadeira,” a Kelly respondeu.
A Babi conseguiu puxar minha rola pra fora da sunga e, sei lá como, a Kelly tinha puxado a calcinha do biquíni pro lado. De repente senti a cabeça grossa roçando entre os lábios inchados da buceta dela.
Ela gemeu quando a Babi esfregou meu pau na entrada molhada.
“Enfia ele em mim,” a Kelly sussurrou. A Babi deu uma risadinha rouca.
“Que vadia,” disse e alinhou a rola. Gemi quando afundei nela, a buceta quente pra caralho contrastando com a água fria.
“Que rola gostosa da porra,” a Kelly gemeu no meu ombro.
A Babi passou os braços ao redor de mim e juntou as mãos com as minhas na bunda da Kelly, puxando ela contra mim, me fazendo meter mais fundo. A Kelly gemeu alto. Eu tava parado com os pés no fundo da piscina enquanto a Babi movia a amiga, me fazendo foder ela.
“Ei, gente,” a Soph chamou de repente da borda. “Saiam daí! Hora de comer!”
A Kelly gemeu de frustração e se afastou, minha rola saindo dela com um som molhado.
“Puta merda,” murmurou. “Vamos terminar isso depois.”
Vi ela ajeitar a calcinha do biquíni debaixo d’água. A Babi ainda deu umas punhetadas rápidas na minha rola antes de guardar de volta na sunga. Beijou meu ombro e começou a nadar.
“Eu também,” disse. “Depois.”